21 fevereiro 2010

O Twitter e o temporal na Madeira (II)

..."Às 13h20, quando V.ª Ex.ª começou a receber no seu iPhone notícias sobre o temporal na Madeira já a jornalista Daniela Maria, da RDP-Madeira, estava em emissão contínua há TRÊS HORAS, e a jornalista Tânia Spínola, da RTP-Madeira, estava no ar há UMA HORA E MEIA. A questão que deve colocar é outra: porque razão a RTP e a RDP nacionais não alinharam as suas emissões com as dos respectivos canais regionais?"

É uma excelente pergunta, mas não sei a resposta. Apenas sei uma verdade inatacável: Informação que não flui e circula, é como se não existisse. E durante várias horas, muito pouca coisa existiu.

4 comentários:

Nonus disse...

Eu arrisco-me achar que a RTP Nacional não confia nos meios técnicos e profissionais da RTP Madeira. Realmente uma RTP Madeira não é uma RTP1 nem uma RTP Notícias. A RTP Madeira ainda muito faz com os meios que têm. Porém a bem da verdade a RTP Madeira têm que melhorar em muito... no estilo verbal (em especial numa altura com tantos directos) e visual (qualidade das imagens) e grafismo, bem como na actualização do material que o centro regional possui... ou não.
Em suma a RTP Madeira não é uma TV amadora, porém têm deficiências que quando comparadas com as estações que estamos habituados a ver (RTP1, SIC, TVI) nos fazem parecer que tem amadorismo... Apesar de tudo a RTP Madeira têm-se demonstrado à altura da dinâmica dos últimos acontecimentos. Falta dar à RTP Madeira condições humanas e técnicas para nivelar a qualidade da comunicação do serviço público de televisão. Fazer o que a BBC fez no Reino Unido.

Nonus disse...

Outra questão, porquê até hoje, e apesar de já se ter discutido o assunto muitas vezes, até hoje não se emite (por exemplo via cabo) a RTP Madeira e a RTP Açores???

João disse...

Se não flui e não circula, não é informação: são dados.

João Tiago disse...

As televisões, quer se queira quer não, tem certos compromissos e regras para cumprir. Mesmo assim A a decisão de se interromper emissões, tem a certo ponto de ser a pertinência da informação, aquilo que adianta, a compra de sinais satélite, as trocas de comunicação, ajuste de horários entre outras coisas. Será sempre uma opção, a de corte ou não de emissão ... provavelmente neste caso, nao foi encontrada ( bem ou mal) uma justificação para se fazer grandes modificações na emissão,