O fruto proibido from patricia neves on Vimeo.
Um grupo de estudantes do Curso de Comunicação Social da Escola Superior de Educação de Coimbra meteu mãos à obra para a realização de um mini-documentário sobre utilizadores Mac. Pegou na temática "MacJanta", uma actividade realizada periodicamente um pouco por todo o país onde utilizadores e apaixonados da plataforma Apple se encontram (à volta da mesa mas não só), para se divertirem e debaterem os seus "brinquedos" ou utensílios de trabalho. Aproveitando a realização da última MacJanta em Coimbra, Diana Vaz, Joana Semedo, Mariana Lopes, Patrícia Neves e Vera Rodrigues trazem-nos "Fruto proibido", trabalho que poderão ver acima.
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07 fevereiro 2010
04 fevereiro 2010
03 fevereiro 2010
O anel que tu me deste
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01 fevereiro 2010
Praia das Maçãs - Season 1 Episode 17

Está debaixo do toldo o Episódio 17 (o último da primeira temporada!) do Podcast Praia das Maçãs. Um episódio todo ele dedicado ao lançamento do iPad, o último gadget da Apple. Nele são dissecadas todas as virtudes do tablet mas algumas conversas paralelas (e não menos interessantes) são mantidas à volta do hardware em si, mas também das oportunidades de negócio e utilização que o mesmo vai proporcionar aos consumidores. Nuno Luz, Pedro Aniceto e Vasco Casquilho confessam publicamente quais as desculpas que vão dar a si mesmo e a terceiros para irem gastar dinheiro num iPad; Pedro Aniceto vai tomar de assalto a franja de mercado que diz mal do iPad; Vasco Casquilho vai queixar-se de que este último fala demais; Nuno Luz anuncia que vai para Berlim e os três vão acabar por concordar em algo. Pelo meio lembram-se de que o Podcast Praia das Maçãs vai cumprir um ano de existência e vão também confessar que não preparam nada de especial para o aniversário... Seja bem-vindo ao Podcast Praia das Maçãs, o podcast tecnológico português de matéria Apple mais ouvido de sempre e o único onde se diz bem da concorrência e menos bem do Sporting.
Já depois de escrito este texto, os produtores do Praia das Maçãs perceberam que afinal têm mais ouvintes do que alguma vez pensaram vir a ter. Somados, os 17 episódios do Podcast Praia das Maçãs atingiram 24.878 downloads, o que é um número que chega a ser algo surpreendente. Parabéns aos ouvintes, sem os quais não faria qualquer sentido ter de aturar estes dois maduros...
Já depois de escrito este texto, os produtores do Praia das Maçãs perceberam que afinal têm mais ouvintes do que alguma vez pensaram vir a ter. Somados, os 17 episódios do Podcast Praia das Maçãs atingiram 24.878 downloads, o que é um número que chega a ser algo surpreendente. Parabéns aos ouvintes, sem os quais não faria qualquer sentido ter de aturar estes dois maduros...
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31 janeiro 2010
29 janeiro 2010
Jobs assaltou a loja outra vez
Um dos mais lúcidos textos que tenho lido sobre o iPad (e só eu sei as resmas de coisas que tenho sido forçado a ler...) em língua portuguesa, por alguém que a maioria dos espectadores de televisão reconhecerá relativamente bem. Parabéns Lourenço Medeiros.
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28 janeiro 2010
iPad
Ontem (e prolonga-se para hoje e alguns dias mais próximos) foi dia de visibilidade extrema por conta do novo produto Apple, o iPad. Das intervenções, ficam os registos possíveis, aqui e aqui.
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Na próxima semana: Chaves de Euromilhões
Não se esqueçam: Onde vocês leram primeiro sobre a funcionalidade do iPad, foi aqui.
