30 janeiro 2013

Corrector e dicionário FLiP:mac 4 (Priberam)

Desde o seu aparecimento, foi sempre uma ferramenta essencial em qualquer dos meus Mac. Um corrector ortográfico desenvolvido para Mac e que foi um apoio constante para mim, ou para qualquer Mac user que dê importância ao que escreve e sobretudo à forma como escreve. Das versões anteriores, destaco sobretudo aquela que permitiu aos utilizadores de Mac OS X (Lion) compatibilizar o seu uso com o Microsoft Office 2011, mas desta vez a Priberam superou-se um pouco mais e incluiu na ferramenta um pacote generoso de novidades, as quais não tenho qualquer dúvida que serão devidamente apreciadas e celebradas...

O FLiP:mac 4 fornece ao sistema Mac OS X a possibilidade de ser acedido directamente pela App Dicionário (and there was much rejoicing!), inclui um corrector sintático e viu refrescada a base de dados de novas palavras, na ordem dos milhares! (Yeahhh!)

A instalação do FLiP:mac 4 é um processo simples e no final do mesmo o utilizador é aconselhado a reinicializar o seu sistema, para que as aplicações possam sem "informadas" da existência desta tão útil ferramenta e o utilizador deve apenas visitar a zona "Outras" para proceder às múltiplas configurações do software.

O primeiro passo da instalação, é o da escolha dos Dicionários temáticos que podem ser utilizados (ou não, a escolha é sua), pelo FLiP:mac 4



No ecrã seguinte, o utilizador é convidado a definir se quer ou não utilizar como base de trabalho o Acordo Ortográfico.



Seguidamente, e esta é uma área que inclui uma lista de novidades (ver imagem) ao nível do Corrector sintático, o utilizador define qual o grau e género de correcção que vai pretender (e devo confessar que encontrei nesta secção alguns aspectos que já não me recordava de ter estudado...). Concordâncias, estruturas, verbos, orações relativas, you name it, estão cá todas.



Como foi referido, o FLiP:mac 4 pode interagir com todas as aplicações nativas que estejam instaladas no seu equipamento e o respectivo funcionamento pode ser assegurado se, e conforme o caso, visitar as Preferências de cada uma dessas aplicações e determinar que corrector e que grafia pretende para cada uma delas. Pode não ser o seu caso, mas é o meu. Escrevo com regularidade para media brasileiros. Se até aqui usava uma grafia normalizada europeia, e entregava a correcção a cada editor, isso termina agora e já consigo imaginar-me a comprometer uma data para que (finalmente) abrace a nova grafia do meu português. Para "obrigar" todas as Apps nativas do seu Mac a usar o FLiP:mac 4 basta ir a Texto e Idioma nas Preferências de Sistema e indicar o FLiP:mac 4 como base.


Como referi anteriormente, o FLiP:mac 4 pode interagir com a App Dicionário, que faz parte do seu sistema. E isto é uma soberba bênção. De forma simples, basta indicar a referência nas preferências da App Dicionário (se quiser, pode mesmo, como eu fiz, arrastar o Dicionário Priberam para o topo da lista) e usá-lo como Dicionário de referência.


Em conclusão, o FLiP:mac 4 é uma ferramenta INDISPENSÁVEL em Mac, com um custo perfeitamente  razoável e que se rentabiliza na maioria das aplicações utilizadas pelo sistema nas operações do dia a dia, seja nas mais básicas, seja nas mais complexas.

O FLiP:mac 4 custa desde 33.33€ na licença de um posto de trabalho, (existem versões multi Mac e Estudante) e até à próxima Segunda Feira, dia 4 de Fevereiro, pode ainda beneficiar de um desconto de 30%. Para obter este desconto promocional, utilize o código FLiP:mac4 na loja Online.


