30 junho 2010
Act different
"São essas as regras? Então puta que pariu a administração da empresa", foi o que eu ouvi da boca de um cliente num momento de profunda exaltação (espúria, por sinal...). Houve ali um breve momento meu de tensão muscular, aquele milésimo de segundo em que temos de reagir. É absolutamente espantosa a quantidade de coisas que planeamos dizer ou fazer em momentos como este. Os cemitérios estão cheios de pessoas que deixaram escapar desabafos que soaram inapropriados. Num dia mau, podia perfeitamente ter-lhe dado um abraço e dito "Eh pá, bem vindo ao clube...". Mas não. Aguardei que o processo burocrático de pagamento terminasse, ajudei-o a levar à viatura um volumoso objecto e cumprimentei-o dizendo-lhe: "Quanto à sua mensagem, transmiti-la-ei.". O sacana riu-se. O sacana riu-se!
29 junho 2010
iPad finger painting
A aplicação chama-se Brushes, a mesma ferramenta que permitiu ao ilustrador português Jorge Colombo produzir trabalhos digitais em iPhone que chegaram a ser capa da New Yorker. Agora, usando a mesma ferramenta, David Kassan usou um iPad. Durante três horas retratou um modelo e este video condensa, de forma espectacular, a impressionante demonstração de técnica de pintura digital.
30 anos de informática
Esqueci-me. Ou como diria o outro "não me lembrei", mas no passado dia 1 de Junho passaram trinta anos, sim, trinta anos sobre o dia em que me empreguei numa empresa de informática. Trinta anos. As coisas que eu já vi mudar... E as vezes que já me espantei com a inovação e a tecnologia. É verdade que hoje as mudanças não me marcam tanto como já o fizeram no passado. Habituamo-nos à mudança e convivemos com aquilo que nos fez em tempos abrir a boca de espanto como se da coisa mais banal do mundo se tratasse. Ontem mesmo, ao ler a versão iPad da Revista Wired exclamei para mim mesmo "Já posso dizer: Eu vi o futuro!". Como o disse da primeira vez que vi um monitor CRT, ou como o tinha dito quando vi a minha primeira transmissão de tele-foto, ou como não cheguei a dizer da primeira vez que experimentei uma porta automática em 1972... Trinta anos. Fuck! (Está vivo o homem que me fez embarcar nesta aventura. O homem que me entrevistou e que não me deixou dizer quase nada. Chama-se Gastão Ferreira e este post é uma homenagem tardia).
O caçador de pérolas

Público Online, imagem enviada por Nuno Santos (A imagem foi substituída por falta de acordo quanto à grafia de Telefonica)
O Conde
O Conde chega à sua mansão e o Mordomo, atento e solícito como habitualmente abre-lhe a porta principal e reverencialmente saúda o seu amo:
"- Entra, meu grande filho da puta, de onde virás tu com essa cara de mariconço?"
Ao que o Conde, sorridente, lhe responde:
"- De comprar um aparelho auditivo novo..."
"- Entra, meu grande filho da puta, de onde virás tu com essa cara de mariconço?"
Ao que o Conde, sorridente, lhe responde:
"- De comprar um aparelho auditivo novo..."
Making Of Maria Clementina
Surpresa, surpresa, é encontrar o meu amigo Filipe Ribeiro da Macaddress no Making Of de um video-clip que ainda há dias publiquei... (É o técnico que abre o Mac e extrai os cromos...)
28 junho 2010
Gastronomia Açoriana
Esta é dedicada aos muitos amigos açorianos de nascimento e adopção, muitos deles leitores assíduos deste blog. A um deles, João Vasconcelos Costa, gastrónomo emérito, cozinheiro de fama comprovada pessoalmente, desafio-o a escrever-me a letra completa desta canção, que algumas partes, mesmo para um ouvido treinado na cerrada pronúncia micaelense, permanecem ainda absolutamente indecifráveis. Ouvir aqui. (Bruno, isto era material bom para as "Músicas improváveis" do Tubo de Ensaio...)
