30 junho 2013
Dúvidas
Tomás, tem cuidado que as cadeiras são velhas, têm muitos anos e podes cair... "O que é que é anos?". Gerou-se ali um silêncio incómodo que ele próprio resolveu. "Podemos cantar os parabéns às cadeiras?"
26 junho 2013
Sem saber o nome dela
Não sei sequer o nome dela. Conheço-a há anos e não lho perguntei no início, agora é um pedaço estúpido e desajeitado da minha parte fazê-lo sem correr o risco de fazer triste figura. É a recepcionista diurna da Rádio Comercial. Sem nunca termos conversado por aí além, para lá do banal tema do tempo, das dificuldades do estacionamento na Sampaio e Pina, ou da fuga conivente aos fiscais da Emel, funcionamos bem. Ela sabe, sem que eu lhe diga, com quem vou falar, dependendo apenas da hora a que chego. Se chego às oito da manhã ela sabe que é para o Ribeiro, para o Markl ou para o Vasco, se vou à tarde ela fica na dúvida se o João Vaz me pode atender antes de ir para o ar. Ela adivinha 95% das vezes e já cortámos da tradicional burocracia algumas questões que não é politicamente correcto enumerar. Ela funciona por sinais de fumo. E se é assim comigo que me vê meia dúzia de vezes por quinzena, imagino como seja com aqueles que vê e escuta em antena todos os dias. Há pouco entrei, sorri e estendeu-me um envelope. Ela sabe o meu nome e eu não sei o dela. Eu estava ao telefone, continuei ao telefone, apenas sorri, fiz aquele gesto estúpido com os ombros, aquele que todas as pessoas fazem quando estão ao telefone, aceitei o envelope, rabisquei o rectângulo do protocolo e saí. Sem saber o nome dela.
25 junho 2013
Eu escolheria outra palavra.
Eu sei que de um ponto de vista técnico não há aqui erro algum. A explicação sobre o Centro Social é válida, tenho algumas dúvidas sobre se os que buscam a luz de uma explanação vão gostar de conjugar o verbo erigir, mas era escusado, isto é, não havia necessidade... Obrigado ao irmão Joaquim Faias por ter derramado sobre nós esta bênção.
24 junho 2013
Esclarecidos? Muito bem.
Quanto a vocês não sei, mas comigo, quando recebo "esclarecimentos" destes, que me fazem remeter a atenção para um ror de documentação que na maioria das vezes me confunde mais do que esclarece, dá-me vontade de pegar numa tábua com pregos e ir à procura do autor...
20 junho 2013
Oculista Central das Avenidas
Há longos meses, num estúpido acidente ocorrido no momento em que o Vitor Domingos tentava que eu experimentasse um capacete de Darth Vader (sim, há coisas que só me sucedem a mim...), parti a armação dos meus óculos. Quem me conhece sabe que eu sou completamente dependente deles e que cada renovação tem um impacto tremendo nas minhas finanças, impacto algo semelhante à construção de uma barragem num pequeno Estado africano. Mas tinha de ser. Um
pedacinho antes de desembainhar o meu sabre de luz e cortar a cabeça do Vítor, falei com o meu anjo da guarda optométrico e expliquei-lhe a urgência. Era necessário obter umas armações Strellson para transplantar as lentes que estavam em óptimo estado. Começou neste momento um drama sequencial. A Strellson, decidira suspender o fornecimento de produtos de óptica (bastards!) e não garantia o fornecimento de uma armação igual ao seu Distribuidor português. Quando a empresa que me fornece estes produtos me disse isto, mandei avançar a produção de um par de lentes novo, prescrição igual à anterior. E chateei a Strellson. Bastante. Infelizmente a Strellson passou, a determinada altura, a ignorar os meus pedidos (tinha-lhes pedido que verificassem a disponibilidade da armação em qualquer ponto do globo que ainda a pudesse ter em stock) e fiquei no square one da minha busca. Entretanto a produção dos óculos de substituição avançou. Por mera precaução e uma vez que não estava disposto a ficar refém da armação, decidi adquirir uma armação suplente, não fosse encontrar-me novamente com o Vítor Domingos e ele dizer-me "Tens de experimentar este meu capacete Darth Vader!". Feito.