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27 janeiro 2010
FormSpring.Me
Aos meus "clientes" desta fantástica ferramenta que dá pelo nome de FormSpring:
Avisei, desde o início, que não tinha por objectivo transformar a página num consultório técnico sobre Apple. Infelizmente as pessoas não entenderam esse meu aviso e tenho acumuladas algumas centenas de perguntas técnicas relacionadas com assuntos Apple, o que, como já disse, não pretendo que aconteça e que desvirtua por completo as minhas intenções. Nunca foi minha vontade abrir um consultório técnico e nem é humanamente possível responder atempadamente e em termos a todas as pessoas que o solicitam no Formspring. Recordo que vocês são milhares e eu sou apenas um, que não está a responder em full-time.
Para essas matérias técnicas, tenho outras ferramentas e um serviço de um user group do qual podem pedir a respectiva subscrição. A maior mailing list Apple em Portugal (com quase 4.500 membros activos) pode ser subscrita aqui. Mais informação sobre listas em língua portuguesa aqui. Obrigado
Avisei, desde o início, que não tinha por objectivo transformar a página num consultório técnico sobre Apple. Infelizmente as pessoas não entenderam esse meu aviso e tenho acumuladas algumas centenas de perguntas técnicas relacionadas com assuntos Apple, o que, como já disse, não pretendo que aconteça e que desvirtua por completo as minhas intenções. Nunca foi minha vontade abrir um consultório técnico e nem é humanamente possível responder atempadamente e em termos a todas as pessoas que o solicitam no Formspring. Recordo que vocês são milhares e eu sou apenas um, que não está a responder em full-time.
Para essas matérias técnicas, tenho outras ferramentas e um serviço de um user group do qual podem pedir a respectiva subscrição. A maior mailing list Apple em Portugal (com quase 4.500 membros activos) pode ser subscrita aqui. Mais informação sobre listas em língua portuguesa aqui. Obrigado
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26 janeiro 2010
23 janeiro 2010
iPhone home
Na sequência deste post, e porque todos podemos aprender com experiências menos boas de terceiros, passo a citar um email recebido sobre a matéria (iPhone):
Caro Pedro,
Sei que a probabilidade de ser o meu iPhone é reduzidíssima (até porque não tinha mobile me activo na altura que mo roubaram), mas nunca se sabe se um dia não aparece. Daí querer dar-lhe esta informação acerca do meu nº de série/imei do meu aparelho: (1P) Part Number: MC131PO/A (S) Serial Number: XXXXXXXXXXX IMEI: XXXXXXXXXXXXXXX
Após a parte mais prática e importante... passo a contar-lhe a história. Talvez a queira partilhar para outros saberem os perigos..
Dia 16/Dez fiquei sem bateria no meu telemóvel (iPhone) pelas 19h. Como ia a um concerto no Teatro Ibérico (em Xabregas) fui jantar num instante ao Vasco da Gama. Cheguei ao Vasco da Gama pelas 20h... e estive lá só mesmo para jantar qualquer coisa entre as 20h e as 20:30h. Estive na praça da restauração. Incauto e negligente como sou, penduro o meu blazer nas costas da cadeira. O meu iPhone estava naquele típico bolso de telemóvel, interior, no extremo inferior esquerdo dos casacos. Ou seja... naquela configuração estava mesmo mesmo a roçar o chão. Neste entretanto fui alvo de um "carteirista". É que... como não tinha bateria, nem sequer exibi o iPhone em público. Não chamei a atenção para ele... não o usei. Ainda assim o ladrãozeco teve sorte... encontrou o iPhone em vez da carteira. Penso que ele se terá colocado na cadeira atrás da minha, mas não tenho a certeza. A minha mulher estava à minha frente e não viu nenhuma manobra suspeita... mas estes tipos são bons naquilo que fazem. De tal forma que só no dia seguinte é que constatei que não o tinha. Como cheguei tarde a casa, nem o fui por a carregar, fui logo para a cama. No outro dia de manhã não o encontrei. Coloquei todas as hipóteses... ainda
andei à procura durante uns 2 ou 3 dias... telefonei para todos os lados onde estive mas nada.