Você pode ser o vencedor de uma licença FLiP:mac 4, saiba como:

Para se habilitar a uma das três licenças que a Priberam e o Reflexões de um cão com pulgas vão oferecer, basta preencher as condições abaixo discriminadas:

a) Ser utilizador Twitter. Se ainda não é, registe-se agora (é fácil e rápido). Se já é utilizador Twitter, ignore este passo e prossiga para o próximo.
b) Ser seguidor dos dois perfis @pedroaniceto e @priberam 

Entre TODOS os seguidores destes dois perfis (Recordo, @pedroaniceto e @priberam ) que tenham feito  o RT do tweet indicdo, serão sorteados três nomes (será utilizada a plataforma sorteios.org para este efeito). Após a verificação do cumprimento dos requisitos (seguir os dois perfis e Retweet), os respectivos utilizadores serão informados e os nomes dos mesmo anunciados neste blog.

Boa çorte! (Ops, sorte!)

29 janeiro 2013

Suporte 4G em iPhone 5, na Optimus


4G no IPhone 5 Já na Optimus


A Optimus é o único operador em Portugal que garante aos clientes com iPhone 5 cobertura nacional de 4G graças à rede completamente preparada para utilização total de telecomunicações móveis de quarta geração.

Com mais de 50% de população coberta na faixa de 1.800 Mhz, a Optimus torna-se o único operador nacional a assegurar aos utilizadores do iPhone 5 uma utilização 4G sem limites, permitindo assim atingir o pico tecnológico de 150 Mbps.

Tendo desenvolvido grande parte da sua rede de quarta geração móvel em Portugal sobre a frequência dos 1.800 megahertz a Optimus tem a mais robusta cobertura nacional nesta frequência, a única que permite a utilização da rede 4G neste equipamento da Apple. Até ao lançamento do 4G em Portugal, a frequência dos 1.800 megahertz era utilizada para cobertura 2G, para reforço de capacidade em áreas geográficas de tráfego de voz intenso, nomeadamente os grandes centros urbanos. Ao conseguir libertar a frequência destas funções, a Optimus tornou-se o único operador utilizá-la para a implementação da tecnologia 4G.

Os clientes Optimus podem aceder de imediato ao 4G, uma vez que o acesso à frequência dos 1.800 Mhz acaba de ser desbloqueado para todo o mercado em Portugal, bastando para isso fazer a atualização para o novo sistema operativo IOS 6.1.

Com a utilização total da tecnologia 4G no iPhone 5, os clientes Optimus com este equipamento poderão usufruir de uma experiência de utilização superior nos serviços de Internet existentes. Por exemplo, o download de um ficheiro de música ou imagem (3 MB) poderá demorar 6 segundos quando demoravam até dois minutos em 3G. A diferença também se fará sentir no upload onde a partilha de imagem com 2 MB poderá demorar menos de 5 segundos.

As velocidades superiores vão influenciar outros aspetos da experiência de utilização como videochamadas de qualidade e sem interrupções, o visionamento de vídeo HD sem interrupções ou interferências, navegação na internet a uma velocidade ímpar, mesmo com uma chamada a decorrer e o envio e receção ultra rápida de e-mails no iPhone 5, mesmo com anexos “pesados”.

Sobre o iPhone 5

O iPhone 5 é o mais fino e leve iPhone de sempre, completamente redesenhado para incluir um incrível novo ecrã Retina de 4 polegadas, um processador A6 concebido pela Apple que possibilita um desempenho ímpar e tecnologia wireless ultra rápida – tudo isto, suportado por uma bateria com autonomia melhorada. O iPhone 5 é disponibilizado com o iOS 6, o mais avançado sistema operativo móvel com mais de 200 novas funcionalidades, que incluem integração de Facebook, organização via Passbook e ainda mais suporte de línguas e funcionalidades para o Siri.

