27 junho 2012
26 junho 2012
Be the One! Um relógio para ganhar
O "Reflexões de um cão com pulgas" e a One Watch Company, vão entregar um relógio ONE, Modelo Portugal Terra dos Sonhos, igualzinho ao mostrado nesta página, ao melhor texto que for publicado na web sob o tema "Portugal Terra dos Sonhos",
Efeitos Secundários
Elsa Moreira
Princesa das Birras
João Tiago
Engenharia Portugal
O nome do vencedor será anunciado às 23:00 de Segunda Feira, dia 23 de Julho
Até 15 de Julho, publique no seu Blog, ou página Web um texto subordinado ao tema "Portugal Terra dos Sonhos", texto que não deverá ter mais de 2500 caracteres (com espaços). Depois de publicado, venha à caixa de comentários deste post e indique-nos o respectivo link, para que o seu texto seja integrado na lista de participantes abaixo listados. Entre os dias 15 e 20 de Julho, escolherei aquele que for considerado o melhor dos textos participantes e ao vencedor será entregue um exemplar do relógio "One Portugal Terra dos Sonhos" no valor de 65 Euros.
Aos teclados!
Lista de textos em competição:
Corvo VicenteEfeitos Secundários
Elsa Moreira
Princesa das Birras
João Tiago
Engenharia Portugal
O nome do vencedor será anunciado às 23:00 de Segunda Feira, dia 23 de Julho
25 junho 2012
É todo um mundo novo
Esta é daquelas ideias que me faz interrogar "Mas porque raio é que ainda não tinha pensado nisto?". E se pensarmos um nadinha, a produção é mínima, e o resultado pode ser eficaz. Pelo menos enquanto o conceito não se espalhar. Sim, porque se uma agência imobiliária toma isto como standard, we're doomed!
Sugestão: Paula Pico
Sugestão: Paula Pico
24 junho 2012
Garage Sale
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Cadeado de segurança para equipamento electrónico que disponha da entrada conhecida como "Kensington Slot", que permite prender fisicamente o aparelho, sem parafusos ou furações, a qualquer estrutura física. Em estado novo. 30 Euros (PVP comum: 40 Euros)
II) Smart Cover Apple
A Smart Cover é um acessório para iPad2 e New iPad (segunda e terceira gerações) que adere magneticamente ao equipamento e que permite posicionar o mesmo em várias posições quando apoiado sobre uma superfície. Este exemplar, em pele, cor Bronze está em estado novo (caixa selada). 50 Euros. (PVP comum: 69 Euros)
III) MagSafe Power Adapter 85W
Transformador de Macbook Pro de 15 e 17" (também compativel com máquinas de 13 polegadas). Unidade nova (sem caixa) 65 Euros. (PVP Comum: 80 Euros)
IV) MagSafe Power Adapter 45W
Transformador de Macbook Air (excepto última geração). Unidade nova (sem caixa) 65 Euros. (PVP comum: 79 Euros)
Portes por conta do comprador. Contactos para este email.
A Smart Cover é um acessório para iPad2 e New iPad (segunda e terceira gerações) que adere magneticamente ao equipamento e que permite posicionar o mesmo em várias posições quando apoiado sobre uma superfície. Este exemplar, em pele, cor Bronze está em estado novo (caixa selada). 50 Euros. (PVP comum: 69 Euros)
III) MagSafe Power Adapter 85W
Transformador de Macbook Pro de 15 e 17" (também compativel com máquinas de 13 polegadas). Unidade nova (sem caixa) 65 Euros. (PVP Comum: 80 Euros)
IV) MagSafe Power Adapter 45W
Transformador de Macbook Air (excepto última geração). Unidade nova (sem caixa) 65 Euros. (PVP comum: 79 Euros)
Portes por conta do comprador. Contactos para este email.
22 junho 2012
Hoje caça o leitor
19 junho 2012
17 junho 2012
The Marmalade (Creative Effects)
Não percebo um boi de high speed video shooting, mas babo-me sempre que vejo trabalhos de excepção. E neste link há alguns.
"We see geniuses..."
16 junho 2012
"Chato" até à medula
Há muita gente que me "acusa" de por vezes querer como que "obrigar" as pessoas a mexerem-se, a irem para lá do cantinho de conforto das suas próprias vidas. É um facto, nunca me ofendi (mas também nunca pensei em dizer o que penso daqueles que são demasiado preguiçosos para ajudar quem efectivamente precisa). Não vos peço que leiam, peço-vos que se mexam. E mexer-se, neste caso, significa ir ao Forum Picoas (Salão Nobre) em Lisboa ao Saldanha, na próxima terça-feira, entre as 10 e as 15, preencher um papelinho, dar uma gota de sangue e inscrever-se como dador de medula. E sair de alma quentinha a pensar que um dia o seu telefone pode tocar e ouvir do outro lado a voz de alguém a convocá-lo para o maior desafio da sua vida.
