30 setembro 2010

Ainda bem, pá!

RTP. Imagem enviada por Susana Almas

Eu cá não gastava dinheiro em sondagens...

Imagem enviada pelo leitor Rui Silva

29 setembro 2010

Dasex do dariz

SIC. Imagem enviada por Günther Hübsch Júnior

Bom apetite

Imagem enviada por Vítor Domingos

O caçador de pérolas


Daqui. Por cortesia de Rainer Brockerhoff

27 setembro 2010

Oh simple things

O abecedário segundo Steve Jobs

abcdefghi™jklmnopqrstuvwxyz

Doutor, tenho uma dor nas costas...

Imagem via RFD

O caçador de pérolas

CTT, imagem enviada pela leitora Diana Santos

O caçador de pérolas

Revista Visão. Imagem enviada pela leitora Diana Santos

O caçador de pérolas

Programa Tempo Extra. Imagem enviada por Manuel Reis

26 setembro 2010

O caçador de pérolas

Sobre este folheto nem sei bem o que vos diga, excepto claro está que é uma folha policopiada e distribuída em caixas de correio como a do leitor Pedro Barros e que pretende angariar clientes para excursões da dupla Eduardo Laurinda.

Sei que já vou tarde, mas isto do "leitão até chegar com o dedo" e "Nossa Senhora dos Calvos", é coisa para me interessar...

25 setembro 2010

O caçador de pérolas

Revista Sábado, imagem enviada por Sua Eminência o Arcebispo de Cantuária

Oh simple things

Oh simple things

SMS Postal

24 setembro 2010

Oh simple things

Imagem via Vasco Condessa

Com seis letrinhas apenas...

SIC, imagem enviada por Nuno Pinto

23 setembro 2010

O caçador de pérolas

Coisas.com, imagem enviada por Paula Pico

Largos dias têm 20 anos

Sapo Desporto. Imagem enviada por José Capareira

Uma tarde na biblioteca

O caçador de pérolas

JN Online, imagem enviada por André Sousa

SMS

Filosofia de parede

Imagem enviada por António Neves

22 setembro 2010

Catching up

Isto é velho mas é engraçado e tem estado agendado para publicação há já algumas semanas.

Olhares aos outros

Trago-vos dois posts, ambos de blogs que visito com regularidade. Este e este. Ora essa!

O disjuntor

Não tenho vontade de escrever. Sinto-me seco apesar de não me faltarem razões para a lágrima. Incomoda-me que as pessoas tenham deixado de ser criativas face a um problema e que bloqueiem sem razão aparente à mais pequena dificuldade. Hoje conversei brevemente com três pessoas. Uma não sabia o que era um disjuntor. Outra não sabia o que era uma chave Philips (ou Estrela como tive o cuidado de mencionar). Ambas contrataram os serviços de um electricista. A Economia deve bastante à ignorância. O terceiro? O terceiro era eu, que não sabe como é que isto é possível.

21 setembro 2010

Aviso importante

Cantinas da Universidade de Coimbra, imagem enviada por Rui Magalhães

Perguntas. Só perguntas.

20 setembro 2010

Ementas criativas

E chega-me o relato de um avistamento numa ementa de restaurante em Famalicão de um extraordinário nome de prato, o épico "Polvo com Grande Bico"...

O dia em que "falei" com Minervino Pietra

Ainda não "aprendes-te", pois não?

Facebook Worten, imagem enviada por Diana Santos

E você?

Quanto tempo levou a resolver o problema?

O caçador de pérolas

Imagem enviada por Emanuel Silva

All things considered

Sinalética para todos

Imagem enviada por Carlos Nogueira

O caçador de pérolas

Recapitulemos: Se a barreira dos seis dígitos foi ultrapassada ontem, isso quer dizer que ontem à noite estiveram na Luz mais de seis milhões de pessoas? Record Online.