O iPhone 5 suporta também padrões wireless ultra rápidos, incluindo a tecnologia LTE e DC-HSDPA, para que o utilizador possa navegar e fazer stream de conteúdos de uma forma ainda mais rápida. Para suportar a mais recente tecnologia LTE, a Apple incluiu uma solução pioneira de single-radio LTE, que garante velocidades inacreditáveis sem qualquer compromisso para o fino e fantástico design deste novo modelo. O iPhone 5 suporta dual-band 802.11n Wi-Fi, que oferece uma experiência de navegação em wireless com velocidades até 150 Mbps.


Para mais informações por favor consulte o site da Optimus em www.optimus.pt



O que nos liga é Optimus

As desventuras do bacalhau





Português que se preze tem de ter bacalhau. Facto inalienável, coisa de genes e ADN da lusitana estirpe. Mas a coisa complica-se se o tuga está longe, sobretudo no leste da Europa, onde as temperaturas (?) atingem valores mais próprios de pinguim. É o caso do meu amigo "jlsc", que não dispensando a arte de bem cozinhar toda a posta, tem de prestar especial atenção à demolha do ganídeo, coisa complicada de se fazer em clima hostil, onde o bacalhau não pode ficar uma noite de molho sem que o cozinheiro se irrite. Este é o resultado de uma dessas tentativas de demolha quando a temperatura exterior atinge valores muito negativos. Tuga sofre...

28 janeiro 2013

Todos à Phone House

Andam-se sempre para aí a chorar que os descontos e promoções são pequeninos, às vezes de meros cêntimos, ora tomem lá esta promoção. Este alerta foi-nos enviado pelo leitor Sílvio Santos.

27 janeiro 2013

Extorque-mos


Imagem enviada por Hugo Silva

25 janeiro 2013

Wonders never cease

Estamos no início do Século XXI e acabei de ter uma conversa com um cliente, que me deixou atónito. Um diplomata de carreira, que nunca mexeu num computador (está agora a dar os primeiros passos), confessou-me que nos últimos anos, os emails recebidos no seu posto diplomático eram respondidos manualmente, em papel, e que era a sua secretária que se encarregava de os enviar.

24 janeiro 2013

Hoje caça o leitor


Nós sabíamos que isto de tocar tão bem trompete não era coisa que se fizesse sem ajudas de produtos proibidos...

TV Guia, imagem enviada pelo leitor Dídio Rodrigues

23 janeiro 2013

Mercedes 190D e catalisadores

Ontem, pela hora de almoço, houve uma acesa troca de argumentos entre mim e várias pessoas no Twitter sobre a questão dos catalisadores (ou da falta deles) em veículos anteriores a determinada data. Como poderão saber, existe uma zona de exclusão para veículos sem catalisador e filtro de partículas na cidade de Lisboa. Fiquei sem perceber se os veículos em causa poderiam ou não ser adaptados e receberem o equipamento em falta, sem o qual não deverão circular numa extensa zona da cidade. Como o número de Mercedes 190D que circulam em Lisboa como táxi é avassalador, decidi, com o devido tempo, abordar os condutores dos mesmos e colocar duas questões simples: O carro que conduz tem catalisador? Se não tem, deixa de circular na zona de exclusão? Fiquei surpreendido com as respostas. Inquiri, na mesma praça de táxis (Amoreiras), sete condutores. Todos eles responderam "Não tem" à primeira questão. As respostas à segunda pergunta foram variadas. Alternaram entre "Você está maluco?" e um afirmativo "Cague nisso, amigo!"

22 janeiro 2013

Para mais tarde recordar

Uma noite para recordar. Esta imagem que a muitos não dirá nada, é um momento humorístico dedicado a uma pessoa que, envolvida no meio do caos de um acidente de comboio, teve o sangue-frio de comunicar, de telefone na mão, o que estava a acabar de suceder. É verdade que a ortografia não foi a mais correcta, mas tudo acabou bem.