Tinha uns óculos novos, uma armação suplente sem lentes e um par de lentes cortadas para uma armação partida que não conseguia substituir. E uma armação Strellson escavacada.
Mas continuava sem ver. Decentemente, pelo menos, se pensarmos que a minha acuidade visual nunca foi grande coisa e que a idade não perdoa e nada traz de melhor. A verdade é que não via decentemente com estes óculos, o que, mesmo para um tipo experimentado como eu em coisas de vista, era no mínimo estranho. Faço as devidas confirmações. Comparo fichas, prescrições, dados de graduação. Chateio a cabeça a conhecidos, peço que me analisem todas as lentes, procuro uma justificação para esta perda de qualidade de vida.
Nada. Tudo confere, tudo está de acordo com o que devia de estar. Continuo sem conseguir entender o que é que causa esta diferença de percepção e os meus níveis de irritação atingem maximos históricos no momento em que percebo que com a armação partida e as lentes antigas, a visão é normal.
Convoco uma vez mais os técnicos. Tem de haver uma explicação e quero muito sentar-me com alguém que, com a devida calma, tente ouvir a minha história sem pensar que eu perdi o juízo ou que estou a tentar contar uma história de fantasia. Encontrei alguém disposto a ouvir-me. Calma e pausadamente reconstruimos a vida destes óculos e das respectivas lentes. Muitos minutos depois, quando eu pensava que ia ouvir um "Pois, mas não há diferença, não podemos fazer nada...", o técnico, que tinha passado a última meia hora a tentar reconfigurar a geometria dos meus óculos, disse-me "Talvez eu já tenha percebido o que se passou..."
E explicou-me coisas absolutamente maravilhosas sobre alturas de ponte, a estreiteza da cana do meu nariz, pontos de focagem e convergência e sobretudo de como as minhas armações novas não conseguiam colocar no centro do olho o ponto óptimo de focagem. "Mas está a querer dizer-me que basicamente estas armações não deveriam nunca ter estas lentes?". Disse-me que sim, que era isso. Assim. De forma simples e clara como a visão que eu queria ter.
E mais do que explicar, apontou soluções. Novas lentes (com a mesma graduação), novas armações que respeitassem todas aquelas coisas que me dissera anteriormente. E um tipo fica assim como que atordoado, quando não deveria ficá-lo porque em boa verdade eu procurava uma explicação.
Dizem-me "Traz tudo. As velhas, as novas, as que partiste, as que nunca usaste. Vamos resolver o problema de vez". Isto é de um profissionalismo brutal. Daqueles que gostaríamos de encontrar em todos os serviços que usamos. Tentei explicar que isto se arrasta há quase um ano e meio, que não é justo que a minha inércia, aliada à incapacidade técnica de perceber o que se passava, prejudicasse uma das partes. "Traz tudo. Amanhã às 18:30".
Conheço esta empresa desde há quase 35 anos. Na única vez em que algo correu menos satisfatoriamente, disseram "Estamos cá, vamos resolver". Não era justo que não contasse publicamente o quão satisfeito estou agora. Porque são gente boa e grandes profissionais. Chamam-se Oculista Central das Avenidas e é uma das ópticas mais antigas e conceituadas de Lisboa.
19 junho 2013
Trinta dias tem Dezembro*
"Trinta dias tem Novembro, Abril, Junho e Setembro; de vinte e oito, só há um, e os mais têm trinta e um"
* de acordo com o calendário muito próprio do Record
Imagem do leitor Daniel Pires
Venus, o iate de Steve Jobs
Vénus, o iate desenhado para Steve Jobs por Starck, está desde ontem no porto da Horta, na Ilha do Faial, nos Açores. Fica a foto de @blugydesign feita ontem à noite.
18 junho 2013
17 junho 2013
Adeptos imortais
Tão simples. Tão assustadoramente simples. E idealizado por um português (João Coutinho) e pela Ogilvy Brasil. (Via Alda Teles)
Comédia ou Drama?
Quem é que escreve estes comunicados? Quem os aprova? Quem os assina é o clube. Um dos maiores clubes do Mundo! Mas isso não parece impressionar quem, com responsabilidades na Comunicação, faz com que pareçam assinados por um grupo de comediantes de stand-up. É a tentação do abismo, eu sei. Mas não aceito. Não posso aceitar. Não podemos aceitar. E protestarei sempre que isto suceda. Na esperança de que não haja repetições destes episódios.