Oh simple things

Nostalgia de um rapaz urbano

"Quando eu era chavalo, a minha mãe mandava-me à mercearia com apenas cinco escudos. E eu voltava com três quilos de batata, um pão de Mafra, dois litros de leite, um pacote de chá, fruta variada e uma dúzia de ovos. Hoje em dia já não consigo fazer isso... Encheram a mercearia de câmaras de video-vigilância!"

19 setembro 2010

O Estado da Guerra

Se um tipo tem que estar em tal lado às horas tantas é absolutamente normal que tenha de alterar todos os seus planos para poder estar em tal lado a horas tantas, encaixando no planeamento os outros cinco lados e as quinhentas horas tantas que planeou antecipadamente, ficando deveras desgostoso que isso obrigue a avisar a e desavisar terceiros (e alguns quartos). Quando tudo parece encaixar-se, e as ondas do lago deixam de se ver como se sempre tudo estivesse em calmaria e silêncio, há um telefone que toca e uma voz que diz "Olha, já não é possível fazer como tínhamos combinado e fica para uma proxima oportunidade", ficamos a olhar para um vazio que inclui uma porrada de coisas e um lugar vazio no Benfica-Sporting desta noite.

Avisos

Discos pedidos

Quando entrei no restaurante e me perguntaram se queria escolher a banda sonora para o jantar, achei piada e acedi. Escolhi Madredeus e enquanto petiscava umas taliscas de queijo e umas azeitonas negras carnudas, ri-me sozinho para dentro enquanto escutava "Haja o que houver". (Piada subtil, fina e retorcida só ao alcance de pessoas com demasiada imaginação).

iPhone e Acesso Universal (II)

Um relato na primeira pessoa, de um invisual que pela primeira vez tem contacto com um iPhone. Link por cortesia de Carlos Nogueira.

18 setembro 2010

Beware of the dog

17 setembro 2010

Belas localidades portuguesas

Pouca Farinha é uma localidade da Freguesia do Cercal, na Costa Vicentina e esta imagem foi enviada pelo leitor Nuno Gonçalves

O caçador de pérolas

Eu bem que desconfiava...

Não assinalo a pérola, os leitores procurarão o que me diverte nesta imagem que me foi enviada por Laurentino Martins

O caçador de pérolas

Imagem enviada por Amílcar Messias

A casamentos e baptizados...


Sapo Desporto, imagem via Liliana Pego

A reinvenção da roda para tótós

O decoro da Samsung é extraordinário na forma de fotografar produtos... Imagem via Incoma

Esquizofrenia para todos

Synergy Uninstaller, imagem enviada por André Henriques

Are you talking to me?



Famões. Imagem enviada por Joana Sousa

Uma capa que eu não desdenharia

Coisa bonita.

Configurador Porsche

Imagem enviada por Fernando Rato

Deo Gratias

Se há dias em que um homem considera que atingiu um ponto baixo na sua vida profissional, outros dias nascem em que se dá o oposto. Telefonou-me um Bispo e quase fiquei sem palavras quando, informalmente, ele me disse numa singela frase: "Pedro, não consigo aceder ao Espírito Santo"... Os três segundos de profundo e respeitoso silêncio que se gerou, tempo em que na minha cabeça se cruzavam várias hipóteses teológicas e espirituais, foram quebrados pela singela constatação de que se tratava de um problema de Home Banking.

15 setembro 2010

O estranho caso da alpercata morta

O caçador de pérolas

O caçador de pérolas

INFARMED. Dói-me a cabeça. Poupem-me. Imagem enviada por Igor Marques. (Não os vou avisar...)

14 setembro 2010

Onde estavas tu há dez anos atrás?

Eu sei exactamente onde estava a 13 de Setembro de 2000. Em Paris, a fazer fila com uma Gestora de Marketing marroquina, à espera de levantar um futuro no qual eu não acreditava por aí além. Em CD que ainda guardo com algum carinho.

Do mesmo autor de Transformers na A24

Chega agora a peça "E porque venta tanto este Verão?". Um exclusivo JN.

Cliente 2.0

Pingo Doce, Braga. Imagem enviada por Ana Araújo

Sabemos que estamos em Portugal...

