18 janeiro 2009
Survs up!
É uma ferramenta de gestão de inquéritos online. Produto de uma equipa 100% portuguesa, vocacionada para o mercado global. Quer saber o quanto o Survs é flexível e adaptável às suas necessidades? Veja o video acima e volte a esta página daqui a umas horas. Vou oferecer licenças!
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Apple
O caçador de pérolas
..."Sapo Babies: O Portal Interactivo para quem ainda não sabe lêr nem escrever."
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Pérolas
17 janeiro 2009
A origem das expressões
"Dar às de Vila-Diogo", expressão raiana, hoje empregue de forma global em território português, tem as suas origens no homófono espanhol "Dar às de Villadiego". Esta expressão significa fuga apressada ou precipitada. À comunidade judaica de Villadiego foi concedida por Fernando III, Rei de Castela, o direito de santuário na referida localidade, pelo que em caso de perseguição, o visado fugia apressadamente para Villadiego onde necessariamente se refugiaria para escapar aos captores.
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Expressões
16 janeiro 2009
Papá!Papá!, o que quer dizer Surprise her?
Portal Sapo Kids.Para que não sobrem dúvidas: A imagem não é uma montagem. Sucedeu, Como está explicado nos comentários deste post, apagados os cookies, a publicidade em causa desapareceu e foi substituída por uma "normal".
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Pérolas
Bruno Aleixo
Sábia sugestão (as usual) do Neca, a entrevista que o programa "Prova Oral" fez aos autores de Bruno Aleixo.
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Faits Divers
15 janeiro 2009
A fé
Não vou escrever sobre as afirmações polémicas de D.José Policarpo, mas lembrei-me dele ao ver este video.
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Cidadania
14 janeiro 2009
Oh simple things
Os anos vão passando e este anúncio continua a fazer-me rir como da primeira vez. Obrigado aos Delírios por tê-lo trazido de volta.
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Enlevos
Hábitos
Percebi hoje que adquiri um hábito estranho. Despeço-me das pessoas com quem estou a falar pessoalmente com o telefónico "Um abraço, prazer em ouvi-lo!". Dada a minha graduação seria bem mais sensato dizer "Um abraço, prazer em conseguir vê-lo!".
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Faits Divers
Eu cá não estou pelos ajustes
Entrei tarde na compreensão do já famoso site governamental dos Ajustes Directos. Mas ainda vou a tempo de perguntar se isto é um registo à séria, ou se é só um exemplo...
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Cidadania
Parabéns Visicalc!
Visto à luz dos nossos dias era uma aplicação desgraçada. Corria em 32K num processador que não multiplicava nem dividia (1MHz 8-bit 6502). Mas na época era uma coisa diabólica. Era uma folha de cálculo, trisavó do Excel e eu estava sentado à frente de um rugoso Apple II no Instituto de Socorros a Náufragos no Cais do Sodré, eu mesmo a sentir-me um náufrago ali, no meio de doutores, capitães, sargentos, marinheiros e salva-vidas em geral. A missão: Substituir seis máquinas de escrever Messa, máquinas A3, onde um conjunto de senhoras de idade avançada esculpiam mapas estatísticos de actividades de salvamento marítimo. Aquele Apple II, o Visicalc e uma Seikosha que na altura me custou os olhinhos da cara e me fez perder as primeiras horas a aprender Código ASCII, foram culpados de muitas coisas na minha vida profissional. Já passaram trinta anos! Parabéns, Visicalc.
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Apple
O caçador de pérolas
..."a falta de resposta dos hospitais origina a prolifração dos consultórios"
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Pérolas
A velhinha
A velhinha subia a rua transportando dois enormes sacos negros, desses que são usados para o lixo. Um deles, roto, deixava de quando em quando cair no chão parte do conteúdo, no caso notas de 100 Euros. Há um polícia que a interpela. "A senhora tem de ter mais cuidado" disse-lhe o guarda. "É que está a deixar cair dinheiro desse enorme saco...". "Muito obrigada senhor guarda" agradeceu ternamente a velhinha. "Tenho de voltar atrás e apanhar o dinheiro que me caiu... Muito obrigada!". O polícia, curioso não a liberou de imediato. "Esse saco enorme, cheio de dinheiro, de onde vem? Não é dinheiro roubado, não?". "Que ideia, senhor guarda! Não!", disse ela quase indignada. "Eu moro ali ao lado do estádio de futebol, ali em baixo, sabe?". O polícia assentiu que sim. "Tenho ali uma casimha com um jardinzinho, umas roseiras, umas buganvílias...". "E os espectadores, à entrada e à saída têm o hábito de se encostar aos arbustos e urinar mesmo em cima dos meus canteiros. De maneira que nos dias de jogo eu escondo-me atrás do muro com a minha tesoura de podar e quando eles estão com o membro de fora eu apareço e digo "Ou me dás cem euros ou corto!". O polícia riu-se em gargalhadas francas. "Não me parece nada má ideia, sabe?". Preparava-se para deixar a velhinha seguir o seu destino quando lhe perguntou: "Mas e o outro saco, também tem dinheiro?". "Ah senhor guarda, sabe como é, nem toda a gente paga...".
