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26 novembro 2012
Oh simple things
O crescimento da população mundial explicado com caixas Ikea, por Hans Rosling.
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Faits Divers
O olho que tudo vê
Em pleno Largo da Portagem da Ponte 25 de Abril, estando a ser explicado ao meu neto Tomás que o Jesus (Cristo Rei) está lá em cima porque tudo vê - é uma história muito comprida que envolve o Pai Natal, o Menino Jesus e o facto deles anotarem num caderno todas as travessuras que por ai se fazem -, não lhe ocorreu melhor resposta que um singelo "Pois, se estivesse cá em baixo não via nada..."
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18 novembro 2012
Pedido público de desculpas
Os signatários membros do autodenominado grupo #Lobsters, que durante a edição VI do Codebits, armados até aos dentes com armas temíveis da marca Nerf, moveram uma implacável caça a tudo o que mexesse (e também aos sitting ducks), deixando as mesas vizinhas (e não só) cravejadas de dardos de Velcro e espuma, vêm por esta via pedir publicamente desculpa pela barragem de munições que durante três dias choveu sobre os participantes. Queremos que saibam que as cerca de setecentas estóicas pessoas (e três pintaínhos - bichos resistentes, hum?) que raramente se queixaram, estarão para sempre nas nossas
mentesmiras. Um abraço e até à próxima edição, onde um de nós se irá lembrar de algo ainda mais assustador. Pediremos ao Celso que para o ano inclua no Welcome kit um tubo de Hirudoid.
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Ninguém merece
17 novembro 2012
Codebits VI (A confirmação)
Terminou hoje a sexta edição de um dos melhores (senão mesmo o melhor) evento tecnológico português. Participo pela quarta vez e confirmou-se a minha profecia, feita há um par de meses:
"Em 2009 o vencedor estava na minha mesa, em 2010 o vencedor estava na minha mesa, em 2011 o vencedor estava na minha mesa. Se querem ter vencedor este ano, não deixem de aprovar a minha presença!"
Não só a minha candidatura foi aceite rapidamente, mas tomem a devida nota: Os vencedores do Quizz Show (Basílio Vieira e Nuno Correia) estavam na minha mesa. A segunda classificada dessa extraordinária competição de gente sem estômago denominada Nuclear Tacos (Andreia Gaita), estava na minha mesa. O sétimo lugar da classificação final, projecto ePutty (Basílio Vieira, Tony Virtual, Andreia Gaita e Pedro Pinheiro), adivinhem lá, estavam na minha mesa. O terceiro lugar da geral, projecto Jaffs, (casal Rechena e o Luís Amaral), estavam na minha mesa.
Por sugestão geral, para o ano o serviço deixa de ser pro bono e entra em comercialização. (E as equipas brasileiras da próxima edição do Codebits - que pela primeira vez se realizará por lá em simultâneo com a edição portuguesa , não se acanhem que eu estou disponível para o "sacrifício" da viagem transatlântica...) ;)
Imagem do protótipo iPutty (Luís Amaral)
"Em 2009 o vencedor estava na minha mesa, em 2010 o vencedor estava na minha mesa, em 2011 o vencedor estava na minha mesa. Se querem ter vencedor este ano, não deixem de aprovar a minha presença!"
Não só a minha candidatura foi aceite rapidamente, mas tomem a devida nota: Os vencedores do Quizz Show (Basílio Vieira e Nuno Correia) estavam na minha mesa. A segunda classificada dessa extraordinária competição de gente sem estômago denominada Nuclear Tacos (Andreia Gaita), estava na minha mesa. O sétimo lugar da classificação final, projecto ePutty (Basílio Vieira, Tony Virtual, Andreia Gaita e Pedro Pinheiro), adivinhem lá, estavam na minha mesa. O terceiro lugar da geral, projecto Jaffs, (casal Rechena e o Luís Amaral), estavam na minha mesa.