15 junho 2012
Esta noite no Arena Gdansk
Há adeptos de futebol em todos os países e depois há... irlandeses. Se houver um prémio de entusiasmo, apoio, amor pelos seus símbolos sem uma ponta que seja de mau perder, que seja rapidamente entregue à Selecção da Irlanda, que ontem mesmo, esmagada pelo futebol espanhol, castigada com quatro golos sem resposta (conta que poderia ter sido muitíssimo maior...), responde com fair-play e a confissão de que durante 90 minutos nada mais fizeram que "caçar fantasmas", como escutei agora mesmo a um médio irlandês em declarações a uma estação de televisão. Nas bancadas foi a festa. A festa, meus senhores. Cânticos consecutivos, afinadissimos,de um fervor quase religioso, capazes de me fazer sentir arrepiar, comum adepto, nada dado a grandes empolgamentos ou a crenças divinas. Cânticos, meus caros, entoados a plenos pulmões e com uma alma imensa bem visível quando a sua equipa, aquela por quem se mascaram a preceito numa amálgama verde está à beira do colapso no resultado. Não tenho qualquer dúvida de que aqueles minutos a partir do octogésimo quarto e até ao final da partida, ficarão para sempre na mente de quem teve o privilégio de a eles assistir, bem como na História deste Europeu de futebol. São às centenas as homenagens de amantes de futebol que estão a ser deixadas nos comentários do Youtube, por gente que nunca esteve esta noite no Arena Gdansk.
Não deve ser fácil para nenhum adepto, viajar milhares de quilómetros com todos os sacrifícios que isso implica e festejar um jogo de futebol como o faz esta gente que dignifica e de que maneira a essência do futebol que tantas e tantas vezes julgo perdida para sempre. E guardo também a decepção de um outro jogador irlandês que pediu publicamente desculpa pelo facto da sua equipa não ter sequer conseguido marcar um golo, um só golo, para que as bancadas pudessem ser recompensados pelo orgulho e crédito que dão ao seu país. É bonito. Muito bonito. E dá que pensar.
Este assunto interessou-me de sobremaneira e sobre ele quero deixar duas notas adicionais: Algum do ambiente do Arena Gdansk ontem ao fim da tarde pode ser saboreado em múltiplos testemunhos de gente de um grande número de nacionalidades em vídeos e comentários de Youtube. Um desses videos, aqui deixado pelo leitor Kit0 (comentario que agradeço deveras), pode ser visto aqui. O outro factor que me chamou a atenção, foi o nome do hino cantado com fervor pelas bancadas. The fields of Athenry é uma canção popular irlandesa, que tem a peculiaridade de ter a sua letra vindo a ser adaptada a variados eventos desportivos, mas também a ser uma arma política e social. Durante os períodos de maior tensão militar, era cantada nos estádios (de futebol mas não só) uma letra com alusões directas ao Sinn Féin. A letra original, mais "escutável" pode ser apreciada aqui. (Obrigado ao Arcebispo de Cantuária). E não deixa dúvida alguma sobre o envolvimento emocional de quem a entoa. É uma balada triste, (tristíssima) que conta originalmente a partida de um condenado da Grã-Bretanha para Botany Bay, a colónia penal em terras austrais, pelo roubo de milho a um senhor irlandês, Lord Trevallion ainda hoje considerado uma das figuras mais infames da História irlandesa.
"...Against the famine and the Crown, I rebel, they cut me down..."
Não deve ser fácil para nenhum adepto, viajar milhares de quilómetros com todos os sacrifícios que isso implica e festejar um jogo de futebol como o faz esta gente que dignifica e de que maneira a essência do futebol que tantas e tantas vezes julgo perdida para sempre. E guardo também a decepção de um outro jogador irlandês que pediu publicamente desculpa pelo facto da sua equipa não ter sequer conseguido marcar um golo, um só golo, para que as bancadas pudessem ser recompensados pelo orgulho e crédito que dão ao seu país. É bonito. Muito bonito. E dá que pensar.
Este assunto interessou-me de sobremaneira e sobre ele quero deixar duas notas adicionais: Algum do ambiente do Arena Gdansk ontem ao fim da tarde pode ser saboreado em múltiplos testemunhos de gente de um grande número de nacionalidades em vídeos e comentários de Youtube. Um desses videos, aqui deixado pelo leitor Kit0 (comentario que agradeço deveras), pode ser visto aqui. O outro factor que me chamou a atenção, foi o nome do hino cantado com fervor pelas bancadas. The fields of Athenry é uma canção popular irlandesa, que tem a peculiaridade de ter a sua letra vindo a ser adaptada a variados eventos desportivos, mas também a ser uma arma política e social. Durante os períodos de maior tensão militar, era cantada nos estádios (de futebol mas não só) uma letra com alusões directas ao Sinn Féin. A letra original, mais "escutável" pode ser apreciada aqui. (Obrigado ao Arcebispo de Cantuária). E não deixa dúvida alguma sobre o envolvimento emocional de quem a entoa. É uma balada triste, (tristíssima) que conta originalmente a partida de um condenado da Grã-Bretanha para Botany Bay, a colónia penal em terras austrais, pelo roubo de milho a um senhor irlandês, Lord Trevallion ainda hoje considerado uma das figuras mais infames da História irlandesa.
"...Against the famine and the Crown, I rebel, they cut me down..."
14 junho 2012
11 junho 2012
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Quer então dizer que há um guia impresso, de Restaurantes, Cafés e Bares da cidade do Porto que tem na capa um insulto expresso ao Presidente da Câmara da mesma cidade? E é coisa assumida, não parece ser erro de produção, a avaliar pelos comentários.
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