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Faits Divers
13 janeiro 2009
Coisas que custam a mudar
Depois de escutar a criatura dissertar durante algum tempo sobre o relatório final do Curso, gabando o extraordinário avanço tecnológico de uma plataforma de e-Learning e de todas as maravilhas criadas por Deus e pela engenharia, deixei-me embalar pela voz melodiosa e permiti-me um conjunto de imagens a construir-se-me no cérebro. Ali, durante uma fracção de tempo que me pareceu longa, desfilaram imagens multimedia, de registos video, planos, contra-planos, vozes off, chromas e toda uma pirotecnia ideológica que me pareceu até demasiado ousada. Quando terminei de anotar a corrente de notas no meu Moleskin vermelho, ergui os olhos sobre as armações dos óculos e por mera precaução indaguei se haveria liberdade quanto ao suporte em que o relatório seria entregue. Admirada pela pergunta, espantada até, julguei eu, ela respondeu com uma pergunta: Papel, claro! Porquê?
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Biografia
O caçador de pérolas
..."ANSOL Anúncia Portal da Transparência na Administração Pública"
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Pérolas
Follow my lead, will ya?
Vamos ver se eu consigo explicar: Isto é um DVD dos Teletubbies, mais propriamente o "Feliz Natal dos Teletubbies", Custa 4,89 €. Não é difícil de assimilar, pois não? Agora é que vem a parte pior: Segundo o autocolante há direito a um reembolso de 10,00 € após a compra. Há quem enlouqueça com muito menos... Imagem: Vítor Domingos.
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Pérolas
A cabala
Querido Ministério da Educação, eu sei que tu és uma instituição deveras ocupada, sempre atenta à educação dos cidadãos e o catano. Mas era pedir assim tanto que os Certificados de Habilitações que emites viessem sem erros ortográficos ? Isso é que a malta agradecia...
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Cidadania
Dumbo?
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Pérolas
A divina comédia
Um peregrino a caminho de Fátima pernoita na casa duma viúva. A meio da noite, ela vai ter com ele toda nua. Ele, com medo de
pecar foge e vai confessar-se. O padre dá-lhe como penitência que vá para casa comer 5Kg de favas.
- Sr. padre, mas eu não sou um cavalo...
- Mas és burro ! Primeiro pecavas, depois é que te confessavas.
pecar foge e vai confessar-se. O padre dá-lhe como penitência que vá para casa comer 5Kg de favas.
- Sr. padre, mas eu não sou um cavalo...
- Mas és burro ! Primeiro pecavas, depois é que te confessavas.
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Faits Divers
Habemus Papam
Já não ganho um Magalhães, o certificado está pronto a ser levantado. Catita!
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Faits Divers
12 janeiro 2009
Mitos urbanos
É velha e emerge ciclicamente na minha caixa de correio, mas faz-me sempre sorrir. Contam as lendas que um suposto representante Palestiniano se preparava para discursar na Assembleia das Nações Unidas.
"Antes de começar a minha intervenção, quero dizer-lhes algo sobre Moisés.Quando partiu a rocha e inundou tudo de água, pensou, "que oportunidade boa de tomar um banho!" Tirou a roupa, colocou-a ao lado sobre a rocha e entrou na água. Quando saiu e quis vestir-se, a roupa tinha desaparecido. Um Israelita tinha-a roubado". O representante Israelita saltou furioso e disse, "O que é que você está a dizer? Os Israelitas não estavam lá nessa altura." O representante Palestiniano sorriu e disse: "e agora que se tornou tudo claro, vou começar o meu discurso".