Por sugestão geral, para o ano o serviço deixa de ser pro bono e entra em comercialização. (E as equipas brasileiras da próxima edição do Codebits - que pela primeira vez se realizará por lá em simultâneo com a edição portuguesa , não se acanhem que eu estou disponível para o "sacrifício" da viagem transatlântica...) ;)
Imagem do protótipo iPutty (Luís Amaral)
Update: Estamos no "day after" do Codebits 2014. O vencedor deste ano foi um projecto de Basílio Vieira, Pedro Leite e Carolina Correia. Adivinhem lá em que mesa é que este grupo estava sentado.
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16 novembro 2012
Led's go! Ledare - IKEA
Faz tempo que olho para a problemática da iluminação de incandescência (dita "clássica") face às novidades tecnológicas em matéria de iluminação. E se até agora não decidi nunca escrever sobre este assunto é porque todos os confrontos entre a incandescência e o material clássico de iluminação (leia-se material "economizador") redundaram sempre numa espécie de fracasso no que à implementação diz respeito. Todas as tentativas que fiz de substituição da tecnologia clássica de incandescência falharam por várias razões, sendo a mais significativa, o tempo de resposta do material desde que é accionada a ligação de energia até ao momento em que a lâmpada atinge o seu máximo brilho. Também contribuiram negativamente para a satisfação total do utilizador, factores como o preço e a própria durabilidade do material testado.
Na questão da durabilidade, os materiais variam em termos qualitativos de sobremaneira. De tal modo que há anos a esta parte ganhei o hábito de inscrever no casquilho metálico do material de iluminação a data em que o mesmo entrou ao serviço. Trata-se de uma habitação com cerca de 45 pontos de iluminação (interior e exterior - nao hão-de as contas serem grandes...) de diversos formatos e tecnologias, de fluorescência (residual) a incandescência (o grosso do material), passando por halogéneo. Tornou-se a dada altura demasiado complexo acompanhar os prazos de durabilidade de cada item, pelo que essa inscrição de data passou a ser essencial para se perceber a vida média de uma lâmpada em utilização.
Com a introdução no mercado dos primeiros exemplares de lâmpadas de tecnologia LED, depressa percebi que os respectivos custos tornariam a operação de adaptação de todas as exigências da casa uma tarefa hercúlea e pesadíssima em termos de investimento, mas que, com o evoluir do mercado (e sobretudo com o fim programado da fabricação de material de incandescência - 2014 é já ali), não restaria grande alternativa senão ir adaptando o material de uma forma faseada.
Mas os preços têm baixado significativamente e não deverá tardar o dia em que esta nova tecnologia se imponha no mercado de consumo, por ora ainda rendido a tecnologias já condenadas ao desaparecimento. Esta semana coloquei em teste uma lâmpada LED Ikea, modelo Ledare (PVP Ikea 11.99€) e oferece-se-me para já tecer algumas considerações sobre esta lâmpada, a saber:
- Estas lâmpadas são concebidas com base em LED (Light Emiting Diodes, ou Diodos Emissores de Luz). Se ao leigo isto nada diz (ou a malta começa logo a pensar em tuning...), saiba o leitor, numa imagem simples que um LED é um componente composto de minúsculas camadas de compostos de carbono que, quando percorridas por corrente eléctrica, brilham. É uma explicação minimalista, mas é suficiente...
- A velocidade de resposta ao acendimento é bastante boa. Não que eu tenha uma escala de julgamento desta vertente, mas porque com esta lâmpada, não penso sequer nela depois de accionar o interruptor. O fabricante anuncia um tempo de resposta de 0,2 segundos, mas a mim basta-me que quando entro numa divisão da casa e necessito de ligar a iluminação, a lâmpada "responda" no seu brilho máximo antes mesmo de eu ter terminado a minha função nessa divisão, factor extremamente negativo noutra tecnologia, dita "economizadora". E penso que todos sabemos ao que me refiro...