27 junho 2010
26 junho 2010
Down Memory Lane
..."As pessoas da minha geração - finais dos anos 50 - recordam o choque que causou o esmagador começo da Coreia do Norte frente a Portugal no Mundial de 1966. Em Espanha tínhamos acabado de tornar o Benfica num mito, porque terminara com a hegemonia do Real Madrid na Taça dos Campeões Europeus. Era uma Espanha de exilados, emigrantes, pobres, uma ditadura, um país que só podia orgulhar-se das vitórias da aquela equipa inesquecível, encabeçada por Di Stéfano e Puskas. Só os ricos tinham televisão. Para a nossa geração, o futebol aprendia-se na rua e na rádio. A minha memória infantil evoca nomes míticos, jogadores que não via mas que pareciam omnipresentes nos relatos radiofónicos. Eusébio foi o primeiro deles. Os comentadores espanhóis mudavam o tom de voz quando pegava na bola. Produzia uma sensação imediata de ameaça, logo captada pelo narrador, atormentado pelas diabruras do jogador do Benfica. Para muitas crianças espanholas, Eusébio era o verdadeiro Pelé. A estrela brasileira representava um mito longínquo, um estrangeiro. Eusébio era um vizinho, um Deus fulgurante que só encontrava antídoto no Barça e no Real Madrid.
O seu nome regressa agora à lembrança, depois da nova esmagadora vitória de Portugal sobre a Coreia do Norte, num jogo que não teve, contudo, nenhuma das situações épicas do duelo de 1966. Naquela tarde, nós, os jovens, escutámos estupefactos os golos da inquietante equipa asiática. Nada menos que três marcados à equipa de Coluna, José Augusto, Torres, Eusébio e Simões. Para quem associava essa linha avançada ao melhor do futebol, era impossível compreender a magnitude da tragédia. Desse tipo de situações só se sai se tiveres um herói nas tua fileiras. Foi assim que chegaram, um a um, os golos de Eusébio. Marcou quatro num dos jogos mais memoráveis da história dos Mundiais. Para Portugal significou a felicidade e a consagração daquela maravilhosa equipa. Em Espanha, uma criança decretou que nenhum jogador podia comparar-se com Eusébio. Nem sequer Pelé."
Santiago Sgurola, Director adjunto de A Marca
O seu nome regressa agora à lembrança, depois da nova esmagadora vitória de Portugal sobre a Coreia do Norte, num jogo que não teve, contudo, nenhuma das situações épicas do duelo de 1966. Naquela tarde, nós, os jovens, escutámos estupefactos os golos da inquietante equipa asiática. Nada menos que três marcados à equipa de Coluna, José Augusto, Torres, Eusébio e Simões. Para quem associava essa linha avançada ao melhor do futebol, era impossível compreender a magnitude da tragédia. Desse tipo de situações só se sai se tiveres um herói nas tua fileiras. Foi assim que chegaram, um a um, os golos de Eusébio. Marcou quatro num dos jogos mais memoráveis da história dos Mundiais. Para Portugal significou a felicidade e a consagração daquela maravilhosa equipa. Em Espanha, uma criança decretou que nenhum jogador podia comparar-se com Eusébio. Nem sequer Pelé."
Santiago Sgurola, Director adjunto de A Marca
Vox Populi
"Recessão é quando o vizinho perde o seu emprego, depressão quando perdes o teu e recuperação quando Sócrates perder o dele." Via Vasconcelos Costa
25 junho 2010
24 junho 2010
(Santa Engrácia) A origem das expressões
"Isso demora tanto tempo que parece uma obra de Santa Engrácia" é a expressão tipicamente utilizada em Portugal para designar uma tarefa ou empreendimento cuja conclusão se arrasta no tempo sem dar sinais de algum dia vir a ser completada. Santa Engrácia dá nome a uma igreja (já desaparecida), cuja localização em Lisboa estava construída no exacto local onde hoje está edificado o Panteão Nacional. Esta igreja, que foi construída por decisão da Infanta D.Maria, filha de D.Manuel I, veio mais tarde a ser fortemente danificada por um temporal, que motivou a sua completa reconstrução. A primeira pedra do actual edifício de estilo Barroco que alberga o Panteão, foi colocada em 1682, mas as obras demoraram tanto tempo que o edifício só viria a ser terminado em 1966, dando origem à expressão "Obras de Santa Engrácia".