"Antes de começar a minha intervenção, quero dizer-lhes algo sobre Moisés.Quando partiu a rocha e inundou tudo de água, pensou, "que oportunidade boa de tomar um banho!" Tirou a roupa, colocou-a ao lado sobre a rocha e entrou na água. Quando saiu e quis vestir-se, a roupa tinha desaparecido. Um Israelita tinha-a roubado". O representante Israelita saltou furioso e disse, "O que é que você está a dizer? Os Israelitas não estavam lá nessa altura." O representante Palestiniano sorriu e disse: "e agora que se tornou tudo claro, vou começar o meu discurso".
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Faits Divers
11 janeiro 2009
O frio, senhores, o frio...
Pá, pois, o frio e tal. Posso bem com tudo isto com uma única excepção. Por mais metro sexualidades, cremes, batons e o camandro, ao fim de cinco dias de temperaturas extremas fico sempre com os lábios como se tivesse andado a chupar tubos de escape em brasa... E não queremos isso, até porque só me dói quando me rio.
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Biografia
Palm is not dead... (Palm pré)
Estou longe de ser um Zandinga tecnológico, afinal de contas fui eu, em alturas diferentes da minha vida, que consegui prever que o rato nunca seria um device adoptado pela totalidade da indústria ou que os U2 nunca seriam ninguém porque tocavam na Irlanda num bar ranhoso que cheirava a cerveja azeda... Mas este produto fez estremecer algumas das minhas convicções.
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Apple
10 janeiro 2009
09 janeiro 2009
L'insoutenable légèreté de l'être
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Cidadania
Auditorium
E se no cenário não houver apenas certo e errado?E se for apenas uma questão de descoberta e de jogo pelo jogo?
E se existirem centenas de soluções para o mesmo problema?
É uma demo, mas prometo que vos viciará para além do expectável.
E é de um bom gosto alucinantemente belo.
Sejam bem-vindos a Auditorium.
(E tu Neca, vais ter muitos amigos se continuares a mandar isto às pessoas pela uma da manhã...).
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Enlevos
08 janeiro 2009
Tech note
Parece-me ligeiramente bizarro que o mais belo teclado wireless jamais fabricado trabalhe com um Nokia E71 e não seja capaz de ser emparelhado com um iPod Touch ou com um iPhone 3G. Dixit.
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Apple
Ada Lovelace
A Jonas (sim, a do mau feitio e da Route 66) fez agora um extenso post sobre Ada Lovelace, figura que nem por sombras alguma vez tinha ouvido falar. Da família Lovelace, a única que eu conhecia era a Linda. Primas, provavelmente.
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Faits Divers
07 janeiro 2009
Deo Gratias
Retomei hoje o percurso de uma tarefa que interrompi faz tempo, o sonho antigo de retomar o curso superior em que timidamente apenas toquei no devido tempo. Não foi uma decisão fácil de tomar, tudo tem o seu tempo mas achei chegado o tempo do prazer. Mesmo tentado a levar a coisa apenas pelo aspecto lúdico, despi-me de alguns obstáculos, lavei a alma de alguns preconceitos e dei o pontapé de saída numa entrevista dita de orientação. Quando entrei na sala, respirei fundo e tentei manter-me frio em relação aos meus próprios sentimentos. Depois de ter escutado pacientemente durante cinquenta minutos uma dissertação árida e ter escutado da boca de um licenciado dois "póssamos" e um "tênhamos" tive a certeza de que não vai ser fácil fazer isto, mesmo desportivamente.
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Biografia
You go to my head
Ah os cientistas! Se não fossem os cientistas como é que se explicava que a água desce para a bexiga mas o Whisky sobe à cabeça?
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Faits Divers
Diz que é uma espécie de português
É um toalhete de tabuleiro usado nos voos TAP, a transportadora aérea nacional. Não existem erros nas línguas estrangeiras usadas nos textos, mas a escolha feita para a língua portuguesa não foi a mais feliz. Sendo certo que "disfrute" é unanimemente considerado um barbarismo (não que seja muito usado pela Bárbara...), a palavra a grafar teria sido "desfrute". Obrigado à Madalena Mota pela recolha.
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Pérolas
Ele há crises e crises!
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Pérolas
Ride baby ride
É a segunda pessoa com quem falo esta semana que faz preparativos para uma viagem aos EUA. No caso é A. que alugou um Ford Mustang V8 a mais ou menos um dólar por cavalo... De Los Angeles a Las Vegas, Deus nosso senhor o guarde de qualquer encarnação de Rutger Hauer ou de qualquer Highway Patrol. Do resto encarrega-se o próprio que é menino para isso. Mas a curiosidade não é essa. Com 380 cavalos para levantar ao balcão, qual é o aeroporto, qual é? We gotta love América...
