26 fevereiro 2013
Prova Oral - Antena3
O World Failurists Congress (first ever), é já a 2 de Março (próximo Sábado para os mais ausentes destas coisas de calendário). Na Quinta Feira, dia 28, a (des)Organização do WFC vai estar em força no Programa Prova Oral da Antena3, acompanhada de três dos participantes deste Congresso. Sónia Fernandes, Carlos Carreiras, Pedro Aniceto e o próprio anfitrião do programa, Fernando Alvim, responderão a questões sobre este Congresso. Falhanço certo na Antena3, na Quinta, 28 de Fevereiro, às 19:00, que Deus tenha piedade...
Se ainda não tem o seu bilhete para este cartaz poderoso, apresse-se. Visite o site do evento e nele encontra links para a bilheteira do Congresso.
FNAC 15 anos
Da esquerda para a direita: Rui Coutinho, Manuel Halpern, Pedro Vinagre, Pedro Aniceto, Henrique Monteiro
25 fevereiro 2013
Ninguém para o Benfica
É a minha única grande dúvida sobre o Acordo Ortográfico. A única alteração a que coloco objecções por achar a mesma altamente dúbia e passível de confusão na leitura. Há quase dois anos, durante a apresentação de um livro de Edite Estrela, Maria Almira Soares e Maria José Leitão e aproveitando um vivo período de perguntas e respostas entre defensores e adversários do AO, coloquei ao painel esta mesma pergunta. Como é que eu distingo um "Ninguém pára o Benfica" do novo "Ninguém para o Benfica"? Calhou a Vital Moreira (defensor do AO), responder à pergunta. O argumento base da defesa (fraca, acho eu, mas quem sou eu...) é o de que é fácil distinguir um "para" de um "pára" em termos contextuais. Não fiquei nada convencido e continuo bem ciente de que o acento neste caso faz imensa falta.
E espero que Vital Moreira seja leitor de A Bola.
E que seja benfiquista.
E que me explique agora onde raio vou eu agora buscar o contexto.
22 fevereiro 2013
Asco
O filho de um dos meus amigos foi detido, presente a juízo onde viu confirmada a sua prisão preventiva. O que faz um jornalista do Correio da Manhã? Elabora um texto onde menciona mais quem é o pai do acusado, a sua profissão, e as suas ligações profissionais mais relevantes do que essas mesmas informações sobre o alegado criminoso. Do pai, repito. Como se o pai é que fosse o centro da notícia.
Somada esta peça exemplar à capa de hoje, deve ser isto a que chamam jornalismo.
Sou amigo de ambos. Pai e filho. E estar com os meus amigos quando estes vivem dias difíceis é algo a que nunca fugi mas que não me faz perder o discernimento de distinguir o estrume das flores.
Um abraço, Antónios!
Somada esta peça exemplar à capa de hoje, deve ser isto a que chamam jornalismo.
Sou amigo de ambos. Pai e filho. E estar com os meus amigos quando estes vivem dias difíceis é algo a que nunca fugi mas que não me faz perder o discernimento de distinguir o estrume das flores.
Um abraço, Antónios!
17 fevereiro 2013
Cultura e Novas Tecnologias (FNAC)
Está confirmada a data, estão confirmados os nomes. Dia 25 de Fevereiro próximo, às 19:00 Horas na FNAC Colombo, uma conversa sobre Cultura e Novas Tecnologias com Manuel Halpern, jornalista e coordenador de Multimédia no JL, Rui Coutinho, fotógrafo e professor de fotojornalismo, Henrique Monteiro, Publisher e Director de novas plataformas do Grupo Impresa, e este vosso servo.
15 fevereiro 2013
12 fevereiro 2013
Griffin Survivor para iPhone 5
Não compro capas, faço planos de protecção de equipamento. Pode até parecer presunçoso mas não tenho outra forma de descrever a minha obsessão por capas de telefone. Devo aliás dizer que é raro comprar uma capa para um dos meus telefones iPhone. Por norma e sendo a visibilidade que lhes dou, muito grande, é comum que Distribuidores e Revendedores me façam chegar alguns exemplares para que as experimente e (preferencialmente) as adopte a uso diário. Ambos ganhamos. Não foi o caso desta Griffin Survivor Case.