Das duas... aconteceu uma:
1. Ou fui roubado no Vasco da Gama... o que pelas histórias que oiço, parece-me ser a versão mais razoável
2. Ou perdi o telemóvel em qualquer lado, e ele terá sido roubado ao ser encontrado. Infelizmente há poucas pessoas honestas.
Gostava muito do meu telemóvel, mas agora já não o tenho. É a vida. Temos que andar para a frente.
Já agora... quero louvar a sua iniciativa e o seu altruísmo em divulgar todas estas novidades. Quem sabe, um dia, o meu apareça também. Era tão bom.
Um abraço,
Pedro Marques
Quero começar por vos dizer que, embora tenha uma noção mais ou menos real do que passa lá fora em termos de roubos de equipamentos de informática, cujas quantidades diariamente participadas às autoridades são astronómicas, estou afastado dos números reais de equipamentos perdidos em termos de telecomunicações. A verdade é que estou siderado (é o termo!) pela autêntica vaga de emails recebidos comunicando o extravio de iPhone (por perda ou subtracção). Em pouco menos de 48 horas recebi dezanove mensagens com igual quantidade de números de série de iPhone. Tendo em conta que esta minha comunicação/apelo terá chegado a sensivelmente 9.000 destinatários (números acumulados de leitores da Mailing List "O Correio dos Outros", followers Twitter, Webpages da especialidade (Forum, Blogs, etc.), é uma quantidade impressionante a de telefones que andam fora da posse dos respectivos donos. (Cinco deles são, estranhamente - ou não - de pessoas que trabalham na mesma empresa, o que me leva a pensar se não terão por lá um "especialista" nesta matéria...).
Adiante. Recebi também algumas chamadas e mensagens de colaboradores das duas operadoras móveis (Optimus e Vodafone), oferecendo os respectivos préstimos para a tentativa de localização do proprietário, gesto que gostaria de saudar. Se alguns deles são subscritores da lista Apple da qual sou moderador e não esperava outra coisa senão a habitual entreajuda entre utilizadores da marca da maçã, outros casos houve em que por pura solidariedade e serviço se colocaram ao dispor para o que me pudessem valer nesta busca. É um gesto bonito, que eu e os clientes e utilizadores da empresa e dos serviços registamos com especial apreço. Há dias em que o mundo não parece tão "cão" como por vezes somos levados a pensar que é...
Entre as mensagens que recebi, veio esta de Pedro Marques que nos narra uma história quase banal de um descuido ou perda (nunca saberemos...) que nos pode suceder a todos em qualquer momento. Todo o cuidado é pouco.
A parte verdadeiramente feliz desta história que o Pedro Marques nos conta, é o facto de ser este iPhone (cujo número de série obliterei propositadamente) o telefone que está em minha posse e suponho que fiquemos todos (O Pedro Marques um "nadinha" mais do que todos os outros...) muito contentes com este feliz desfecho.
Uma palavra final para o gesto generoso da pessoa que me fez chegar este equipamento às mãos. Se me está a ler, agradeço-lhe (uma vez mais) o seu gesto de devolver algo que não lhe pertencia e ao qual fiz questão de secundar com esta busca que mais não fez do que seguir-lhe o exemplo. Se me está a ler (e acredito que o venha a fazer, mais tarde ou mais cedo), segue daqui um agradecimento pelo que fez.
Agora façam o favor de prestar (mais) atenção aos vossos telefones, que isto de "milagres" não sucedem (infelizmente) todos os dias.