As minhas desculpas ao autor, (Henrique Macedo), pois estava convencidíssimo de que lhe tinha creditado a autoria... (Ver comentário deste post)

21 janeiro 2013

Hoje caça o leitor


Correio da Manhã, imagem enviada pelo leitor Álvaro Graça

20 janeiro 2013

Cloud Atlas

No dia em que vi Pulp Fiction pela primeira vez, calhou só ter começado a ver a fita já para lá da metade. Voltei no dia seguinte para rever o início e acabei por vê-la seguramente mais três vezes. Nunca percebi o diabólico ritmo da montagem, ficou-me para sempre como exemplo de uma história entrecortada por outras histórias. Nunca percebi verdadeiramente o argumento e condenei-o ao esquecimento, o que é paradoxal porque ainda hoje é dos filmes dos quais mais cito de memória diálogos inteiros. Condenei-o eu, a crítica e a Academia fizeram o favor de me desdizer.

Acabei de ver Cloud Atlas. Condenei-o. Vai ganhar Óscares. Escrevam isto.

P.S.- Este é o meu post mais efémero. Nem um minuto depois desta minha extaordinária previsão, o Jorge Mourinha fez o favor de me informar que a Academia decidiu ignorar Cloud Atlas na sua lista de nomeações. Sendo assim, provado que está que não ganhará Óscar algum, vai apenas ser um filme difícil, complexo, com um ritmo de montagem diabólico e que se arrisca a tornar-se um filme de culto.

Fabienne: Whose motorcycle is this? 
Butch: It's a chopper, baby. 
Fabienne: Whose chopper is this? 
Butch: It's Zed's. 
Fabienne: Who's Zed? 
Butch: Zed's dead, baby. Zed's dead. 

17 janeiro 2013

Público entrevista David Pogue

..."Porque é que não usamos os nossos nomes verdadeiros? Porque é que a nossa reputação não nos segue na Internet como nos segue no mundo real? Eu penso que devíamos suprimir gradualmente os comentários anónimos online"...

Ora aqui está uma excelente questão, que coloco a mim mesmo há anos (que defendo que a identidade online deve ser a real e legítima), um assunto que encontrei numa entrevista de David Pogue ao Público.

E a Jonas também vai encontrar passagens com que concordará integralmente...

Supermarine Spitfire


Esta entrada merecia um extenso texto, mas infelizmente não é possível. Ah, pois. Fica então apenas um par de linhas para que os interessados no avião militar Spitfire tenham esta semana, hipoteticamente, uma alegria: Os 35 exemplares deste belíssimo aparelho militar que ainda estão operacionais para voo (de um universo fabricado de 20351), podem, como num passo de magia, duplicar, se se confirmar o achado que pode estar à beira de suceder no Myanmar (Birmânia). Uma equipa de investigadores tenta, há quase 17 anos, localizar trinta e dois (repito, trinta e dois) Spitfire Mark IV novos, ainda encaixotados, que terão sido enterrados nas suas caixas de transporte por ordem de Lord Mountbatten, Comandante em Chefe das operações militares na Ásia no final da Segunda Guerra Mundial, junto a um aeródromo quase insignificante na antiga Birmânia. Estes aparelhos, que umas fontes confirmam terem sido entregues na Birmânia e outras fontes desmentem, seriam assim salvaguardados para recuperação posterior após o anúncio da capitulação do Japão. Um acordo de Estados, permitiu finalmente que as operações de escavação se iniciassem, já com algumas incidências ao nível de alguns achados em sondagens feitas no terreno. Se se confirmar o estado de novo a estrear de cada um destes Siptfire, o valor unitário de cada aparelho poderá facilmente chegar a três milhões de libras. Quem quiser seguir as notícias da equipa de escavação, poderá fazê-lo através da respectiva conta de Twitter @spitfiredig No próximo Domingo será levada a efeito uma Conferência de Imprensa sobre este assunto.

Desconheço, e faz tempo que ando para esclarecer isto, se o nosso Museu do Ar possui algum exemplar deste Spitfire (e se o tem se faz parte do lote de máquinas que ainda podem voar), uma vez que a Força Aérea Portuguesa teve ao seu serviço, um apreciável número de Spitfire, cerca de 18 unidades.