Prevendo a chegada do desejado iPhone 5, tratei de me prevenir em relação a capa de protecção e o primeiro exemplar a ser considerado nem sequer foi esta. Mas era um amor antigo, este modelo existe já desde o iPhone 4S, tendo-se depois estendido a iPad e iPod. Não é uma capa estética, não foi feita para ser bonita ou discreta, faz jus ao nome que lhe deram no modelo. Não é uma capa para o dia-a-dia, mas duvido que haja outra forma tão eficaz de proteger um iPhone como com esta Griffin Survivor.
Aliás, colocar esta capa está longe de ser uma operação banal e rápida e por razões que se prendem com a eficaz protecção. O telefone é colocado dentro de uma cápsula de plástico semi-rígido com apoios laterais onde os botões têm alvéolos que vão permitir a posterior operação. Esta "concha" constitui a primeira barreira, o telefone não fica em contacto interior com as camadas posteriores que o hão-de "vestir". A segunda barreira é uma generosa capa de silicone com bom toque, rugged quanto baste, com boa textura e que permite ao telefone ter apoios altos que lhe permitirão sem qualquer risco de desgraça, que a capa seja apoiada em superfícies molhadas ou agrestes. Tem a textura do piso de um pneu e isso surpreende (ou não) o utilizador que deverá ser informado de que esta capa cumpre alguns dos requisitos americanos e ingleses de uso de equipamento militar. Ah! Pois...
Para "fechar" o conjunto e encerrar as várias camadas de protecção, resta a colocação de uma tampa frontal que tem uma forma bastante eficaz de "fechar" através de vários pontos de pressão (seis) em redor do silicone.
Eu disse que a Survivor não era uma capa simples, é verdade, o preço também o não é (57 Euros), pois torna o equipamento volumoso, mas eficazmente protegido contra choques, poeira, humidade e "tratamentos de choque" sempre dispensados por profissionais que necessitem de operar equipamentos em ambiente hostil ou sob condições complicadas.
Nenhuma das portas ou botões fica acessível directamente. Câmara, Mute button e port de carregamento possuem flaps (não são essas mariquices de plástico que as outras capas possuem e que se perdem nos primeiros trinta minutos de utilização) que não são destacáveis da capa e que permitem o acesso de cabos e dedos às respectivas funções. Esqueça a colocação do telefone em doca com esta capa colocada. Esqueça a utilização de headphones. O "grip" da capa é muito bom, mas o seu volume impede-me de, na vertical e com ele na palma da mão, conseguir atingir todo o teclado com o polegar.
O conjunto da capa inclui ainda um clip de cinto que abraça o conjunto (e que serve de stand horizontal em caso de necessidade). Aliás, uma das razões porque comprei esta capa foi precisamente porque ela trazia um clip de cinto que tinha um ligeiro defeito de fabrico. Como não o pensava usar e o preço se tornava convidativo, aproveitei a oportunidade. Mas isso serviu-me também para um pequeno teste ao suporte a clientes da Griffin. Duas linhas num email a dizer que estava "far from home" e tinha adquirido uma Survivor iPhone 5 com um problema no clip e nem uma hora depois um contacto do fabricante a pedir-me desculpa pelo facto e a requerer uma morada para o envio de um clip de substituição, grátis e sem qualquer menção de portes. Quanto à devolução do avariado, um "deixe lá isso" que me vai permitir usar este segundo clip noutra função de suporte do tablier da viatura.
A capa está disponível em várias cores (incluindo o rosa).
A Griffin Survivor é distribuída em Portugal pela Servisoft.
Prevendo a chegada do desejado iPhone 5, tratei de me prevenir em relação a capa de protecção e o primeiro exemplar a ser considerado nem sequer foi esta. Mas era um amor antigo, este modelo existe já desde o iPhone 4S, tendo-se depois estendido a iPad e iPod. Não é uma capa estética, não foi feita para ser bonita ou discreta, faz jus ao nome que lhe deram no modelo. Não é uma capa para o dia-a-dia, mas duvido que haja outra forma tão eficaz de proteger um iPhone como com esta Griffin Survivor.