Caro Pedro,
Sei que a probabilidade de ser o meu iPhone é reduzidíssima (até porque não tinha mobile me activo na altura que mo roubaram), mas nunca se sabe se um dia não aparece. Daí querer dar-lhe esta informação acerca do meu nº de série/imei do meu aparelho: (1P) Part Number: MC131PO/A (S) Serial Number: XXXXXXXXXXX IMEI: XXXXXXXXXXXXXXX
Após a parte mais prática e importante... passo a contar-lhe a história. Talvez a queira partilhar para outros saberem os perigos..
Dia 16/Dez fiquei sem bateria no meu telemóvel (iPhone) pelas 19h. Como ia a um concerto no Teatro Ibérico (em Xabregas) fui jantar num instante ao Vasco da Gama. Cheguei ao Vasco da Gama pelas 20h... e estive lá só mesmo para jantar qualquer coisa entre as 20h e as 20:30h. Estive na praça da restauração. Incauto e negligente como sou, penduro o meu blazer nas costas da cadeira. O meu iPhone estava naquele típico bolso de telemóvel, interior, no extremo inferior esquerdo dos casacos. Ou seja... naquela configuração estava mesmo mesmo a roçar o chão. Neste entretanto fui alvo de um "carteirista". É que... como não tinha bateria, nem sequer exibi o iPhone em público. Não chamei a atenção para ele... não o usei. Ainda assim o ladrãozeco teve sorte... encontrou o iPhone em vez da carteira. Penso que ele se terá colocado na cadeira atrás da minha, mas não tenho a certeza. A minha mulher estava à minha frente e não viu nenhuma manobra suspeita... mas estes tipos são bons naquilo que fazem. De tal forma que só no dia seguinte é que constatei que não o tinha. Como cheguei tarde a casa, nem o fui por a carregar, fui logo para a cama. No outro dia de manhã não o encontrei. Coloquei todas as hipóteses... ainda
andei à procura durante uns 2 ou 3 dias... telefonei para todos os lados onde estive mas nada.
Das duas... aconteceu uma:
1. Ou fui roubado no Vasco da Gama... o que pelas histórias que oiço, parece-me ser a versão mais razoável
2. Ou perdi o telemóvel em qualquer lado, e ele terá sido roubado ao ser encontrado. Infelizmente há poucas pessoas honestas.
Gostava muito do meu telemóvel, mas agora já não o tenho. É a vida. Temos que andar para a frente.
Já agora... quero louvar a sua iniciativa e o seu altruísmo em divulgar todas estas novidades. Quem sabe, um dia, o meu apareça também. Era tão bom.
Um abraço,
Pedro Marques
Quero começar por vos dizer que, embora tenha uma noção mais ou menos real do que passa lá fora em termos de roubos de equipamentos de informática, cujas quantidades diariamente participadas às autoridades são astronómicas, estou afastado dos números reais de equipamentos perdidos em termos de telecomunicações. A verdade é que estou siderado (é o termo!) pela autêntica vaga de emails recebidos comunicando o extravio de iPhone (por perda ou subtracção). Em pouco menos de 48 horas recebi dezanove mensagens com igual quantidade de números de série de iPhone. Tendo em conta que esta minha comunicação/apelo terá chegado a sensivelmente 9.000 destinatários (números acumulados de leitores da Mailing List "O Correio dos Outros", followers Twitter, Webpages da especialidade (Forum, Blogs, etc.), é uma quantidade impressionante a de telefones que andam fora da posse dos respectivos donos. (Cinco deles são, estranhamente - ou não - de pessoas que trabalham na mesma empresa, o que me leva a pensar se não terão por lá um "especialista" nesta matéria...).
Adiante. Recebi também algumas chamadas e mensagens de colaboradores das duas operadoras móveis (Optimus e Vodafone), oferecendo os respectivos préstimos para a tentativa de localização do proprietário, gesto que gostaria de saudar. Se alguns deles são subscritores da lista Apple da qual sou moderador e não esperava outra coisa senão a habitual entreajuda entre utilizadores da marca da maçã, outros casos houve em que por pura solidariedade e serviço se colocaram ao dispor para o que me pudessem valer nesta busca. É um gesto bonito, que eu e os clientes e utilizadores da empresa e dos serviços registamos com especial apreço. Há dias em que o mundo não parece tão "cão" como por vezes somos levados a pensar que é...
