05 maio 2011
Não fui eu que inventei
Recebi um pedido de ajuda em matéria de informação por parte de um estudante a concluir uma Licenciatura. O apelido é Marrão.
TEDxCovilhã

Estão a ver este programa? (Não estando, clique na imagem para ter um tamanho decente...) Calha-me a mim acordar as pessoas depois de almoço. Julgam que é fácil? Não é! É por isso que levo um martelo!
Não fui eu que inventei
Hoje conheci uma pessoa com um apelido extraordinário que dá pela graça de "Pagaime". Priceless!
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Faits Divers
Festival
Ser convidado por um primo para um Festival deste tipo e ter dúzias de mensagens de amigos e conhecidos a avisar-me de que vão realizar este "escandaloso" evento numa terra que tanto, mas tanto me diz? Ninguém merece!
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Ninguém merece
29 abril 2011
Geek, disse ele...
Há muitos anos, mesmo muitos, tive um Professor de Filosofia (onde andas, Manuel Sá Couto?) que. em pleno ensino nocturno, pegava nos alunos e os levava a um Pub de Lisboa e aí lhes teorizava sobre Freud e alguns outros cromos. É verdade que os pensamentos de Carl Jung se tornam muito mais perceptíveis a partir do terceiro Gin, mas isso não implica que alunos e professores produzissem menos do que o esperado. Recordo-me bem de uma certa noite todo um bar, funcionário incluído, discutir Pavlov de forma alterosa e de um senhor de gravata minúscula nos acusar de tentarmos parecer que sabíamos mais do que efectivamente tínhamos conseguido aprender. Defendia ele que bastava um bom stock de frases e vocabulário "esquisito" para darmos ares de sabichões, coisa que efectivamente não éramos, e alguns de nós não ousaríamos vir a ser.
Foi numa dessas noites de Gin que Manuel Sá Couto, depois de me ensinar a técnica correcta de espremer uma fatia de limão com uma varinha de plástico ridícula, me contou uma fábula que não esqueci passado todo este tempo:
"Era uma vez um homem que não sabia de que era composta a água. Aflito, consultou o professor da aldeia, que, paternalmente explicou ao homem que a água não passava de um composto de moléculas de oxigénio e de hidrogénio numa determinada proporção. O homem agradeceu muito e saiu. A partir daquele momento, dizia o professor, o homem aumentara o seu desconhecimento. Entrara não sabendo o que era uma coisa, saíra desconhecendo o que eram mais três. A água, o oxigénio e o hidrogénio..."
Lembro-me disto quase todos os dias, sobretudo quando falo em público sobre questões técnicas. Abomino o "informatiquês", mas é uma batalha que estou a perder. Pegue-se num exemplo simples: Um texto de pouca extensão mas que é um bom exemplo de linguagem que o comum mortal pode não dominar. E não domina. Fiz uma sondagem rápida a pouco mais de quatro mil pessoas. Pedi que levantasse o braço quem não soubesse o significado do termo "crowdsourcing". Quarenta e sete pessoas responderam "De facto não sei".
E agora, pergunto eu? Temos de obrigar os receptores a ir em busca do significado das expressões ou ensinamos-lhe nós, os emissores (como de resto aprendi nos livros que é como se deve fazer...). Desistimos?
Foi numa dessas noites de Gin que Manuel Sá Couto, depois de me ensinar a técnica correcta de espremer uma fatia de limão com uma varinha de plástico ridícula, me contou uma fábula que não esqueci passado todo este tempo:
"Era uma vez um homem que não sabia de que era composta a água. Aflito, consultou o professor da aldeia, que, paternalmente explicou ao homem que a água não passava de um composto de moléculas de oxigénio e de hidrogénio numa determinada proporção. O homem agradeceu muito e saiu. A partir daquele momento, dizia o professor, o homem aumentara o seu desconhecimento. Entrara não sabendo o que era uma coisa, saíra desconhecendo o que eram mais três. A água, o oxigénio e o hidrogénio..."
Lembro-me disto quase todos os dias, sobretudo quando falo em público sobre questões técnicas. Abomino o "informatiquês", mas é uma batalha que estou a perder. Pegue-se num exemplo simples: Um texto de pouca extensão mas que é um bom exemplo de linguagem que o comum mortal pode não dominar. E não domina. Fiz uma sondagem rápida a pouco mais de quatro mil pessoas. Pedi que levantasse o braço quem não soubesse o significado do termo "crowdsourcing". Quarenta e sete pessoas responderam "De facto não sei".
E agora, pergunto eu? Temos de obrigar os receptores a ir em busca do significado das expressões ou ensinamos-lhe nós, os emissores (como de resto aprendi nos livros que é como se deve fazer...). Desistimos?
27 abril 2011
Go Barbra!
Provavelmente sou o último humano do planeta a ter tropeçado nisto, mas não resisti a fazer uma versãozinha personalizada daquela música irritante que parece perseguir-me onde quer que eu vá...
Ide! Ide e abusai!
Ide! Ide e abusai!
O caçador de pérolas
25 abril 2011
24 abril 2011
23 abril 2011
Grande poeta é o povo
A notícia é peculiar, que ninguém duvide, mas os comentários não lhes ficam atrás...