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Expressões
Batalha de S.Mamede
Faz hoje dia 24 de Junho, oitocentos e oitenta e dois anos que se deu a Batalha de S.Mamede, dia que viria a ficar na História como o dia em que D. Afonso Henriques bateu na sua mãe D. Teresa. (Também terá dado umas arrochadas no Conde Fernão Peres de Trava, mas nao é isso que gostamos de recordar...)
23 junho 2010
22 junho 2010
Veio a Maria Clementina
A letra é estranha, alguns de nós até a considerarão machista em demasia, mas o raio da musiqueta é orelhuda como o diabo...
Dive! Dive! Dive!
1891 Submarino Fontes (Nunca passou da fase de projecto em modelo experimental)
1912 Submarino Espadarte, abatido ao efectivo (Classe Goubet)
1918 Submarinos Foca, Hidra e Golfinho, abatidos ao efectivo (Classe Goubet)
1948 Submarinos Narval, Náutilo e Neptuno, abatidos ao efectivo (Classe Neptuno)
1967 Submarinos Albacora, Barracuda e Delfim, abatidos ao efectivo, Cachalote transferido para o Paquistão (Classe Albacora),
2011 Submarinos Tridente e Arpão (Classe Tridente)
Fica para a Secção Cultura Geral que nunca se sabe onde poderá ser usada a enumeração das cinco esquadras de submersíveis da Marinha Portuguesa
1912 Submarino Espadarte, abatido ao efectivo (Classe Goubet)
1918 Submarinos Foca, Hidra e Golfinho, abatidos ao efectivo (Classe Goubet)
1948 Submarinos Narval, Náutilo e Neptuno, abatidos ao efectivo (Classe Neptuno)
1967 Submarinos Albacora, Barracuda e Delfim, abatidos ao efectivo, Cachalote transferido para o Paquistão (Classe Albacora),
2011 Submarinos Tridente e Arpão (Classe Tridente)
Fica para a Secção Cultura Geral que nunca se sabe onde poderá ser usada a enumeração das cinco esquadras de submersíveis da Marinha Portuguesa
Exame de aflição de português
Eis o enunciado da prova de hoje de Língua portuguesa. Tem cinco minutos para detectar o maior número possível de erros e eventualmente deixar um comentário sobre o drama. Aqui
O caçador de pérolas
Ficará para sempre na minha memória, tenho a certeza absoluta disso mesmo, o dia em que um comercial da minha empresa me confidenciou que um cliente lhe perguntou se ele tinha para entrega "Dêvêdês da baleia"...
21 junho 2010
20 junho 2010
19 junho 2010
18 junho 2010
Grupo Parlamentar do PSD e José Saramago
Aquilo que foi feito hoje pela conta Twitter do Grupo Parlamentar do Partido Social Democrata a propósito da morte de José Saramago, é um desrespeito e uma absoluta falta do mais elementar princípio de responsabilidade institucional. Como alguém disse no próprio Twitter (e perdoem-me que não me lembro do nome do autor), "Não são comediantes, são parlamentares". O tweet rapidamente foi retirado, esfumou-se, como rapidamente se esfuma a memória eleitoral, mas fica aqui para referência futura. (Imagem via @31dasarrafada)
Liebherr, maquinaria pesada
Invistam dez minutos na visualização desta operação de um manobrista da Liebherr, conceituada marca de maquinaria pesada e digam lá se o homem não tem mãozinhas para a coisa.
José Saramago
"Quando Joana Carda riscou o chão com a vara de negrilho, todos os cães de Cerbère começaram a ladrar."