Entre as mensagens que recebi, veio esta de Pedro Marques que nos narra uma história quase banal de um descuido ou perda (nunca saberemos...) que nos pode suceder a todos em qualquer momento. Todo o cuidado é pouco.
A parte verdadeiramente feliz desta história que o Pedro Marques nos conta, é o facto de ser este iPhone (cujo número de série obliterei propositadamente) o telefone que está em minha posse e suponho que fiquemos todos (O Pedro Marques um "nadinha" mais do que todos os outros...) muito contentes com este feliz desfecho.
Uma palavra final para o gesto generoso da pessoa que me fez chegar este equipamento às mãos. Se me está a ler, agradeço-lhe (uma vez mais) o seu gesto de devolver algo que não lhe pertencia e ao qual fiz questão de secundar com esta busca que mais não fez do que seguir-lhe o exemplo. Se me está a ler (e acredito que o venha a fazer, mais tarde ou mais cedo), segue daqui um agradecimento pelo que fez.
Agora façam o favor de prestar (mais) atenção aos vossos telefones, que isto de "milagres" não sucedem (infelizmente) todos os dias.
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21 janeiro 2010
E desbloqueai-nos do mal...
Quando o meu telefone tocou uma destas manhãs, atendi. Do lado de lá, um número não identificado e uma voz que desconheço (sou bom, muito bom, a recordar vozes de pessoas que me ligam quando o rei faz anos e cujo número a minha agenda não possui). "Senhor Aniceto, encontrei o seu iPhone...". Fiz ali uma pequena pausa cerebral, afastei o meu iPhone da orelha e mirei-o bem. Nunca perdi um telefone (o que é extraordinário porque nunca sei onde ponho as coisas) e voltei à conversa para tentar localizar-me e perceber que diabo de história estava eu a ouvir. "Ah sim, encontrou-o?" perguntei eu ainda a tentar acordar e assentar ideias.
Há ali um momento em que se faz alguma luz, saberá muito boa gente que sou o moderador de uma enorme lista de utilizadores de material Apple e que difundo com (muita) regularidade alguns apelos de roubos e perdas de material. O meu número consta de todos esses alertas e é possível que esteja aqui a razão desse contacto. É possível que uma vez que tenho na mão o meu próprio telefone, a pessoa que me ligou tenha encontrado um dos dois iPhone anunciados como "desaparecidos" e que andam neste momento em "terra de alguém". Mantenho o diálogo. Peço um encontro, encontro que não é à primeira tentativa fácil de conseguir. Estou relativamente distante da pessoa que me telefona, chego a desconfiar de algum tipo de armadilha (já vi relatos e vivi situações muito curiosas, algumas que nem gosto de recordar). Vamos conversando, burilando as nossas diferenças e tento encontrar um momento no dia comum em que estejamos geograficamente mais próximos. Aos poucos, vamos ambos conseguindo aproximar as agendas sem que eu dê mostras, nem de menor ansiedade que levante suspeitas nem de maior stress que afaste em definitivo quem me está a ligar.