Aliás, colocar esta capa está longe de ser uma operação banal e rápida e por razões que se prendem com a eficaz protecção. O telefone é colocado dentro de uma cápsula de plástico semi-rígido com apoios laterais onde os botões têm alvéolos que vão permitir a posterior operação. Esta "concha" constitui a primeira barreira, o telefone não fica em contacto interior com as camadas posteriores que o hão-de "vestir". A segunda barreira é uma generosa capa de silicone com bom toque, rugged quanto baste, com boa textura e que permite ao telefone ter apoios altos que lhe permitirão sem qualquer risco de desgraça, que a capa seja apoiada em superfícies molhadas ou agrestes. Tem a textura do piso de um pneu e isso surpreende (ou não) o utilizador que deverá ser informado de que esta capa cumpre alguns dos requisitos americanos e ingleses de uso de equipamento militar. Ah! Pois...
Para "fechar" o conjunto e encerrar as várias camadas de protecção, resta a colocação de uma tampa frontal que tem uma forma bastante eficaz de "fechar" através de vários pontos de pressão (seis) em redor do silicone.
Eu disse que a Survivor não era uma capa simples, é verdade, o preço também o não é (57 Euros), pois torna o equipamento volumoso, mas eficazmente protegido contra choques, poeira, humidade e "tratamentos de choque" sempre dispensados por profissionais que necessitem de operar equipamentos em ambiente hostil ou sob condições complicadas.
Nenhuma das portas ou botões fica acessível directamente. Câmara, Mute button e port de carregamento possuem flaps (não são essas mariquices de plástico que as outras capas possuem e que se perdem nos primeiros trinta minutos de utilização) que não são destacáveis da capa e que permitem o acesso de cabos e dedos às respectivas funções. Esqueça a colocação do telefone em doca com esta capa colocada. Esqueça a utilização de headphones. O "grip" da capa é muito bom, mas o seu volume impede-me de, na vertical e com ele na palma da mão, conseguir atingir todo o teclado com o polegar.
O conjunto da capa inclui ainda um clip de cinto que abraça o conjunto (e que serve de stand horizontal em caso de necessidade). Aliás, uma das razões porque comprei esta capa foi precisamente porque ela trazia um clip de cinto que tinha um ligeiro defeito de fabrico. Como não o pensava usar e o preço se tornava convidativo, aproveitei a oportunidade. Mas isso serviu-me também para um pequeno teste ao suporte a clientes da Griffin. Duas linhas num email a dizer que estava "far from home" e tinha adquirido uma Survivor iPhone 5 com um problema no clip e nem uma hora depois um contacto do fabricante a pedir-me desculpa pelo facto e a requerer uma morada para o envio de um clip de substituição, grátis e sem qualquer menção de portes. Quanto à devolução do avariado, um "deixe lá isso" que me vai permitir usar este segundo clip noutra função de suporte do tablier da viatura.
A capa está disponível em várias cores (incluindo o rosa).
A Griffin Survivor é distribuída em Portugal pela Servisoft.
11 fevereiro 2013
08 fevereiro 2013
A insustentável ironia
A FNAC vai em breve celebrar quinze anos de mercado português. Poucas vezes nos lembramos que existiram em Portugal dois períodos distintos, um antes e um depois da FNAC. E não foi apenas no consumo cultural, mas em bastantes outras áreas do consumo. Os meus caminhos cruzaram-se com os da FNAC em centenas de ocasiões, em Portugal e ainda adolescente nas minhas incursões a uma França que na altura se me mostrava e que me deleitava (e cujo encanto nunca se perdeu). Pessoal, mas sobretudo profissionalmente subi aqueles estrados ou percorri prateleiras em busca de conhecimento ou na partilha desse mesmo conhecimento. Parece ter sido ontem. Tenho duplos sentimentos em relação a esta marca. Se por um lado somos concorrentes na comercialização de um produto e por vezes me tiram do sério, por outro tenho por lá bons amigos acumulados ao longo destes quinze anos. Do Funchal ao Algarve, do Chiado ao Colombo. Sou capaz de citar de cor os nomes dos integrantes das espectaculares equipas de Comunicação da FNAC com quem já tive o privilégio de trabalhar. E se é verdade que eles rodam de loja em loja, não é menos verdade que continuamos a falar e nem sempre sobre deveres de ofício. Já batalhámos juntos muitas horas, mas por agora estamos em lados diferentes das barricadas (escrevi barracadas, o que também faria algum sentido...) comerciais. É a vida. Mas aquilo que é notório e relevante é que ainda assim, continuamos a ter um profundo respeito uns pelos outros. E tiro o meu chapéu a esta empresa que acaba de me convidar para uma conversa pública sobre os nossos hábitos de consumo de cultura, conversa que partilharei com três figuras incontornáveis da vida cultural portuguesa (nomes a anunciar depois de confirmados), no próximo dia 25 de Fevereiro na FNAC Colombo. Agendem. Agendem porque vai valer a pena, garanto-vos.
