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18 novembro 2012
Pedido público de desculpas
Os signatários membros do autodenominado grupo #Lobsters, que durante a edição VI do Codebits, armados até aos dentes com armas temíveis da marca Nerf, moveram uma implacável caça a tudo o que mexesse (e também aos sitting ducks), deixando as mesas vizinhas (e não só) cravejadas de dardos de Velcro e espuma, vêm por esta via pedir publicamente desculpa pela barragem de munições que durante três dias choveu sobre os participantes. Queremos que saibam que as cerca de setecentas estóicas pessoas (e três pintaínhos - bichos resistentes, hum?) que raramente se queixaram, estarão para sempre nas nossas
mentesmiras. Um abraço e até à próxima edição, onde um de nós se irá lembrar de algo ainda mais assustador. Pediremos ao Celso que para o ano inclua no Welcome kit um tubo de Hirudoid.
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17 outubro 2012
PRIMO (Rádio Comercial - Luís de Matos)
Será de inteira justiça afirmar-se que durante a estreia (já lá vai quase um ano...) de Chaos, o espectáculo que Luís de Matos recolocará em cena nos próximos dias, não era eu que, como disse Nuno Markl no último PRIMO, "que estava aos comandos dos computadores". Para isso tem o Luís no seu Estúdio 33, uma equipa de gente bem capaz, de isso e de muito mais (inclui serrar pessoas ao meio e outros sortilégios). Mas a verdade é que, e agora já se pode falar disso com alguma comodidade, uma vez que o assunto veio à baila durante a última emissão do PRIMO (Programa Realmente Incrível Mas Obtuso) em que Luís de Matos participou, fica o resumo do que realmente aconteceu. A míseras vinte e quatro horas da estreia de Chaos, a máquina que fazia o suporte multimédia (a bem dizer, o suporte de vida da cenografia do espectáculo, pifou). Calma, acalmem-se os do costume que não foi por uma questão de qualidade. Foi um acidente. Um curto-circuito idiota num dos pontos de fornecimento de energia, um zaaaap tremendo, o inevitável cheiro a queimado e a constatação de que o nome Chaos tinha efectivamente sido muitíssimo bem escolhido para o espectáculo. Há imagem mas não há som, (ler: vídeos e a excelente banda sonora). Todo o módulo de controlo de som morreu por electrocussão. O Luís faz avançar um plano B, uma máquina menos potente, muito menos potente, que transforma todo o espectáculo num mar de incógnitas e gaguez. A estreia de Chaos é todo ele um festival de horror e há menos de vinte e quatro horas para resolver o problema. Só quando eu abro as entranhas do electrocutado, na companhia do Gonçalo Pereira, meu colega de trabalho, é que percebemos bem o alcance do sucedido. Há montículos de carvão na motherboard e trata-se de fazer um transplante entre máquinas e placas que há-de também ele, ser um festival de magia, dado que metade da "operação" foi feita num carro em andamento entre Lisboa e Estoril. De notável só sobrou mesmo o facto de não terem sobrado (ou faltado) peças. E o facto de mesmo nos momentos de maior tensão, a calma olímpica do Luís se ter sempre sobreposto a tudo e a todos. Três dias depois vi, de novo, o espectáculo, e aí sim, consegui recostar-me na cadeira sem olhar atentamente para a cenografia e perguntar a mim mesmo "Mas porque raio é que o Finder faz parte do cenário?". Piadas à parte, vão ver. Chaos. Brevemente no Auditório dos Oceanos em Lisboa e um pouco por todo o país.
15 outubro 2012
Maria Rueff
Conheço-a dos palcos e dos ecrãs há uma eternidade, como aliás quase todos nós, mas só há poucos anos travámos conhecimento pessoal. Mulher multi-tarefa, sempre a "abrir", já lhe prometi que, um dia, quando ambos formos velhinhos e ela estiver na Casa do Artista, teremos finalmente tempo para abordar os cinquenta mil assuntos que temos permanentemente em aberto sem que um de nós esteja pressionado pela respectiva agenda profissional ou pessoal.