Estou quase certo de que vou recuperar um dos iPhone em falta. Estou tão certo disso que telefono às duas pessoas que perderam os seus "meninos" perguntando a cada uma delas se desejam recompensar o gesto generoso. Só consigo falar com uma delas, levamos até algum tempo a definir o que é que deve ser o montante justo para uma recuperação... Parto para este encontro depois de tomar algumas precauções e é com satisfação que afasto todas as dúvidas de que não há nada a temer. Parece ser uma devolução legítima e confirmo isso mesmo quando troco as primeiras palavras com a pessoa. Recebo o telefone, agradeço o gesto e de modo meio desajeitado tento, sem querer ofender o gesto altruísta, recompensar a pessoa. "Nem pense nisso, é com todo o prazer que lhe devolvo!". É assim que a conversa começa a chegar ao fim. Ainda tento perceber como é que o telefone foi encontrado, ou como lhe chegou às mãos. Sem sucesso. "Não me faça perguntas, ficamos assim, um bom ano para si.". Estou ali, de telefone na mão, a cumprimentar um desconhecido, a agradecer-lhe uma vez mais e a desejar-lhe também a ele um feliz 2010. Tenho curiosidade em saber mais, como chegou até mim, que voltas deu o terminal antes de reencontrar o caminho de casa, mas nada mais sei. Respeito o pedido. Curioso, mas de forma tranquila.
Quando abandono o local e me misturo na multidão atarefada em vésperas de reveillon, dou-me por satisfeito. Afinal de contas tudo o que me resta é chegar ao meu local de trabalho, identificar com clareza o número de série do mesmo e telefonar ao seu legítimo dono e dar-lhe uma alegria. Tudo isto parece simples. É simples. Mas veremos como as coisas simples têm tendência para se complicar. Durante o trajecto, tento abreviar esse meu trabalho de identificação do dono. Mas é difícil. O terminal está praticamente limpo de informação. Não reconheço nada nem ninguém na imagem de wallpaper que ostenta. Não tem praticamente nenhum email e é surpreendente que um deles seja precisamente um email meu trocado entre dois endereços que não conheço, email esse que anuncia precisamente o desaparecimento de um iPhone.. Presumo que deva ter sido esse mesmo email que deu origem a este contacto. O meu número não consta da (magra) agenda de contactos do telefone. Ao chegar ao meu local de destino percebo que as coisas ainda vão ficar mais difíceis quando, para meu espanto, o número de série não coincide com nenhum dos anunciados como perdidos ou roubados. What now?
Fico sem saber o que fazer. Contacto o operador, ele diz-me a loja onde o telefone foi vendido. Não têm mais dados que me permitam progredir na busca. Três dias depois, quando volto momentaneamente a esta questão, verifico que o telefone foi alvo de um "wipe" de dados. Já tinha deduzido que o proprietário era subscritor do serviço MobileMe, que permite proteger os conteúdos do telefone, eliminando-os remotamente. Fico à espera que a mesma pessoa que mandou eliminar dados remotamente, tivesse tido a ideia de mandar uma mensagem de alerta pelo mesmo serviço. Os dias passam e nada.
Só me sobra esta via para conseguir encontrar o dono deste telefone: Se conhece alguém que tenha perdido ou a quem tenha sido subtraído um iPhone, queira fazer o favor de me dizer o número de série do mesmo. (É essencial que me comunique o número de série para uma identificação precisa). Pode ser o dia de sorte do respectivo dono,
Há ali um momento em que se faz alguma luz, saberá muito boa gente que sou o moderador de uma enorme lista de utilizadores de material Apple e que difundo com (muita) regularidade alguns apelos de roubos e perdas de material. O meu número consta de todos esses alertas e é possível que esteja aqui a razão desse contacto. É possível que uma vez que tenho na mão o meu próprio telefone, a pessoa que me ligou tenha encontrado um dos dois iPhone anunciados como "desaparecidos" e que andam neste momento em "terra de alguém". Mantenho o diálogo. Peço um encontro, encontro que não é à primeira tentativa fácil de conseguir. Estou relativamente distante da pessoa que me telefona, chego a desconfiar de algum tipo de armadilha (já vi relatos e vivi situações muito curiosas, algumas que nem gosto de recordar). Vamos conversando, burilando as nossas diferenças e tento encontrar um momento no dia comum em que estejamos geograficamente mais próximos. Aos poucos, vamos ambos conseguindo aproximar as agendas sem que eu dê mostras, nem de menor ansiedade que levante suspeitas nem de maior stress que afaste em definitivo quem me está a ligar.