06 fevereiro 2013
Real time Twitter
Por muito habituados que estejamos a certos sistemas, plataformas, máquinas, etc. etc. há sempre um momento em que ficamos esmagados pelos números ou quando tomamos consciência do que acontece globalmente. Eu fiquei a olhar para isto como um puto para uma Árvore de Natal.
04 fevereiro 2013
World Failurists Congress
Já falei disto, já merece um update. O painel de oradores do World Failurists Congress está praticamente fechado e as coisas estão, salvo erro, quase no seu formato definitivo.
Este Congresso vai realizar-se no dia 2 de Março, na Casa das Histórias - Paula Rego, em Cascais. Este evento contará com Alberta Marques Fernandes como apresentadora e madrinha do evento, e terá como oradores, um generoso conjunto de pessoas que de algum modo já falharam e virão dizer-nos como, bem como mostrar o que aprenderam, falhando.
Não é um tema fácil. Explicar a uma plateia onde é que se falhou, porque é que se falhou, é tremendamente incómodo para o orador, sobretudo quando este tem um projector apontado à sua pessoa e do outro lado do clarão está uma plateia de gente que foi obrigada a levantar-se cedo. Foi por isso, e a pensar nisso, que me coube em sorte um dos últimos slots do dia. (Alguma coisa tenho aprendido...).
Mas um grupo de valorosos oradores decidiu enfrentar o desafio e propôs-se subir ao palco. Nomes como o de Celso Martinho (cofundador do SAPO), Carlos Carreiras (Presidente da Câmara Municipal de Cascais*), Pedro Domingos (PPL Crowdfunding), Fernando Alvim (Antena3, +Tvi), Susana Rodrigues (Directora da Escola de Artes e Design do Instituto Politécnico de Leiria), Maria João Nogueira (Blogger e outras actividades secretas), Pedro Janela (WYGroup), Miguel Gonçalves (Spark Agency), Sónia Fernandes (Desorganizadora do World Failurists Congress) e este vosso servo.
O bilhete para o evento pode ser adquirido nesta bilheteira que está sempre aberta e por isso sujeita correntes de ar. Pode ver ou rever o programa das festas no site do WFC bem como seguir a (des)organização pelo Twitter e/ou Facebook. Se pretender uma coisa mais recatada, mano a mano, envie-lhes um email.
* Se o usasse, tirar-lhe-ia o meu chapéu, Senhor Presidente da Câmara de Cascais. Quando a (des)organização me disse que o ia convidar, eu pensei "'tá bem, abelha!", mas enganei-me redondamente. Não só Carlos Carreiras se tornou um dos apoiantes incondicionais deste evento, como alinha com o tom geral de loucura saudável da (des)organização. Vocês estão a imaginar um Presidente da Câmara na Prova Oral, o programa do Alvim na Antena3? Eu também não estava, mas ele disse "Sim!" assim que foi alertado para esta possibilidade. E vai lá estar no dia 28 de Fevereiro a puxar pelo "seu" evento. De manga arregaçada como esteve desde o primeiro momento. Me likes!