Via Frederico Lopes
Via Frederico Lopes
21 abril 2011
Caro Ricardo Rodrigues
Caro Candidato Ricardo Rodrigues,
Acabei de constatar que a Comissão Política do Partido Socialista integrou V.Exa nas listas de candidatos deste Partido a deputados nas próximas eleições legislativas. Integra V.Exa a lista do círculo eleitoral dos Açores e dela é mesmo o número um.
Espantado fico, enquanto cidadão que V.Exa tenha conseguido sobreviver fisicamente ao cargo para o qual foi eleito, uma vez que foi público e notório que o salário que a República lhe dá em troca da sua nobre missão, não é o bastante para uma alimentação minimamente digna.
Perdoe-me se assim não seja, se porventura falto à verdade, se divago ou especulo. É que terei sido dos primeiros cidadãos que o questionaram, civilizada e educadamente, pedindo-lhe que confirmasse o despacho noticioso que acabara de ler, ainda nem publicado.
É que, caro Senhor, sou um crente da democracia e usei um meio ao meu alcance, posto à minha disposição pela República que integro enquanto cidadão, para o contactar. Optou V.Exa por me ignorar. É um direito que lhe assiste, o de fazer do seu eleitor um mero adereço. Devolvo-lhe agora o gesto, ignorando-o a si e ao seu Partido, prometendo a mim mesmo e à minha consciência política que enquanto o indigente Ricardo Rodrigues (por ora candidato a Deputado da nação) constar das listas do Partido Socialista, o mesmo não obterá o meu voto.
Se V.Exa não se incomoda, porque terei eu de me incomodar?
Cordiais cumprimentos
Pedro Aniceto
Acabei de constatar que a Comissão Política do Partido Socialista integrou V.Exa nas listas de candidatos deste Partido a deputados nas próximas eleições legislativas. Integra V.Exa a lista do círculo eleitoral dos Açores e dela é mesmo o número um.
Espantado fico, enquanto cidadão que V.Exa tenha conseguido sobreviver fisicamente ao cargo para o qual foi eleito, uma vez que foi público e notório que o salário que a República lhe dá em troca da sua nobre missão, não é o bastante para uma alimentação minimamente digna.
Perdoe-me se assim não seja, se porventura falto à verdade, se divago ou especulo. É que terei sido dos primeiros cidadãos que o questionaram, civilizada e educadamente, pedindo-lhe que confirmasse o despacho noticioso que acabara de ler, ainda nem publicado.
É que, caro Senhor, sou um crente da democracia e usei um meio ao meu alcance, posto à minha disposição pela República que integro enquanto cidadão, para o contactar. Optou V.Exa por me ignorar. É um direito que lhe assiste, o de fazer do seu eleitor um mero adereço. Devolvo-lhe agora o gesto, ignorando-o a si e ao seu Partido, prometendo a mim mesmo e à minha consciência política que enquanto o indigente Ricardo Rodrigues (por ora candidato a Deputado da nação) constar das listas do Partido Socialista, o mesmo não obterá o meu voto.
Se V.Exa não se incomoda, porque terei eu de me incomodar?
Cordiais cumprimentos
Pedro Aniceto
20 abril 2011
Moshi ClearGuard

Há mais de trinta anos que matraqueio teclados. Pesados, leves, magros, gordos, já de tudo um pouco me passou pela ponta dos dedos. Uma coisa em comum a todos, ou quase todos eles: A existência de capas protectoras que impedissem a sujidade, pó, cinza (sim, cinza...) de penetrar no respectivo interior e diminuir-lhes o tempo de vida útil. Mas nenhuma delas me convenceu. Ou porque eram demasiado espessas e com isso dificultavam o curso da tecla, ou demasiado móveis, saltando do lugar e atrapalhando mais do que ajudam. Hoje experimentei uma nova solução para o teclado do Macbook Pro onde normalmente opero. É da Moshi, chama-se ClearGuard e é finíssima, super maleável e depois de acomodada no sítio quase se torna imperceptível (além de aderir ao alvéolo do teclado e dele não saltar com facilidade) Agrada-me de sobremaneira e alguns de vocês sabem como eu sou difícil de contentar... Um único contra, de que é difícil acusar o produto em si mesmo: A iluminação da minha sala de trabalho é directamente na vertical do teclado e a luz reflectida impede a visão clara das teclas e dos respectivos símbolos. É, para mim, quase um detalhe, mas pode ser aborrecido para outros utilizadores. À venda na TB STORE pelo preço de Euro 17.90
19 abril 2011
SIC Online - Final da Taça da Liga
No próximo Sábado, acompanhe todos os detalhes da Final da Taça da Liga no jogo de Coimbra, um apetecível Benfica x Paços de Ferreira. No Twitter, basta seguir as contas @pedroaniceto, @nluz e utilizar a hashtag #tliga para que os seus comentários sejam integrados no quadro interactivo da SIC Online. Onde quer que esteja, siga as emoções da Final da Taça da Liga e participe. O jogo será transmitido em sinal aberto pela SIC, e desde manhã cedo a equipa da SIC, na qual estarei integrado, estará no Estádio Cidade de Coimbra, para o manter actualizado de todos os pormenores desta final.
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