Estou quase certo de que vou recuperar um dos iPhone em falta. Estou tão certo disso que telefono às duas pessoas que perderam os seus "meninos" perguntando a cada uma delas se desejam recompensar o gesto generoso. Só consigo falar com uma delas, levamos até algum tempo a definir o que é que deve ser o montante justo para uma recuperação... Parto para este encontro depois de tomar algumas precauções e é com satisfação que afasto todas as dúvidas de que não há nada a temer. Parece ser uma devolução legítima e confirmo isso mesmo quando troco as primeiras palavras com a pessoa. Recebo o telefone, agradeço o gesto e de modo meio desajeitado tento, sem querer ofender o gesto altruísta, recompensar a pessoa. "Nem pense nisso, é com todo o prazer que lhe devolvo!". É assim que a conversa começa a chegar ao fim. Ainda tento perceber como é que o telefone foi encontrado, ou como lhe chegou às mãos. Sem sucesso. "Não me faça perguntas, ficamos assim, um bom ano para si.". Estou ali, de telefone na mão, a cumprimentar um desconhecido, a agradecer-lhe uma vez mais e a desejar-lhe também a ele um feliz 2010. Tenho curiosidade em saber mais, como chegou até mim, que voltas deu o terminal antes de reencontrar o caminho de casa, mas nada mais sei. Respeito o pedido. Curioso, mas de forma tranquila.
Quando abandono o local e me misturo na multidão atarefada em vésperas de reveillon, dou-me por satisfeito. Afinal de contas tudo o que me resta é chegar ao meu local de trabalho, identificar com clareza o número de série do mesmo e telefonar ao seu legítimo dono e dar-lhe uma alegria. Tudo isto parece simples. É simples. Mas veremos como as coisas simples têm tendência para se complicar. Durante o trajecto, tento abreviar esse meu trabalho de identificação do dono. Mas é difícil. O terminal está praticamente limpo de informação. Não reconheço nada nem ninguém na imagem de wallpaper que ostenta. Não tem praticamente nenhum email e é surpreendente que um deles seja precisamente um email meu trocado entre dois endereços que não conheço, email esse que anuncia precisamente o desaparecimento de um iPhone.. Presumo que deva ter sido esse mesmo email que deu origem a este contacto. O meu número não consta da (magra) agenda de contactos do telefone. Ao chegar ao meu local de destino percebo que as coisas ainda vão ficar mais difíceis quando, para meu espanto, o número de série não coincide com nenhum dos anunciados como perdidos ou roubados. What now?
Fico sem saber o que fazer. Contacto o operador, ele diz-me a loja onde o telefone foi vendido. Não têm mais dados que me permitam progredir na busca. Três dias depois, quando volto momentaneamente a esta questão, verifico que o telefone foi alvo de um "wipe" de dados. Já tinha deduzido que o proprietário era subscritor do serviço MobileMe, que permite proteger os conteúdos do telefone, eliminando-os remotamente. Fico à espera que a mesma pessoa que mandou eliminar dados remotamente, tivesse tido a ideia de mandar uma mensagem de alerta pelo mesmo serviço. Os dias passam e nada.
Só me sobra esta via para conseguir encontrar o dono deste telefone: Se conhece alguém que tenha perdido ou a quem tenha sido subtraído um iPhone, queira fazer o favor de me dizer o número de série do mesmo. (É essencial que me comunique o número de série para uma identificação precisa). Pode ser o dia de sorte do respectivo dono,
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15 janeiro 2010
Creative Minds (No Intel inside)
Este é o computador Apple de P.Cavilhas:

E este o computador Apple da filha de P.Cavilhas

Rói-te de inveja, Jonathan Ive!

E este o computador Apple da filha de P.Cavilhas

Rói-te de inveja, Jonathan Ive!
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13 janeiro 2010
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