- A luz e brilho destas lâmpadas são absolutamente satisfatórias. Quando as instalei, e observado o packaging, ocorreram-me algumas questões (que foram atempadamente respondidas pela IKEA). A informação do packaging da IKEA LED é vasta, tão vasta que pode confundir o comprador. Para além de indicações óbvias como o tipo de tecnologia, existem na embalagem indicações sobre o tipo de casquilho (ver mais abaixo desenvolvimento sobre o tema), luminosidade da lâmpada (em lúmens, coisa que deixará muito comprador não familiarizado com esta escala, à beira da loucura...), consumo (não será de espantar que esta lâmpada anuncie um consumo de 8,1 Watt, mais uma enorme diferença face ao que estamos habituados com lâmpadas de incandescência), CRI (e aposto o meu rim direito que noventa e nove por cento da massa consumidora de lâmpadas nem sonha o que seja o CRI...). O CRI
é um valor referencial para "julgar" o quão precisa é a renderização de uma cor reflectida quando iluminada por uma fonte de luz. (Renderização é uma palavra que não existe, mas é a coisinha mais parecida que arranjo para expressar o termo original). Imagine o leitor que iluminamos um objecto vermelho com uma fonte de luz "segura" ou "padrão". A cor devolvida pelo objecto poderá ser medida e a mesma operação poderá ser feita com a segunda fonte de luz. O desvio face ao padrão é calculado numa escala de 0 a 100 (esta lâmpada IKEA anuncia um CRI de 85) e esse valor serve de indicação à fiabilidade da devolução da reflexão de cor. Quanto mais alto for o CRI mais fiável é a luz enquanto base de distinção de cores. Fontes luminosas com índice CRI de 85 ou superiores, são consideradas boas. É importante notar que existe neste packaging uma outra informação que poderá confundir/fazer interrogar o consumidor: A temperatura de cor (que não deve ser confundida com o CRI da lâmpada) vem nesta embalagem (e em todas as outras, suponho), expressa na escala de Kelvin. As temperaturas de cor são importantes porque são, basicamente, a sua tonalidade. Lâmpadas com uma temperatura de cor acima de 5000 produzem uma luz clara e precisa (boa para iluminar tarefas que exijam concentração), enquanto que, descendo na escala de Kelvin se produzem tons que induzem ao relax.
A informação do packaging é, como disse, vasta. Indicações como tempo de vida estimado da lâmpada (vinte mil horas), tempo de resposta ao máximo de brilho, incompatibilidades, número de acendimentos expectáveis antes de falha, dimensões e tensões admissíveis estão também presentes.
- A tecnologia LED não é compatível com reóstatos variadores de tensão pelo que o uso destas lâmpadas em sistemas deste tipo (com regulador de intensidade) não é possível. Sim, é possível usar a lâmpada, não é possível regular-lhe a intensidade como nos modelos "clássicos" ou "economizadores".
A lâmpada LED não aquece. Ponto. Não havendo incandescência nem filamento, não se gera (desperdiça) o calor operado pela resistência. Este facto explica cabalmente o baixo consumo anunciado.
Os vários tipos de casquilho de rosca disponíveis na maioria dos mercados (sim, existem mercados não desprezíveis de casquilhos não roscados, ditos de baioneta, que alguns dos leitores se recordarão ao mudar as lâmpadas de mínimos de alguns carros mais antigos), e existem desde a invenção da própria lâmpada. Conhecidos como "As roscas de Edison", são designadas pela letra E (de Edison) seguida de dois números. Uma lâmpada que possua a referência E27 (como é o caso das lâmpadas em apreço) estará equipada com uma rosca de 27 milímetros. (É espantoso que esta nomenclatura resista desde 1909 numa patente Mazda.)
Claro que algum tempo terá de passar até que me possa pronunciar sobre poupanças efectivas (e comprovadas) nos consumos. Até porque ainda só parte do parque de iluminação foi substituído. Mas a isso voltarei dentro de alguns meses.
Como diz, com graça, a IKEA: "Muito obrigado Senhor Edison, a partir de agora fazemos nós"
Na questão da durabilidade, os materiais variam em termos qualitativos de sobremaneira. De tal modo que há anos a esta parte ganhei o hábito de inscrever no casquilho metálico do material de iluminação a data em que o mesmo entrou ao serviço. Trata-se de uma habitação com cerca de 45 pontos de iluminação (interior e exterior - nao hão-de as contas serem grandes...) de diversos formatos e tecnologias, de fluorescência (residual) a incandescência (o grosso do material), passando por halogéneo. Tornou-se a dada altura demasiado complexo acompanhar os prazos de durabilidade de cada item, pelo que essa inscrição de data passou a ser essencial para se perceber a vida média de uma lâmpada em utilização.