É das lendas conhecidas do grande público que eu tenho especial predilecção por capas de iPhone que fujam ao comum e que dêm nas vistas. Sou severamente criticado pelo espalhafato das inúmeras capas que uso nos telefones e há algumas em particular que são verdadeiramente berrantes e espalhafatosas. É a vida, dirão alguns, a verdade é que há pessoal que abusa na garridice das gravatas, eu sou mais capas.
A capa de iPhone é um item indispensável. Porque pela minha mão passam, a cada ano, centenas de telefones partidos em quedas, alvo de acidentes que levam às lágrimas os respectivos donos e donas e não é a primeira vez que faço questão que algumas dessas pessoas passem a usar um protector de iPhone digno desse nome. Manuel Damásio tem e usa uma capa de iPhone que lhe ofereci no último dia em que jantámos em plena festa e o Benfica se sagrou Campeão Nacional (capa encarnada, como não poderia deixar de ser) e a Maria Rueff ofereci também uma capa do mesmíssimo modelo, de um amarelo capaz de vazar uma vista (mas que se topa à légua dentro de uma mala de senhora...).
Não deixa de ser uma coincidência curiosa que no dia em que se anuncia o lançamento de A Bola TV (onde trabalham alguns amigos e conhecidos meus), o Zé Manel, um dos mais populares taxistas do país e uma personagem que ficará para sempre colada na pele de Maria Rueff, surja nas páginas centrais de A Bola, usando precisamente a capa de iPhone que tantas e tantas vezes foi alvo de escárnio dos meus amigos. Maria Rueff tem, desde há algum tempo, uma página de fãs no Facebook. Passe por lá e diga "Olá, Zé Manel!"
É das lendas conhecidas do grande público que eu tenho especial predilecção por capas de iPhone que fujam ao comum e que dêm nas vistas. Sou severamente criticado pelo espalhafato das inúmeras capas que uso nos telefones e há algumas em particular que são verdadeiramente berrantes e espalhafatosas. É a vida, dirão alguns, a verdade é que há pessoal que abusa na garridice das gravatas, eu sou mais capas.
A capa de iPhone é um item indispensável. Porque pela minha mão passam, a cada ano, centenas de telefones partidos em quedas, alvo de acidentes que levam às lágrimas os respectivos donos e donas e não é a primeira vez que faço questão que algumas dessas pessoas passem a usar um protector de iPhone digno desse nome. Manuel Damásio tem e usa uma capa de iPhone que lhe ofereci no último dia em que jantámos em plena festa e o Benfica se sagrou Campeão Nacional (capa encarnada, como não poderia deixar de ser) e a Maria Rueff ofereci também uma capa do mesmíssimo modelo, de um amarelo capaz de vazar uma vista (mas que se topa à légua dentro de uma mala de senhora...).
Não deixa de ser uma coincidência curiosa que no dia em que se anuncia o lançamento de A Bola TV (onde trabalham alguns amigos e conhecidos meus), o Zé Manel, um dos mais populares taxistas do país e uma personagem que ficará para sempre colada na pele de Maria Rueff, surja nas páginas centrais de A Bola, usando precisamente a capa de iPhone que tantas e tantas vezes foi alvo de escárnio dos meus amigos. Maria Rueff tem, desde há algum tempo, uma página de fãs no Facebook. Passe por lá e diga "Olá, Zé Manel!"