Hoje caça o leitor
Imagem enviada pela leitora Ana Ferreira. (Diário de Notícias da Madeira, 16 de Junho de 2013)
12 junho 2013
WFC, final call! (AEP, Exponor, 15 de Junho)
Digníssima cambada, então é assim: Estamos a poucos dias de levar a efeito a segunda edição do World Failurists Congress. Que se realiza a 15 de Junho, no Auditório da AEP na Exponor. Aquele que fica ao pé do outro que andei semanas a anunciar. E que não era esse. Era o da AEP, o que fica na sede da AEP e não o outro (não sei se já disse...). O que tem portaria e estacionamento mesmo em frente da porta de entrada, estão a ver? Eu não, mas hei-de dar com ele.
Vamos ter um conjunto de gente extraordinária, a maioria no palco, outros no ecrã, mas não deixam de ser extraordinários. E não vão arrepender-se (vocês e eles). Podem comprar um bilhetinho (ou dois que a solidão é uma treta) nesta bilheteira. E quem não comprar pelo menos um, não merece o CO2 que respira (ou isso...). Comprem. Mesmo que não vão lá, o que até faz um bocado de sentido.
Para aqueles que vão, tenho umas informações. Vão de mente aberta e de casaco fechado. Estive a olhar para a meteorologia e é capaz de estar fresco. E aquilo é em Leça. Da Palmeira para impressionar mais um pedacinho. Eu sou o Madrinho. E um dos apresentadores. A Madrinha é uma jovem desconhecida que começou há dias a fazer televisão. Chama-se Alberta Marques Fernandes. Eu chamo-me Pedro Aniceto e nunca fiz uma televisão. Mas tenho outros predicados. E verbos. E sujeitos. Párem-me. Vemo-nos em Leça. Da Palmeira. No Auditório da AEP. E não no outro. Metam isso na cabeça!
P.S.- Também vou ser orador. Faltam dois dias e ainda não sei sobre o que é que vou falar. Investi todo o meu tempo e criatividade nos textos destes cartazes. Alguma coisa se há-de arranjar. Nem que seja um frango com esparguete. Ou com ervilhas.
Vamos ter um conjunto de gente extraordinária, a maioria no palco, outros no ecrã, mas não deixam de ser extraordinários. E não vão arrepender-se (vocês e eles). Podem comprar um bilhetinho (ou dois que a solidão é uma treta) nesta bilheteira. E quem não comprar pelo menos um, não merece o CO2 que respira (ou isso...). Comprem. Mesmo que não vão lá, o que até faz um bocado de sentido.
Para aqueles que vão, tenho umas informações. Vão de mente aberta e de casaco fechado. Estive a olhar para a meteorologia e é capaz de estar fresco. E aquilo é em Leça. Da Palmeira para impressionar mais um pedacinho. Eu sou o Madrinho. E um dos apresentadores. A Madrinha é uma jovem desconhecida que começou há dias a fazer televisão. Chama-se Alberta Marques Fernandes. Eu chamo-me Pedro Aniceto e nunca fiz uma televisão. Mas tenho outros predicados. E verbos. E sujeitos. Párem-me. Vemo-nos em Leça. Da Palmeira. No Auditório da AEP. E não no outro. Metam isso na cabeça!
P.S.- Também vou ser orador. Faltam dois dias e ainda não sei sobre o que é que vou falar. Investi todo o meu tempo e criatividade nos textos destes cartazes. Alguma coisa se há-de arranjar. Nem que seja um frango com esparguete. Ou com ervilhas.
World Failurists Congress, 15 de Junho, Auditório da AEP
Estamos quase lá. Todos. Uma camioneta deles. Prontos a fazer do World Failurists Congress um enorme falhanço. Quase tão grande como alguns que eu conheço. Bom, não exageremos. Pronto! Só falta anunciar uma oradora. O que vai suceder já de seguida. Não sem antes a elogiar. Embora não a conheça de lado algum, é uma pessoa que abomina favas. Isso pode muito bem fazer dela a segunda melhor oradora deste Congresso. Logo a seguir a mim. É uma grande responsabilidade. Não necessariamente por me secundar, mas por odiar as leguminosas. Vou pedir-lhe um autógrafo, uma vez que somos tão poucos. Estou tão contente que estou capaz de criar uma Confraria. Ou duas. Párem-me!