Com a introdução no mercado dos primeiros exemplares de lâmpadas de tecnologia LED, depressa percebi que os respectivos custos tornariam a operação de adaptação de todas as exigências da casa uma tarefa hercúlea e pesadíssima em termos de investimento, mas que, com o evoluir do mercado (e sobretudo com o fim programado da fabricação de material de incandescência - 2014 é já ali), não restaria grande alternativa senão ir adaptando o material de uma forma faseada.
Mas os preços têm baixado significativamente e não deverá tardar o dia em que esta nova tecnologia se imponha no mercado de consumo, por ora ainda rendido a tecnologias já condenadas ao desaparecimento. Esta semana coloquei em teste uma lâmpada LED Ikea, modelo Ledare (PVP Ikea 11.99€) e oferece-se-me para já tecer algumas considerações sobre esta lâmpada, a saber:
- Estas lâmpadas são concebidas com base em LED (Light Emiting Diodes, ou Diodos Emissores de Luz). Se ao leigo isto nada diz (ou a malta começa logo a pensar em tuning...), saiba o leitor, numa imagem simples que um LED é um componente composto de minúsculas camadas de compostos de carbono que, quando percorridas por corrente eléctrica, brilham. É uma explicação minimalista, mas é suficiente...
- A velocidade de resposta ao acendimento é bastante boa. Não que eu tenha uma escala de julgamento desta vertente, mas porque com esta lâmpada, não penso sequer nela depois de accionar o interruptor. O fabricante anuncia um tempo de resposta de 0,2 segundos, mas a mim basta-me que quando entro numa divisão da casa e necessito de ligar a iluminação, a lâmpada "responda" no seu brilho máximo antes mesmo de eu ter terminado a minha função nessa divisão, factor extremamente negativo noutra tecnologia, dita "economizadora". E penso que todos sabemos ao que me refiro...
- A luz e brilho destas lâmpadas são absolutamente satisfatórias. Quando as instalei, e observado o packaging, ocorreram-me algumas questões (que foram atempadamente respondidas pela IKEA). A informação do packaging da IKEA LED é vasta, tão vasta que pode confundir o comprador. Para além de indicações óbvias como o tipo de tecnologia, existem na embalagem indicações sobre o tipo de casquilho (ver mais abaixo desenvolvimento sobre o tema), luminosidade da lâmpada (em lúmens, coisa que deixará muito comprador não familiarizado com esta escala, à beira da loucura...), consumo (não será de espantar que esta lâmpada anuncie um consumo de 8,1 Watt, mais uma enorme diferença face ao que estamos habituados com lâmpadas de incandescência), CRI (e aposto o meu rim direito que noventa e nove por cento da massa consumidora de lâmpadas nem sonha o que seja o CRI...). O CRI
é um valor referencial para "julgar" o quão precisa é a renderização de uma cor reflectida quando iluminada por uma fonte de luz. (Renderização é uma palavra que não existe, mas é a coisinha mais parecida que arranjo para expressar o termo original). Imagine o leitor que iluminamos um objecto vermelho com uma fonte de luz "segura" ou "padrão". A cor devolvida pelo objecto poderá ser medida e a mesma operação poderá ser feita com a segunda fonte de luz. O desvio face ao padrão é calculado numa escala de 0 a 100 (esta lâmpada IKEA anuncia um CRI de 85) e esse valor serve de indicação à fiabilidade da devolução da reflexão de cor. Quanto mais alto for o CRI mais fiável é a luz enquanto base de distinção de cores. Fontes luminosas com índice CRI de 85 ou superiores, são consideradas boas. É importante notar que existe neste packaging uma outra informação que poderá confundir/fazer interrogar o consumidor: A temperatura de cor (que não deve ser confundida com o CRI da lâmpada) vem nesta embalagem (e em todas as outras, suponho), expressa na escala de Kelvin. As temperaturas de cor são importantes porque são, basicamente, a sua tonalidade. Lâmpadas com uma temperatura de cor acima de 5000 produzem uma luz clara e precisa (boa para iluminar tarefas que exijam concentração), enquanto que, descendo na escala de Kelvin se produzem tons que induzem ao relax.