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Faits Divers
06 janeiro 2009
A Sport TV escreve direito por linhas tortas
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Benfica
Quem diz é quem é?
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Pérolas
MacWorld Keynote
Assim de rajada que eu tenho uma agenda complicada a esta hora, aqui ficam as principais novidades anunciadas na MacWorld San Francisco:
-AppleStores: 3.4 milhões de visitantes por semana
-Mac: 9.7 milhões de máquinas vendidas no último ano fiscal (Dobro do crescimento da indústria)
- iLife '09: Novo iPhoto que inclui Faces, um sistema de reconhecimento de caras permitindo a identificação de fotos e a organização por Pessoas, Places, um sistema de geo referenciação que permite a organização por locais - GoogleMaps, suporte Flickr e Facebook, novos themes com centragem dos slideshows na cara do fotografado. Os slideshows podem ser integrados no iTunes e sincronizados com o iPhone e iPod Touch)
-iMovie '09: Advanced Drag and Drop, Temas dinâmicos e mapas 2 e 3D
-GarageBand '09: Tutoriais grátis com possibilidade de subscrever tutoriais dados por celebridades (5 dólares). São exemplificados os casos de Norah Jones e elementos dos ColdPlay.
-iWork completamente novo. Novo Keynote. Aplicação iPhone ou iPod Touch que permite ao apresentador comandar a sequência e visionar os slides seguintes (cool!)
- Pages '09: Novos templates (40)
- Numbers '09: Novas características
-iWork.com (Cloud de aplicações). Entra em Beta brevemente. Possibilita a partilha e notificação fácil de documentos online, com notas e avisos de novas notas e/ou comentários.
- MacBook Pro 17" (1920x1200 display) Portas na mesma linha da versão Pro 15" (Ecrã mate opcional) Bateria até 8 horas de capacidade de carga.
One last thing: iTunes
- 6 mil milhões de faixas vendidas
- 75 milhões de contas
- Novos preços ($.69 - antigas - e 1.29 - novas -)
- Fim do DRM para 10 milhões de faixas no final do trimestre. (Todas as faixas!)
- Music Store disponível sob rede 3G
Tudo isto (e bastante mais) poderá ser consultado no site oficial da Apple Inc.
-AppleStores: 3.4 milhões de visitantes por semana
-Mac: 9.7 milhões de máquinas vendidas no último ano fiscal (Dobro do crescimento da indústria)
- iLife '09: Novo iPhoto que inclui Faces, um sistema de reconhecimento de caras permitindo a identificação de fotos e a organização por Pessoas, Places, um sistema de geo referenciação que permite a organização por locais - GoogleMaps, suporte Flickr e Facebook, novos themes com centragem dos slideshows na cara do fotografado. Os slideshows podem ser integrados no iTunes e sincronizados com o iPhone e iPod Touch)
-iMovie '09: Advanced Drag and Drop, Temas dinâmicos e mapas 2 e 3D
-GarageBand '09: Tutoriais grátis com possibilidade de subscrever tutoriais dados por celebridades (5 dólares). São exemplificados os casos de Norah Jones e elementos dos ColdPlay.
-iWork completamente novo. Novo Keynote. Aplicação iPhone ou iPod Touch que permite ao apresentador comandar a sequência e visionar os slides seguintes (cool!)
- Pages '09: Novos templates (40)
- Numbers '09: Novas características
-iWork.com (Cloud de aplicações). Entra em Beta brevemente. Possibilita a partilha e notificação fácil de documentos online, com notas e avisos de novas notas e/ou comentários.
- MacBook Pro 17" (1920x1200 display) Portas na mesma linha da versão Pro 15" (Ecrã mate opcional) Bateria até 8 horas de capacidade de carga.
One last thing: iTunes
- 6 mil milhões de faixas vendidas
- 75 milhões de contas
- Novos preços ($.69 - antigas - e 1.29 - novas -)
- Fim do DRM para 10 milhões de faixas no final do trimestre. (Todas as faixas!)
- Music Store disponível sob rede 3G
Tudo isto (e bastante mais) poderá ser consultado no site oficial da Apple Inc.
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Apple
Quem é o seu Blogger favorito?
Existe uma forma científica de descobrir quem é o seu Blogger favorito... Escolha um número de 1 a 9. Multiplique por 3. Adicione 3 e multiplique de novo por 3. Some os dois dígitos do número obtido. Agora que tem um único algarismo, confira nesta tabela o nome do seu Blogger favorito.