Nunca tinha respondido a um destes inquéritos que pergunta às pessoas o que gostam e não gostam. Como era baratinho, cumprimos-lhe o sonho. Ficámos ufanos p´ra caramba! Não gosta de pepinos, melancias e, (rufo!), favas! Fiquei a gostar dela mais do que é normal. Adora diospiros e cerejas. Quando era canininha queria ser surfista ou agricultora, o que tem tudo a ver. Ponderou arquitectura e escolheu jornalismo (quer falar disto, Cândida?). Hoje, é assessora de comunicação. Mantém vivo o sonho de ser agricultora embora eu não perceba como é que consegue excluir as favas, os pepinos e as melancias deste projecto. No fundo, ela quer é viver no campo, sonho que jura irá concretizar um destes dias. Gosta de esgrima, muito, e não despreza o tiro com arco (Robin Hood, Robin Hood, riding through the glen) e o lançamento do dardo. Tem como "guilty pleasure" as baldas ao trabalho. Diz dela mesma que tem falhado na vida com muita sorte, mesmo muita sorte, como daquelas vezes que o carro avaria à porta da oficina. Ama a generosidade e odeia em absoluto a hipocrisia. E reuniões. Gostaria de conhecer Nelson Mandela (oh diabo, apressa-te!) por simbolizar a resistência, a esperança e o sonho. Diz que gosta de criar histórias com gente desconhecida com quem se cruza (Is that kinky or what?). Não tem fobias. Nenhuma. É ela que diz e a gente diz que acredita. Eu não. Disse que se arrepiou ao aceitar o convite do World Failurists Congress, mas isso também me sucedeu à segunda quando já sabia no que me ia meter... O arrepio é todo nosso. Apresento-vos Cândida Monteiro e será um privilégio tê-la connosco em palco no dia 15 de Junho, no Auditório da AEP na Exponor. Ouviram? AEP e não no outro que andei meses a anunciar como o correcto.
Nunca tinha respondido a um destes inquéritos que pergunta às pessoas o que gostam e não gostam. Como era baratinho, cumprimos-lhe o sonho. Ficámos ufanos p´ra caramba! Não gosta de pepinos, melancias e, (rufo!), favas! Fiquei a gostar dela mais do que é normal. Adora diospiros e cerejas. Quando era canininha queria ser surfista ou agricultora, o que tem tudo a ver. Ponderou arquitectura e escolheu jornalismo (quer falar disto, Cândida?). Hoje, é assessora de comunicação. Mantém vivo o sonho de ser agricultora embora eu não perceba como é que consegue excluir as favas, os pepinos e as melancias deste projecto. No fundo, ela quer é viver no campo, sonho que jura irá concretizar um destes dias. Gosta de esgrima, muito, e não despreza o tiro com arco (Robin Hood, Robin Hood, riding through the glen) e o lançamento do dardo. Tem como "guilty pleasure" as baldas ao trabalho. Diz dela mesma que tem falhado na vida com muita sorte, mesmo muita sorte, como daquelas vezes que o carro avaria à porta da oficina. Ama a generosidade e odeia em absoluto a hipocrisia. E reuniões. Gostaria de conhecer Nelson Mandela (oh diabo, apressa-te!) por simbolizar a resistência, a esperança e o sonho. Diz que gosta de criar histórias com gente desconhecida com quem se cruza (Is that kinky or what?). Não tem fobias. Nenhuma. É ela que diz e a gente diz que acredita. Eu não. Disse que se arrepiou ao aceitar o convite do World Failurists Congress, mas isso também me sucedeu à segunda quando já sabia no que me ia meter... O arrepio é todo nosso. Apresento-vos Cândida Monteiro e será um privilégio tê-la connosco em palco no dia 15 de Junho, no Auditório da AEP na Exponor. Ouviram? AEP e não no outro que andei meses a anunciar como o correcto.