A informação do packaging é, como disse, vasta. Indicações como tempo de vida estimado da lâmpada (vinte mil horas), tempo de resposta ao máximo de brilho, incompatibilidades, número de acendimentos expectáveis antes de falha, dimensões e tensões admissíveis estão também presentes.
- A tecnologia LED não é compatível com reóstatos variadores de tensão pelo que o uso destas lâmpadas em sistemas deste tipo (com regulador de intensidade) não é possível. Sim, é possível usar a lâmpada, não é possível regular-lhe a intensidade como nos modelos "clássicos" ou "economizadores".
A lâmpada LED não aquece. Ponto. Não havendo incandescência nem filamento, não se gera (desperdiça) o calor operado pela resistência. Este facto explica cabalmente o baixo consumo anunciado.
Os vários tipos de casquilho de rosca disponíveis na maioria dos mercados (sim, existem mercados não desprezíveis de casquilhos não roscados, ditos de baioneta, que alguns dos leitores se recordarão ao mudar as lâmpadas de mínimos de alguns carros mais antigos), e existem desde a invenção da própria lâmpada. Conhecidos como "As roscas de Edison", são designadas pela letra E (de Edison) seguida de dois números. Uma lâmpada que possua a referência E27 (como é o caso das lâmpadas em apreço) estará equipada com uma rosca de 27 milímetros. (É espantoso que esta nomenclatura resista desde 1909 numa patente Mazda.)
Claro que algum tempo terá de passar até que me possa pronunciar sobre poupanças efectivas (e comprovadas) nos consumos. Até porque ainda só parte do parque de iluminação foi substituído. Mas a isso voltarei dentro de alguns meses.
Como diz, com graça, a IKEA: "Muito obrigado Senhor Edison, a partir de agora fazemos nós"
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Faits Divers
20 outubro 2012
27 setembro 2011
Filosofia popular
As amizades são como as mamas. Há as grandes, as pequenas e as falsas.
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Faits Divers
26 setembro 2011
Filosofia popular
Toda a mulher tem horror a BARATA...
roupa barata, bolsa barata, jóia barata, viagem barata!!
Mulher gosta é de CARINHO...
vestido carinho, sapato carinho, perfume carinho, restaurante carinho, presente carinho...
roupa barata, bolsa barata, jóia barata, viagem barata!!
Mulher gosta é de CARINHO...
vestido carinho, sapato carinho, perfume carinho, restaurante carinho, presente carinho...
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Faits Divers
25 setembro 2011
If this then that
Um serviço criado para pessoas "normais" que não sejam programadores ou cientistas da NASA. If this then that. Ora essa!
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Faits Divers
Da importância de fazer backups
..."O padre Cândido Magalhães, pároco de três freguesias de Vizela, pôs um anúncio na rádio e no jornal locais, solicitando aos paroquianos que tinham marcado cerimónias para 2012, como casamentos e baptizados, que o voltassem a contactar, uma vez que tinha perdido o telemóvel. É que o sacerdote usava a agenda do aparelho para fazer a marcação dos serviços. "Aquilo era o meu escritório", disse à Rádio Vizela, onde colocou o anúncio. E a estratégia, assegura, "resultou"."... Correio da Manhã (Newsletter)
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Faits Divers
Vale tudo caralho (tm)
Primeiro pensei que era uma brincadeira. Depois, mais a frio, achei que o empresário têxtil japonês tinha ido ao Vale do Ave contratar algum fabricante, mas não encontrei ligação. Sim, parece que é uma marca. Com site próprio e página no Facebook. Konishiwa, Kit0-San!
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Faits Divers
Apanhados Carlsberg
Complexo de cinemas Kinepolis, Heysel Park. Uma sala de cinema lotada por centena e meia de "bikers" mal encarados, dois lugares disponíveis no centro da sala à espera de um casal de "inocentes" espectadores. Os que resistiram à pressão da entrada são recompensados...