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Faits Divers
05 janeiro 2009
As delícias do comércio tradicional espanhol (II)
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Pérolas
As delícias do comércio tradicional espanhol
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Pérolas
A admissão do óbvio
A Apple admite um problema de saúde do seu CEO, Steve Jobs. Mais informação, aqui. O próprio Jobs confirma.
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Apple
04 janeiro 2009
Brother Quattro
Uma coisa é certa: As máquinas de costura já não são o que eram...
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Enlevos
Oh simple things
"...Try the stuff and ask forgiveness instead of asking permission is the way of people come up with new ideas".
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Enlevos
Go Up Design
Já falei destes homens algumas vezes nesta página, muito por força do seu (deles) marketing emocional. Este Natal deram-me um banco! Sim, um banco! (Quem é que não sonhou alguma vez ter um banco no Natal?) Grande abraço ao Paulo Rocha e a toda a equipa da Go Up Indústria e um 2009 cheio de boas ideias.
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Enlevos
O caçador de pérolas
"Formado em Pintura pela Escola de Belas-Artes de Lisboa, Arnaldo Louro de Almeida integrou o leque de artistas que participaram na 1.ª Exposição Geral de Artes Plásticas, de 1046 a 1956, e foi um dos 11 artistas que tiveram os seus quadros apreendidos pela PIDE na 2.ª Exposição Geral, em 1974. Na altura, tinha apenas 20 anos."
DN Madeira 4/1/2009
Eu até percebo que a exposição não tenha efectivamente durado novecentos e dez anos porque os teclados (como os leões) são bichos malvados. Mas se em 1974 ele tinha vinte anos, isso quer dizer que o pai "já pintava"?
DN Madeira 4/1/2009
Eu até percebo que a exposição não tenha efectivamente durado novecentos e dez anos porque os teclados (como os leões) são bichos malvados. Mas se em 1974 ele tinha vinte anos, isso quer dizer que o pai "já pintava"?
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Pérolas
A revista do ano
"...Fevereiro começou com uma manchete do 24 Horas que animou a má-língua da populaça como poucas: Sócrates assinou projectos de moradias foleiras no início da carreira. Foi um delírio, tudo quanto tinha vivendas assinadas por engenheiros que nunca as tinham sequer visto, ou seja, quase toda a população, ficou indignadíssimo."
Isto, e bastante mais numa das melhores revistas de ano que já li. (É verdade que não li muitas)
Isto, e bastante mais numa das melhores revistas de ano que já li. (É verdade que não li muitas)
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Faits Divers
Fire, walk with me
De todas as coisas que me sucederam hoje, a menos parva foi receber SPAM de um turco vendedor de extintores...
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Faits Divers
Uma promessa de beijos
Imaginemos que eu era irmão de Amália Rodrigues. Um mero exercício se fizerem o favor. Vá. Se eu fosse irmão de Amália Rodrigues tinha para mim que a melhor forma de homenagear a memória da minha falecida irmã fadista era manter a minha boquinha fechada e nunca, mas nunca, cantar em público. Conseguem imaginar-me de boquinha permanentemente fechada? Vá, é fácil. Agora vamos fazer um exercício um bocado mais complexo: Vamos tentar arranjar maneira de explicar isto à Celeste Rodrigues.
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Faits Divers
03 janeiro 2009
Leisure Suit Larry
O Botinhas está em Paris em actividades muito pouco próprias...
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Faits Divers
Steve Jobs e o porteiro do Musée d'Orsay
"Pedem-me que redija um artigo sobre Steve Jobs, Que posso eu dizer que não tenha já sido dito sobre o mentor do Macintosh? Que não tenha já gasto toneladas de tinta ou sido reciclado em electrões? Que o admiro, que idolatro a forma visionária como gere, dizem que com mão de ferro, a companhia detentora da marca com que trabalho? Ou das épicas narrativas de mau feitio, algumas das quais se confundem já com as brumas que envolvem as lendas...
Digam o que disserem, Steve Jobs é um homem que fez amigos em Portugal quando não era ainda mais do que uma promessa da indústria. Quando em horas menos boas se viu apenas rodeado por aqueles que não o abandonaram, fez justiça a essas amizades dos momentos menos bons e a sua única presença "oficial" em Portugal até à data deu-se para a despedida de uma dessas amizades. Mas voltemos à minha escrita...