27 setembro 2011
iPhone 4

O facto de ser Gestor de Produto, um dos que trabalha muito de perto com a marca Apple, não me impede de ver as coisas sem os óculos cor-de-rosinha que por vezes somos tentados a usar. Na mudança de método de construção do iPhone 3/3GS para a tecnologia do iPhone 4, perdeu-se aparentemente um factor importante, a resistência do equipamento. Comparado com o 3/3GS o iPhone 4 é, aparentemente um terminal mais frágil. Nem sequer é difícil perceber isso sem se dominar a parte técnica. Parte importante do "casing" da geração 3/3GS é composta por plástico, a traseira e frente do iPhone 4 é de vidro. Um vidro resistente, mas de vidro. Sou detentor e utilizador intensivo dos três modelos, pelo que posso, por experiência própria e por acompanhar o fluxo da Assistência Técnica, ajuizar bem do número de "tragédias" relacionadas com vidros partidos por queda. Quem me conhece sabe que eu sou um feroz defensor do uso de capa de protecção, de preferência uma capa "forte" (mas não necessariamente feia). Acresce ainda à aparente fragilidade do iPhone 4 o facto de vidro frontal e ecrã serem uma única peça, o que faz "doer" mais a alma e a carteira no momento da reparação. Apesar de considerar o iPhone 4 o MELHOR telefone da praça (tenho de escrever sobre o Samsung Galaxy SII que há uma semana me acompanha, pois estou muito agradado com o terminal), hoje testemunhei um facto que me fez repensar algumas das minhas percepções. Quando um cliente me disse "atropelei o meu iPhone", não tive grande resposta. Perguntei que modelo era (se fosse um 3/3GS nem a alma se lhe aproveitaria), mas a resposta não foi nenhuma dessas. Era um iPhone 4. Confirmei que o vidro frontal (o tal que tem também o ecrã) se tinha estilhaçado, bem como a existência de danos insanáveis no vidro traseiro. É muito raro, que devido a queda, um iPhone 4 parta os dois vidros em simultâneo. Não é impossível, mas é bastante difícil que suceda. Neste caso era um atropelamento, facto que sucede muito mais vezes do que possam imaginar. Quando, ainda ao telefone com o cliente lhe coloquei a pergunta "E o chassis? Ficou bom?", essa pergunta visava esclarecer mais a minha curiosidade sobre o aro central de alumínio. Quem conhecer o terminal saberá que a técnica de construção passa por um fino aro de alumínio no qual a motherboard está confinada e "selada" pelos dois vidros. É um facto que torna o telefone uma peça de elegância, mas sempre me suscitou muitas dúvidas sobre a resistência à torção. (Se admito colocar um 3/3GS no bolso de trás das calças, já não penso sequer fazê-lo com um iPhone 4...).
Que não, que o chassis estava aparentemente em bom estado. Mas que ainda funcionava! Quando hoje o terminal me chegou às mãos, não foi sem espanto que constatei que apesar de atropelado por DUAS rodas de uma viatura e para lá de algumas marcas de riscos no chassis, o mesmo estava 100% plano e capaz de receber os dois vidros de substituição que lhe estão destinados. Fica para a posteridade o registo fotográfico dos danos. E não tenham dúvidas de que o telefone funciona. Porque posso prová-lo. Basta que vejam o video abaixo...
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26 setembro 2011
Steve Jobs descreve a iCloud em 1997
Era uma visão em 1997, uma realidade Apple em 2012. Respeito por este homem que será tremendamente difícil de substituir, precisamente por esta capacidade de ver o futuro a muitos anos de avanço...
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17 setembro 2011
Dear 4Square...

Dear John,
After a thorough examination of your last email, I decided to write you. This is not an open letter, a petition or whatsoever. It's maybe, who knows, a little thought about what you claim to be, fun and fair. Your email was neither.
I play FourSquare along with your rules. If your system "decided" to flag my account due to frequent check-ins, just change the rules that allow it. (Meanwhile, please check the last time this account was "on-hold" due to that reason. I will wait. No problem). What? Three months ago? That's weird. It may mean that I play along with the rules. Again, your rules.
I will still play according to the established rules, the very same set of guidelines I agreed to play with within Terms of Service. No more, no less, but if you think the contrary please let me know and I will quit playing FourSquare on that very same second.
Best regards
Pedro Aniceto
P.S.- More than a year passed sinced I claimed the two venues I manage. No answer at all. That's not fair; neither fun. You may consider to review the "Every check-in counts!" message that I get each time I play, against the "remember: only one check-in per day at a venue counts towards Mayorships!)" I just found on the Guidelines.