Jangada de Pedra - José Saramago
"Foi só muitos anos depois, quanto o meu avô já se tinha ido deste mundo e eu era um homem feito, que vim a compreender que a avó, afinal, também acreditava em sonhos. Outra coisa não podería significar que, estando ela sentada, uma noite, à porta da sua pobre casa, onde então vivia sozinha, a olhar as estrelas maiores e menores por cima da sua cabeça, tivesse dito estas palavras: "O mundo é tão bonito, e eu tenho tanta pena de morrer". Não disse medo de morrer, disse pena de morrer, como se a vida de pesado e contínuo trabalho que tinha sido a sua estivesse, naquele momento quase final, a receber a graça de uma suprema e derradeira despedida, a consolação da beleza revelada. Estava sentada à porta de uma casa como não creio que tenha havido alguma outra no mundo porque nela viveu gente capaz de dormir com porcos como se fossem os seus próprios filhos, gente que tinha pena de ir-se da vida só porque o mundo era bonito, gente, e este foi o meu avô Jerónimo, pastor e contador de histórias, que, ao pressentir que a morte o vinha buscar, foi despedir-se das árvores do seu quintal, uma por uma, abraçando-se a elas e chorando porque sabia que não as tornaria a ver."
Memórias - José Saramago
Jangada de Pedra - José Saramago
"Foi só muitos anos depois, quanto o meu avô já se tinha ido deste mundo e eu era um homem feito, que vim a compreender que a avó, afinal, também acreditava em sonhos. Outra coisa não podería significar que, estando ela sentada, uma noite, à porta da sua pobre casa, onde então vivia sozinha, a olhar as estrelas maiores e menores por cima da sua cabeça, tivesse dito estas palavras: "O mundo é tão bonito, e eu tenho tanta pena de morrer". Não disse medo de morrer, disse pena de morrer, como se a vida de pesado e contínuo trabalho que tinha sido a sua estivesse, naquele momento quase final, a receber a graça de uma suprema e derradeira despedida, a consolação da beleza revelada. Estava sentada à porta de uma casa como não creio que tenha havido alguma outra no mundo porque nela viveu gente capaz de dormir com porcos como se fossem os seus próprios filhos, gente que tinha pena de ir-se da vida só porque o mundo era bonito, gente, e este foi o meu avô Jerónimo, pastor e contador de histórias, que, ao pressentir que a morte o vinha buscar, foi despedir-se das árvores do seu quintal, uma por uma, abraçando-se a elas e chorando porque sabia que não as tornaria a ver."
Memórias - José Saramago
As Pulgas vão à África do Sul!
É verdade, vamos proporcionar aos leitores uma visita à África do Sul, mais precisamente aos jogos do Campeonato do Mundo 2010. Para iniciar a candidatura, clique aqui.
17 junho 2010
Puzzling
Registe os três primeiros algarismos do seu telefone móvel de um operador português (descarte o indicativo 91, 93 ou 96). Multiplique esse número por 80. Some 1. Multiplique o resultado por 250. Some esse número com os quatro últimos dígitos do seu telefone. Some de novo esses quatro dígitos. Subtraia 250 ao total e divida por dois. Reconhece o resultado?
TimeOut (Dubai)
A Revista TimeOut do Dubai decidiu publicar uma foto com dois portugueses que por lá andam, a propósito do Campeonato do Mundo de Futebol. Há uma pequena gralha no nome de um deles. Não digo qual, para que o leitor se entretenha... Imagem via Pedro Bandeira.
16 junho 2010
MEO (Sem Vuvuzelas)
A partir de hoje, será possível assistir ao Campeonato do Mundo de Futebol em alguns operadores sem sentir os efeitos nefastos das Vuvuzelas, essas cornetas do Demo, que serão filtradas digitalmente e a emissão poderá ser "servida" sem essa frequência estupidamente irritante. Não é magia, é a técnica ao serviço do cliente. O hardware usado? Guess...
O caçador de pérolas
..." Isto e uma coisa IMPRECIONANTE! Eu fartei-me de estudar as conjunçoes, os Lusiadas, o Auto da Barca do Inferno, e nao saiu nada!"