Esta história não começa exactamente à porta do Museu d'Orsay, mas muito, mesmo muito longe dali, do outro lado do mundo, no hall do Moscone Center de San Francisco. Corria um dos dias da MacWorld, um dos maiores eventos mundiais da Apple, palco dos maiores anúncios de produtos Apple, local para onde convergem milhares de utilizadores e profissionais da marca.
Uma MacWorld é, com a devida escala, e onde quer que a mesma se realize, a Meca da maçã dentada. A feira, as actividades paralelas para o público consumidor ou para os colaboradores da companhia proporcionam momentos ímpares de atracção e o difícil é mesmo conciliar a agenda planeada quase seis meses antes, com as entradas de última hora de clientes ou colegas de profissão provenientes de quase todo o planeta.
E ali estava eu, quase no último dia da MacWorld San Francisco, carregado de pastas, catálogos e merchandising diverso, ajoujado que nem um almocreve de feira, procurando com o olhar um local onde pudesse colocar em ordem algum material, quando alguém grita o meu nome alguns metros atrás de mim. Volto-me subitamente e dá-se a desgraça, a generosa mochila, os sacos e pastas e demais tralha estão espalhados no chão e no meio daquele círculo de papel está um homem agachado a esfregar um tornozelo num esgar de dor.
Baixo-me para o ajudar a levantar e pedir-lhe desculpa e sou eu que fico seriamente preocupado quando reconheço a pessoa a quem involuntariamente acabei de agredir. Era Phill Schiller, um vice-presidente da Apple, aquele a quem apelidamos carinhosamente de "braço direito d'Ele"...
Não me parece que seja muito boa política de Public Relations travar conhecimento com vice-presidentes de qualquer companhia, aplicando-lhe uma valente bordoada, mas tratou-se de um acidente e assim espero que ele o entenda. Trocamos palavras de circunstância, reparo num olhar dele no badge que me pende do peito numa fita e enquanto recupero os meus pertences desejo ardentemente que ele não tenha conseguido ler o meu nome ou o meu país de origem.
Já a caminho do hotel onde pernoitarei, não consigo deixar de pensar no assunto. Imagino o que seria se o acidente tivesse sucedido com Steve Jobs. Amanhã toda a Internet teria parangonas sobre "o tipo que agrediu Steve Jobs" ou qualquer coisa de ainda mais aterrador...
Ainda assim, e apesar de um episódio fortuito, a história conheceu-se internamente. Pelo menos um dos meus superiores manifestou preocupação no sucedido e quis saber pormenores da reacção de Schiller. O assunto acabou por morrer de causas naturais.
Até ao dia em que, dois anos mais tarde, a Apple organizou um evento europeu para colaboradores. No final de um esgotante dia no Palais de Congrés, depois de uma Keynote de Steve Jobs e largos quilómetros percorridos em pavilhões e stands, é-me entregue um convite para um jantar no Musée d'Orsay, um evento de celebração de um qualquer aniversário europeu da companhia.
À hora marcada lá estou, na companhia de milhares de colegas europeus, enfrentando numa fila ordenada o intenso frio que se faz sentir no Quai d'Orsay. Sou surpreendido à porta do museu por uma dupla do Board que não esperava. Ali estão Steve Jobs e Phill Schiller, cumprimentando um por um todos os que chegam, e são como já disse, milhares de pessoas. Vou retendo pormenores mentais desta operação de marketing interno. É inesperado e não é algo que aconteça com regularidade. É um Steve Jobs informal que contrasta com a encenação de uma Keynote, não é esta a imagem que temos dele. A seu lado o habitual Schiller, o bonacheirão simpático que nos habituámos a ver brincar com produtos da concorrência.
Já deambulando de prato na mão, em pleno jantar, volto a encontrar a dupla, fugazmente frente a um Monet. Aceno e estranho não estarem rodeados da habitual equipa de PR's. É Schiller que olha para mim e diz para Jobs "Hey! this guy wanted to kill me once...".
Steve franziu o sobrolho, nada percebendo e eu aproveitei a oportunidade para me escapulir. Eu pensava que este assunto estava morto..."
O texto acima foi publicado em Janeiro de 2008 no Portal VER
Digam o que disserem, Steve Jobs é um homem que fez amigos em Portugal quando não era ainda mais do que uma promessa da indústria. Quando em horas menos boas se viu apenas rodeado por aqueles que não o abandonaram, fez justiça a essas amizades dos momentos menos bons e a sua única presença "oficial" em Portugal até à data deu-se para a despedida de uma dessas amizades. Mas voltemos à minha escrita...