Ele há coisas... Passei por uma experiência similar na passada Sexta Feira em Bruxelas. Small world! Alguma pressão, mas sem ter ocorrido absolutamente nada de desagradável. Que fique dito que jantei com um grupo de amigos em Bruxelas na Filial nº11 do Futebol Clube do Porto na cidade, envergando a camisola do meu Benfica e que todos os presentes, maioritariamente portistas fizeram honras à portuguesa arte de bem receber. Sim, é verdade que havia diferenças ideológicas profundas (e também ao nível do vocabulário...), eles do Porto, alguns de nós do Benfica, eles de Superbock, nós do partido das "mines" Sagres. É bom regressar a casa à mesa de um restaurante (Restaurante Castiço, Chaussée de Waterloo, 212). Há bica (comme il faut).
Ele há coisas... Passei por uma experiência similar na passada Sexta Feira em Bruxelas. Small world! Alguma pressão, mas sem ter ocorrido absolutamente nada de desagradável. Que fique dito que jantei com um grupo de amigos em Bruxelas na Filial nº11 do Futebol Clube do Porto na cidade, envergando a camisola do meu Benfica e que todos os presentes, maioritariamente portistas fizeram honras à portuguesa arte de bem receber. Sim, é verdade que havia diferenças ideológicas profundas (e também ao nível do vocabulário...), eles do Porto, alguns de nós do Benfica, eles de Superbock, nós do partido das "mines" Sagres. É bom regressar a casa à mesa de um restaurante (Restaurante Castiço, Chaussée de Waterloo, 212). Há bica (comme il faut).
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Faits Divers
20 setembro 2011
Tem muito trânsito!

Está em Alfama, numa parede do número vinte e seis do Beco do Salvador e é, tecnicamente, o primeiro sinal de trânsito de Lisboa. Instituída por D.Pedro II, punia com pesada multa ou degredo no Brasil os condutores de coches que não cedessem a prioridade.
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Faits Divers
18 setembro 2011
Dúvidas
É para mim um mistério porque é que nenhum terapeuta de sexo veio até agora explicar porque é que o Tiroliroliro fica sempre por cima...
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Faits Divers
17 setembro 2011
Food for thought
Um técnico de televisão que se dedique à escrita poderá eventualmente aspirar a best-seller com títulos como "Mau tempo no canal Panda".
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Faits Divers
16 setembro 2011
15 setembro 2011
Rapidinha
"Pai, já decidi sobre o que vou fazer na vida..."
"Ah sim, filho? Queres ir para que ramo?"
"Vou seguir para Crime Organizado!"
"Muito bem meu filho! Privado ou Público?"
"Ah sim, filho? Queres ir para que ramo?"
"Vou seguir para Crime Organizado!"
"Muito bem meu filho! Privado ou Público?"
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Faits Divers
13 setembro 2011
Sete cães e nenhum osso
L. tem em casa uma cadela e a casa de L. é na minha rua e a minha rua é cheia de pedaços de sol e alguma ficção. A cadela de L. engravidou, surpresa!, e na hora do parto viram a luz sete cães e ao que consta nenhum osso. Grande agitação na cabeça de L., sete anos e algum sentido maternal que só as meninas que ainda virão a ser mulheres conseguem possuir de tão tenra idade. L. está preocupada e eu não deixo de me embevecer com tais preocupações. Os sete cães têm já sete dias e a pobre cadela, vê-se e deseja-se para prover leite aos cachorros, o que em si mesmo é uma parábola dos tempos modernos, mas nem é isso que atazana o juvenil espírito de L. que vai muito mais além nas suas cogitações. L. desconfia de quem seja o pai dos cachorros, um cão castanho e enorme que apareceu, abandonado, faz algumas meses na rua de L. cheia de pedaços de sol e de alguma ficção. É por isso enternecedor que L., enfastiada, diga a quem a quer ouvir e calhou bem ser o meu caso, ainda que por interposta pessoa: "Oh pá! Fogo! Os cães já nasceram há uma semana, o pai anda aí na rua e num uma vez sequer veio ver os filhos... Fogo!".
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Faits Divers
11 setembro 2011
Disse-me um sábio
"Tudo", disse-me ele, "é um nadinha relativo". "Para determinadas tribos de canibais da Papuásia, a Playboy não passa de uma revista de culinária..."
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Faits Divers
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