15 junho 2010
Alarme social
Ela é uma estrela mundial da música, senhora de fino humor (e dizem, que eu não confirmo) com um feito muito difícil. Que nunca comigo usou de vedetismo, a quem nunca escutei como a alguns outros um "Mas sabe quem eu sou?". Também por isso gosto muito dela, trata-me lindamente e visita-me sempre que as suas maçãs precisam, ou dos meus cuidados ou de mais companhia. Veio ter comigo na semana passada. Arrumado verdadeiro motivo da visita confidenciou-me que estava zangada, que vinha fula depois de ter visitado uma grande superfície comercial espanhola aqui em Lisboa. Tentei saber a razão, nunca a tinha visto tão zangada. "Passei em Barcelona a semana passada e fui às compras...". Abriu um saco e mostrou-me um blazer. "Esqueceram-se de tirar o alarme..." e mostrou-me a rodela de plástico firmemente agarrada numa das extremidades do tecido. "Fui agora ali a S.Sebastião e expliquei-lhes o que aconteceu. Levei a factura para comprovar que não ando por aí a roubar roupa nas lojas...". Sorri, a antever uma história deliciosa. "Quer acreditar que me disseram que tinham de pedir autorização? Levaram um tempão e acabaram por me recusar tirar esta porcaria do casaco?". Exibiu-me a factura, como se fosse efectivamente preciso. Peguei na maquineta dos alarmes, passei-a no gancho magnético e libertei-a do disco de plástico. Ofereci-lho. E pedi que quando voltasse a Barcelona fosse à loja devolvê-lo. Rimo-nos bastante e com gosto.
O caçador de pérolas
"...Desde mais pesso desculpa pela demora, devido a um precauso, nao contado,..."
13 junho 2010
12 junho 2010
11 junho 2010
Jornalismo
A jornalista (ela que me desculpe se me equivoco...) Sara Ribeiro, escreve na Revista TABU do Jornal SOL, um conveniente texto sobre a Apple e a abertura de um novo Apple Premium Reseller no Chiado. Eticamente, parece-me, haveria bastante a dizer sobre este artigo, mas ninguém me encomendou o sermão de assessoria de imprensa e como nem a Comissão Parlamentar de Inquérito sabe quem são os accionistas da ONGOING, não sou eu que agora me vou deitar a adivinhar. Concentremo-nos no belíssimo trabalho de investigação descrito no texto. "...A nova loja ... junta-se assim à Apple Premium Reseller Store do Centro Comercial Colombo e à revendedora das Amoreiras, até agora as únicas em território nacional...". Sara, o meu avô dir-lhe-ia bem pode limpar as mãos à parede! Não diga a ninguém, mas a "Revendedora das Amoreiras" encerrou as portas há quase dois anos e eu que até sou ceguinho, conto em território nacional mais TRÊS Apple Premium Reseller. Eu sei que dá jeito parecerem menos, mas fica a dica.
O caçador de pérolas
Esta tomou-me algum tempo até conseguir descodificar o verdadeiro nome do produto anunciado... Imagem enviada por Tiago Presley
10 junho 2010
Heróis do mar, nobre povo
Encontrei F. com cara de caso. Perguntei das razões, se era algo de cuidado. "Segunda Feira - aposto que ele disse isto sem hífen - vou fazer um taco...". Um taco? (F. é carpinteiro). "Sim, vou fazer um taco ao hospital".
I see dead people...
Não perca esta promoção do Hotel Íbis Faro. Assistência médica presumivelmente não incluída. Imagem enviada por Jorge Laranjo
09 junho 2010
Reading Terminal Market
Não é uma novidade, mas só quem já teve a oportunidade de ver nascer uma acção destas mesmo debaixo das respectivas barbas e sentir a alegria de ter participado, mesmo como espectador, é que lhe pode dar o inteiro valor.
08 junho 2010
O caçador de pérolas
..."Ficando na expectativa de poder-mos abrir a “garrafa de champangne” o mais rapidamente possível"...
07 junho 2010
O caçador de pérolas
Eu lamento profundamente a morte desta pessoa e não pretendo fazer qualquer humor sobre esta imagem. Até porque não é o primeiro caso de acidente rodoviário em auto-estrada que as patrulhas não detectam por inexistência de marcas de embate ou destruição de rails de protecção. E também lamento que quem escreva um destes textos não tenha a mais leve ideia dos disparates que coloca online. Por muito que se escreva "a metro", por muito que me digam, como ainda há dias me disse o Director do Expresso, "que no online acontece tudo muito depressa", não há grande coisa a dizer de algo que é revelador de uma absurda falta de sensibilidade. Como se o texto fosse escrito apenas para deleite e fruição do redactor.
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