Esta história não começa exactamente à porta do Museu d'Orsay, mas muito, mesmo muito longe dali, do outro lado do mundo, no hall do Moscone Center de San Francisco. Corria um dos dias da MacWorld, um dos maiores eventos mundiais da Apple, palco dos maiores anúncios de produtos Apple, local para onde convergem milhares de utilizadores e profissionais da marca.
Uma MacWorld é, com a devida escala, e onde quer que a mesma se realize, a Meca da maçã dentada. A feira, as actividades paralelas para o público consumidor ou para os colaboradores da companhia proporcionam momentos ímpares de atracção e o difícil é mesmo conciliar a agenda planeada quase seis meses antes, com as entradas de última hora de clientes ou colegas de profissão provenientes de quase todo o planeta.
E ali estava eu, quase no último dia da MacWorld San Francisco, carregado de pastas, catálogos e merchandising diverso, ajoujado que nem um almocreve de feira, procurando com o olhar um local onde pudesse colocar em ordem algum material, quando alguém grita o meu nome alguns metros atrás de mim. Volto-me subitamente e dá-se a desgraça, a generosa mochila, os sacos e pastas e demais tralha estão espalhados no chão e no meio daquele círculo de papel está um homem agachado a esfregar um tornozelo num esgar de dor.
Baixo-me para o ajudar a levantar e pedir-lhe desculpa e sou eu que fico seriamente preocupado quando reconheço a pessoa a quem involuntariamente acabei de agredir. Era Phill Schiller, um vice-presidente da Apple, aquele a quem apelidamos carinhosamente de "braço direito d'Ele"...
Não me parece que seja muito boa política de Public Relations travar conhecimento com vice-presidentes de qualquer companhia, aplicando-lhe uma valente bordoada, mas tratou-se de um acidente e assim espero que ele o entenda. Trocamos palavras de circunstância, reparo num olhar dele no badge que me pende do peito numa fita e enquanto recupero os meus pertences desejo ardentemente que ele não tenha conseguido ler o meu nome ou o meu país de origem.
Já a caminho do hotel onde pernoitarei, não consigo deixar de pensar no assunto. Imagino o que seria se o acidente tivesse sucedido com Steve Jobs. Amanhã toda a Internet teria parangonas sobre "o tipo que agrediu Steve Jobs" ou qualquer coisa de ainda mais aterrador...
Ainda assim, e apesar de um episódio fortuito, a história conheceu-se internamente. Pelo menos um dos meus superiores manifestou preocupação no sucedido e quis saber pormenores da reacção de Schiller. O assunto acabou por morrer de causas naturais.
Até ao dia em que, dois anos mais tarde, a Apple organizou um evento europeu para colaboradores. No final de um esgotante dia no Palais de Congrés, depois de uma Keynote de Steve Jobs e largos quilómetros percorridos em pavilhões e stands, é-me entregue um convite para um jantar no Musée d'Orsay, um evento de celebração de um qualquer aniversário europeu da companhia.
À hora marcada lá estou, na companhia de milhares de colegas europeus, enfrentando numa fila ordenada o intenso frio que se faz sentir no Quai d'Orsay. Sou surpreendido à porta do museu por uma dupla do Board que não esperava. Ali estão Steve Jobs e Phill Schiller, cumprimentando um por um todos os que chegam, e são como já disse, milhares de pessoas. Vou retendo pormenores mentais desta operação de marketing interno. É inesperado e não é algo que aconteça com regularidade. É um Steve Jobs informal que contrasta com a encenação de uma Keynote, não é esta a imagem que temos dele. A seu lado o habitual Schiller, o bonacheirão simpático que nos habituámos a ver brincar com produtos da concorrência.
Já deambulando de prato na mão, em pleno jantar, volto a encontrar a dupla, fugazmente frente a um Monet. Aceno e estranho não estarem rodeados da habitual equipa de PR's. É Schiller que olha para mim e diz para Jobs "Hey! this guy wanted to kill me once...".
Steve franziu o sobrolho, nada percebendo e eu aproveitei a oportunidade para me escapulir. Eu pensava que este assunto estava morto..."
O texto acima foi publicado em Janeiro de 2008 no Portal VER
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Apple
No dia seguinte ninguém morreu
No primeiro e no segundo dias do ano não houve morte alguma nas estradas portuguesas. Infelizmente a estranha pausa foi quebrada ao terceiro dia, quiçá invocando as Escrituras. Lembrei-me das primeiras palavras de "As intermitências da morte" de José Saramago, as mesmas que dão título a este texto e cheguei a imaginar a morte, vestida de violeta, nos braços do músico, durante dois dias e duas noites. Foi apenas ficção.