Poker CoPilot (Análise App Mac OS X)
Poker Copilot – Esmiuçar os resultados de poker em Mac OS X
Não é que eu, repentinamente, tenha enveredado pelo poker, um jogo que claramente tem, nos últimos anos, angariado uma generosa e bastante perceptível falange de adeptos entre os portugueses, recordando-me até com devida distância no calendário, de uma outra "febre" de pano verde a que assisti nos finais dos anos 70, a do Bridge. A enorme diferença para a actualidade e que hoje em dia temos ferramentas que ajudam a tornar menos penosa a curva de aprendizagem e passada essa fase, facilitam a optimização e apuro das técnicas de jogo.
Ainda que eu, Pedro Aniceto, o não jogue, estou profissionalmente ciente das soluções existentes no mercado para a plataforma Apple e quase por dever de ofício, obrigado a conhecê-las e a mencionar-lhes a existência e, quando sobressaem, a analisá-las. É o caso em apreço, o Poker Copilot, o mais conceituado software de análise de jogo para Mac OS X. Suportando os sistemas Poker Stars, Full Tilt Poker, Winamax, Merge Network, Party Poker e Ongame Network, integra-se de forma automática no seu jogo, tornando desnecessária a intervenção técnica na instalação e progressão da análise. Precisamente por não estar na minha zona de conforto, veio em minha ajuda o leitor João Lourenço que produziu a análise que se segue.
"Quem já jogou mais que um par de mãos de poker online, sabe que um software de análise dos nossos resultados é absolutamente imprescindível. Afinal, se queremos lucrar com o poker, é preciso melhorar constantemente o nosso jogo. E para isso precisamos de saber quais são os nossos pontos fracos.
Existem diversas soluções para utilizadores Windows, mas para OS X as opções são mais limitadas. Decidi experimentar o trial de 30 dias do Poker Copilot, pois das diversas aplicações que encontrei para OS X, esta parecia ter o melhor suporte e desenvolvimento mais activo.
"Quem já jogou mais que um par de mãos de poker online, sabe que um software de análise dos nossos resultados é absolutamente imprescindível. Afinal, se queremos lucrar com o poker, é preciso melhorar constantemente o nosso jogo. E para isso precisamos de saber quais são os nossos pontos fracos.
Existem diversas soluções para utilizadores Windows, mas para OS X as opções são mais limitadas. Decidi experimentar o trial de 30 dias do Poker Copilot, pois das diversas aplicações que encontrei para OS X, esta parecia ter o melhor suporte e desenvolvimento mais activo.
A primeira impressão não podia ter sido melhor: obedecendo às convenções que a Apple promove, o Poker Copilot tem uma interface limpa e fácil de utilizar. Ao contrário da maioria das aplicações deste tipo, que exige que o utilizador introduza manualmente as configurações das casas de poker instaladas no seu computador, o Poker Copilot detecta e processa todas as configurações de forma automática. Na realidade, este software está tão polido que não tive de alterar uma única opção desde que o utilizo.
Até a HUD (heads-up-display) que, por norma, é bastante chata de configurar nos outros softwares, ficou correctamente configurada sem intervenção manual. Para os menos experientes, uma HUD permite analisar o estilo de jogo dos nossos adversários, como mostra o seguinte screenshot que tirei enquanto jogava:
Após jogar algumas mãos nesta mesa, o Poker Copilot detectou automaticamente que ali o Chewbacca (com moldura a verde) é um grande peixe (na gíria, um mau jogador). Já o jogador com a moldura vermelha é uma pedra (pois só joga as melhores mãos). Esta informação é extremamente importante enquanto jogamos, pois dá-nos a conhecer o estilo dos nossos adversários, permitindo-nos assim explorar as suas fraquezas.
Para evidenciar as nossas próprias fraquezas, podemos facilmente ver os nossos resultados processados pelo Poker Copilot. A aplicação processa cada mão que jogámos, fazendo de seguida uma análise estatística que permite perceber a forma como estamos a jogar. Os resultados podem ser apresentados de forma numérica ou gráfica.
Além disto, ainda existem detectores de falhas automáticos que, através da análise das nossas estatísticas, indicam possíveis pontos fracos e faz sugestões de como podemos melhorar esses aspectos.
Resumindo, se jogarem poker online num Mac, recomendo vivamente o Poker Copilot. É uma ferramenta muito completa e fácil de utilizar, que tem todas as funcionalidades desejáveis numa aplicação deste tipo."
Mais informação em Poker Copilot.
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