O caçador de pérolas

Imagem enviada por António Lopes

O caçador de pérolas

Youtube. Imagem enviada por Daniel Matos

Divino!


José Miguel Gaspar, o autor assinado deste texto, entra, exactamente a partir de hoje para a minha galeria privada de narradores de notícias de jornal, sempre em lugar de enorme destaque. Senhor de metáforas pouco usuais, capaz de transformar uma notícia corriqueira numa piscina de metáforas improváveis e raras, é claramente detentor de um dom de prosa que muito poucos jornalistas da praça admitirão alguma vez usar e que, não sendo de moto próprio e livre vontade, poderiam eventualmente ter sido provocadas pelo uso intensivo de substâncias menos legais. Atentemos no texto, texto esse que a imagem não reproduz na íntegra, dada a extensão do delírio narrativo:

"Duplo milagre: o condutor esteve duas horas e meia encarcerado na cabina do camião que virou, mas saiu quase incólume; tombou na encosta, mas por uma nesga caía em cima dos carros da A4.

Como ficou, todo estampado de costas, o atrelado tombado de lado na encosta, carga espalhada e os 12 rodados indignamente virados ao ar, o grande Scania R440, um muito possante semi-reboque, vermelho vivo, novo, parecia um Transformer que correu horrivelmente mal. Bastava ver-lhe a cara que é a sua cabina - pareceu ter levado um soco do céu: testa de vidro partida, grelha metida pelas fuças adentro, todo amarrotado como papel, um sem-número de fios e mecânicas vísceras, a escorrer, à mostra de todos. Metia dó, como um escaravelho que capota e não se pode levantar. Mas, mais do que isso, metia medo.

Lá dentro estava Manuel Eirado Azevedo, condutor profissional, 50 anos, natural de Fão, Esposende, vítima e vilão e único acidentado do sinistro. O seu sanguíneo R440, ao serviço da Transfradelos, operadora de carga da Póvoa, arcado com 30 toneladas de estilha (aparas de madeira para celulose), saíra do Porto de Leixões quando se despistou no alto do nó de Sendim (acesso à A4 na ligação para a A28, direcção Porto), caindo encosta abaixo.

Acreditar em milagres a dobrar

Ninguém o diz oficialmente, mas entre o INEM, a Polícia e os bombeiros que ali formigavam, do Porto e de Leixões, era comentário comum que houve um duplo milagre. Primeiro: Manuel Eirado Azevedo ficou encarcerado na cabina desfeita do camião, ele preso sentado e virado ao contrário, e saiu incólume (ou quase: um dedo esfacelado, escoriações na face e numa perna; internou-se no S. João, está estável, só chocado e, claro, muito stressado). Segundo milagre: bastava que o despiste tivesse ocorrido dois segundos antes, 20 metros antes e aquele toneloso camião ter-se-ia despenhado monstruosamente na A4.

Foi isso que pensou num imenso segundo António Parada, presidente da Junta de Matosinhos, que seguia pacatamente em baixo, na A4, quando aquilo se levantou por cima de si. "Vi-o a virar-se todo, como se ele estivesse vivo, até ficar de rodas para o ar. Pareceu-me que durou uma eternidade. Foi um pavor - se ele caísse, caía mesmo em cima de mim!", disse o autarca ao JN, a voz ainda aluída. "Foi um susto como não me lembro, vi a estilha toda pelo ar, aquelas rodas pretas a fumegar, as rodas a rodar sozinhas. Parei logo, eu e os outros carros todos, e chamei o 112".

Na síntese oficial do acidente, o comandante adjunto Carvalho, solícito e transpirado, diz que aquilo foi complicado, mas que o condutor teve companhia desde o primeiro momento, minutos depois do alerta (17.15 horas), que manteve a consciência e que foi logo medicado com morfina. O comandante admite também que o acidentado esteve naquele cárcere duas horas e meia (libertou-se às 19.40 horas) e que a grua desencarceradora de pesados demorou quase duas horas a chegar."

Os negritos são meus, mas a prosa é toda do jornalista. o original está aqui e veio até mim pela mão de Shyznogd.