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Cidadania
Steve Jobs, o lança-chamas e outras histórias
Porque é que Chuq von Rospach, um ex-empregado Apple, vai seguir a Keynote de Phil Schiller.
Em tempo: Enviei ontem a C. um SMS desejando boa viagem e bons negócios. Enquanto tomava um café no meio do bulício comercial do local onde estava, ia pensando nas vezes em que tive oportunidade (melhor seria dizer o privilégio) de la estar, ora ao vivo era em directo, assistindo a essa estranha celebração comercial que dá pelo nome de Keynote speech, na Europa ou nos Estados Unidos, e em como certas coisas são ou se tornam irrepetíveis. Não há nada que eu possa fazer a esse respeito, mas sei que não estou só. Acabei de receber uma outra SMS de duas pessoas que hoje mesmo partem para San Francisco, uma dizendo-me como é estranho ter-se a sensação da "última vez" e outra dizendo por outras palavras que dificilmente voltaremos a beber cerveja checa acompanhada de pasteis de Belém numa esplanada chinesa em Union Square. Vem aí uma outra era.
Em tempo: Enviei ontem a C. um SMS desejando boa viagem e bons negócios. Enquanto tomava um café no meio do bulício comercial do local onde estava, ia pensando nas vezes em que tive oportunidade (melhor seria dizer o privilégio) de la estar, ora ao vivo era em directo, assistindo a essa estranha celebração comercial que dá pelo nome de Keynote speech, na Europa ou nos Estados Unidos, e em como certas coisas são ou se tornam irrepetíveis. Não há nada que eu possa fazer a esse respeito, mas sei que não estou só. Acabei de receber uma outra SMS de duas pessoas que hoje mesmo partem para San Francisco, uma dizendo-me como é estranho ter-se a sensação da "última vez" e outra dizendo por outras palavras que dificilmente voltaremos a beber cerveja checa acompanhada de pasteis de Belém numa esplanada chinesa em Union Square. Vem aí uma outra era.
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Apple
02 janeiro 2009
Suspeitas
É impressão minha ou mais de noventa por cento das pessoas que usam a palavra "assertividade" não têm a mais leve noção do respectivo significado?
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Faits Divers
Are you talking to me?
Não grite com os seus discos rígidos, ficam mais lentos e quem sabe, crescem inseguros... (E eu que pensava que não batia bem...). Via Rui Carmo.
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Faits Divers
O caçador de pérolas
"...distribuidos em 3 niveis e pensados para ser facilmente monstados e desmonstados."
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Pérolas
Alguns dirão que é a vida
Mário Carreira, coordenador da Unidade de Emergência de Saúde Pública, está em casa hoje retido com gripe.
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Faits Divers
One fine night in Lisbon
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Pérolas
01 janeiro 2009
Gaza
Devo ser o único não-judeu da blogosfera que defende a posição de força de Israel em relação ao Hamas. Passei aliás o jantar a defender a posição de um Estado que defende "à la lettre" a sua segurança (para não dizer a sua própria existência).
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Cidadania
Ouro
Irrita-me transformar as páginas deste blog num armazém de ligações, mas tenho-o feito com frequência nos últimos tempos porque tenho andado demasiado amargo para escrever ou porque o que vou encontrando aqui e ali é de longe mais interessante do que eu mesmo tenha para dizer. Acabei de descobrir um artigo na Jonasnuts em que investi a última hora da minha existência. E fi-lo como costumo fazer com tiras de bacalhau seco: Devagarinho e pacientemente sem precipitação. E estou tão preguiçosamente estendido no sofá que nem me apetece escrever (e fico com o braço esquerdo dormente...) a minha própria descrição, coisa que a Jonas já fez. Desfrutem.
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Cidadania
Star Wars Origami
A guardar para aquelas tardes de chuva e vento (tal e qual a de hoje) em que há miudagem à solta para entreter...
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Faits Divers
Dia de raiva
Lembram-se de um filme de Joel Shumacher que deu pelo português nome de "Dia de Raiva"? (Falling Down no original), em que um desempregado psicótico (como eu respeito profundamente os desvarios dos desempregados psicóticos), decide corrigir as injustiças que o mundo lhe traz num só dia? Ao ler este relato do Francis, lembrei-me do filme...
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Faits Divers
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