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11 junho 2013
O caçador de pérolas
Quando ele me disse, de ar pungido, que tinha "amolgado" umas jantes de 15 polegadas eu perguntei: "Num buraco?", ele respondeu-me "Não! Na DGV". Considerei todas as hipóteses que tinha e decidi não me suicidar cortando os pulsos com o Cartão do Cidadão.
10 junho 2013
Come back haunted
Não é a primeira vez que vejo este filme. O pai, disposto a colocar a filha no altar e a jurar a quem o ouve que aqueles dezasseis anos são a personificação da inocência, da pureza, da virginal criatura que ajudou a botar no mundo. "Conheço-a como a palma das minhas mãos! Nunca conheceu homem, malandro algum, ela é escola para casa e casa para a escola". Eu já vi este filme e não é minha missão terrena andar por aí a desmentir pessoas, por mais sonsas que me possam parecer. Sobretudo se tiverem dois metros de altura e umas mãos como raquetas de ténis. "Foi preciso um grande azar... Um galo do caraças". Ali, neste preciso e exacto ponto, tremi. Eu sabia que teríamos em cada história um momento suspenso de uma palavra e aqui está ele, veio quem sabe cedo em demasia."Ofereci-lhe um telefone! Um smartphone, e tive azar, vinha avariado". Eu também já vi este filme. Mais tarde ou mais cedo chegaríamos a este assunto e estará também explicado para todo o sempre porque é que histórias à partida suficientemente preversas para ganharem vida, medrarem e botarem corpo, sobretudo este, que tende a enganar os mais incautos e a provocar grandes surpresas quando um homem, por mais avisado que possa ser, as não espera, dizia eu, que me deixei embalar na trama e no enredo, estará explicado porque é que quando cuspo para o ar, levo invariavelmente com os pingos em cima.
"É por isso, Senhor Pedro, que lhe pedia que lhe desse uma vista de olhos". Eu sabia, piadas à parte, que haveria de chegar a minha vez de lhe dar uma vista de olhos. Ao smartphone, seus labregos.
E é espantoso como em 45 segundos um tipo sabe mais do que um pai em dezasseis anos. Deve ser isto a que chamam a pegada digital.
08 junho 2013
Coisas
Há toda uma ironia cósmica quando leio um Press Release da Zynga a anunciar que o Farmville vai com os porcos...
07 junho 2013
A pátria honrai
Imaginemos que um português ganha, sozinho, o Jackpot de 100 milhões de Euros anunciado para hoje. Tem de, de acordo com a lei, entregar ao Gaspar e seus sequazes, 20% do prémio. Gostaria de chamar a atenção do legislador que nestes casos, o feliz contemplado devia estar automaticamente habilitado a ser condecorado no 10 de Junho por serviços meritórios prestados à Pátria.
Grandes momentos do Marketing
Uma empresa que anuncia na web os seus contactos de Lisboa como estando no Centro de Lazer do Campo Pequeno, sem mais nada na morada, não quer mesmo ser encontrada, pois não? Sobretudo quando está instalada no Centro Comercial do Campo Pequeno e é tão mais fácil de saber o que é e como lá chegar...
04 junho 2013
World Failurists Congress, 15 de Junho, AEP
Não sei (não sabe ninguém), se alguma vez o World Failurists Congress conseguirá ter no lote dos seus oradores, alguém tão qualificado para lidar com o erro, como o convidado que me toca por ora, apresentar. É sacerdote e os ecos do seu trabalho chegaram-nos por diversas vias. Dizem que se não cansa de remar contra a corrente. E a corrente é a pobreza contra a qual não desiste de lutar tendo em vista a sua erradicação da perspectiva do assistencialismo e da esmola. Diz quem sabe que não é meigo nas críticas que faz à Igreja por esta não partilhar os seus bens (eu acho que isto está a ficar ainda mais interessante...) e que demonstra a quem o quiser ouvir (e mesmo a alguns que o não querem) que pode ser perversa a associação Igreja/Estado nas IPSS. Dizem que o Padre Jardim Moreira é um poço de energia contagiante. É isso que queremos confirmar. Que Deus nos perdoe se errámos. Agora ide. Ide e multiplicai-vos.
03 junho 2013
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