Yeah, I still love you. That's exactly why I wrote this post
The pedroaniceto Foursquare account was terminated on September the 18th, 2011, as FourSquare decided to wipe my Mayorship data without any warning.
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16 setembro 2011
Acesso universal
"Não há nada que vocês possam fazer num iPhone ou num iPad que eu não possa fazer". Stevie Wonder, num agradecimento à Apple e a Steve Jobs. Aqui, ao minuto 4:00
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08 setembro 2011
Momentos

Cara Elsa: É muito provável, mesmo muito provável, que não venha a ler estas minhas linhas. Não serei eu a responder-lhe oficialmente, a carta não me é endereçada, mas sinto-me na obrigação de lhe dizer duas coisas. O seu gesto é, também ele, raro e não menos digno de nota na paisagem de um dia a dia comercial. A Elsa nunca saberá, porque oficialmente alguém lhe responderá lá de cima, de muito alto, onde por vezes o calor da alma não se sente ou tudo parece ser mais distante e por isso mesmo mais frio, mas foi para nós todos os integrantes de uma equipa, algo que tocou muito fundo. Obrigado por isso. A segunda coisa que tenho para lhe dizer, cara Elsa, é que se a sua filha for ainda um pedacinho mais feliz devido ao uso dos produtos que comercializamos, esse já é um agradecimento em si mesmo. E esse desejo faz-nos também a nós, mais felizes. Toda a sorte do mundo para ambas, em nome dos meus colegas e da empresa.
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15 maio 2011
TEDxCovilhã
12 fevereiro 2011
Revolução digital
Foi-me contado como um pequeno fait-divers a provocar sorrisos cúmplices de profissionais do mesmo ofício, mas é, bem vistas as coisas, mais uma prova que os interfaces tácteis são naturalmente apreendidos e que hábitos analógicos levam muito tempo a morrer: Imaginem um utilizador iPhone a percorrer manualmente um álbum de fotografias num telefone e, em seu tempo, movido pela força do hábito, a humedecer o dedo indicador para fazer scroll das imagens que deslocam pelo ecrã...
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31 janeiro 2011
Damnyouautocorrect
Para rir. Já apaguei coisas com possíveis consequências catastróficas bem maiores do que algumas das exemplificadas... Sugestão de Scheeko.
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11 dezembro 2010
Redacção
Uma republicação da qual me lembrei hoje, dia de Upload Lisboa 2010, depois de ter escutado um veterinário dizer-me que há um Designer dentro de cada um de nós...
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29 novembro 2010
12 novembro 2010
Sapo Codebits IV

Até os mais distraídos já deram pelo facto de estar a decorrer o evento Sapo Codebits IV e eu não poderia de forma alguma deixar de marcar presença, encaixando o evento na minha vidinha profissional. Esta pose de tipo-com-ar-convicto-de-que-sabe-o que-está-efectivamente-a-dizer foi obtida pelo David Ramalho durante uma apresentação (?) no slot Karaoke Presentation, onde a vítim... apresentador tinha de conduzir uma apresentação sem ter a mais leve ideia do conteúdo, dos slides e da duração dos mesmos. Ainda não foi desta que ganhei um beanie bag no Codebits... ( O Sapo Codebits é um dos poucos eventos que conheço em que os participantes podem levar parte do mobiliário para casa no final dos trabalhos...)
Os autores das três últimas imagens que me perdoem mas não tenho os seus nomes, uma vez que apanhei estas fotos em vários RT's no Twitter.
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27 outubro 2010
Portuguese Express
Ilustrar um lançamento de produto custa algum dinheiro e tempo. Ilustrar o lançamento de um produto com imagem de um produto concorrente, não tem preço. Imagem cortesia de Joaquim Narciso.
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17 fevereiro 2010
Rádio Universidade de Coimbra (RUC)
A propósito do Apple iPad, a entrevista concedida à RUC, Rádio Universidade de Coimbra.
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15 fevereiro 2010
09 fevereiro 2010
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