16 janeiro 2013

Navegar, navegar

No meio de um certo caos que caracterizou o meu dia de ontem, uma supresa agradável. Na localidade onde resido, um construtor de modelos navais em madeira, mostrou-me uma criação destinada a uma unidade museológica no Norte do país. Apesar de nada perceber do assunto, fico sempre embevecido com este tipo de trabalho. Chama-se Francisco Vieira e existem muitos links para os seus trabalhos a partir daqui.




14 janeiro 2013

Memórias da bola

Pedem-me, em cima da hora, um texto sobre futebol. "Para ontem". Impossível que a agenda não perdoa. Pergunto se posso usar material já publicado. Lá terá de ser. E foi. Desenterro das poeiras deste blog a história da meia de Toni. António Oliveira, a quem ainda vi jogar alguns anos e de cuja meia cheguei a ser dono.


"Não posso precisar o ano, finais dos anos setenta. Eu, ali, nas bancadas do velho Estádio da Luz a sofrer e a torcer pelo nosso Glorioso debaixo de um sol inclemente. Era dia de jogo de título, em casa contra o Vitória de Setúbal, os dois pontos davam e sobravam para garantir o Campeonato, coisa que estava a minutos de acontecer. As bancadas em glória e júbilo a uma voz que recordarei enquanto viva e mesmo depois de morto não posso garantir que as esqueça, oitenta mil em uníssono "BEN-FI-CA, BEN-FI-CA" compassadas com as épicas patadas no cimento das arquibancadas, era o Inferno da Luz, aquilo era arrepiante, vinha lá do fundo do ser e marcava-nos a todos, arregimentando a erecção de todos os pelos, mesmo aqueles que no meu caso ainda estivessem por nascer e haveria de se provar mais tarde que assim era por força da penugem pouco mais que imberbe que tardava em fazer-se anunciar. Há num sector quem derrube a rede da vedação, ali estou eu, hooligan à espera de acontecer, a pensar para com os meus botões "Vou lá para dentro? Não vou?". O tanas que não vou, esguio e magro passo pelos intervalos da turba e ali estou eu no momento seguinte em cima do relvado, o mágico tapete sagrado que o comum dos mortais encarnados de alma e muito mais de coração não ousava sequer pensar vir a pisar. 

Ali estou eu, eu e mais uns milhares, comprimindo-se na linha lateral à espera do apito final, uma imensa mole nervosa a pensar em filar um jogador, capturar um troféu, um símbolo, qualquer coisa que provasse a quem me quisesse ouvir "Eu estive lá, ora babem-se!!". À medida que os minutos iam escorrendo dos velhos relógios de ponteiros brancos dos velhos marcadores do estádio, a multidão ia-se chegando mais um pouco, lembro-me de ter sido empurrado para lá da linha lateral e ter ali, à mão de semear, os meus heróis, era só esticar um braço e tocar neles. Ouviu-se um apito estridente, deu-se o estampido, toda a gente corre para agarrar não se sabe bem quem, eu tinha ali bem perto o Toni, o António da Conceição, espera aí que já te agarro, eu mais uma dúzia despimo-lo num ápice, filei-lhe uma meia, não houve tempo nem cabedal para mais, ele debatia-se para se tentar livrar daqueles abraços titânicos e foi mesmo debaixo dos meus braços que ele gritou, berrou mais apropriado seria dizer: "O JOGO AINDA NÃO ACABOU, CARALHO!", coisa que me deixou em estado de choque, porque não é todos os dias que vemos um Deus a blasfemar, aprendiz de hooligan, e ali estou eu chocado e quase envergonhado pela minha precoce invasão de campo (tinha sido apenas assinalada uma falta...), sem saber o que fazer perante aquela situação estranha, e lembro-me do inacreditável, era a única coisa que poderia fazer para emendar o erro estúpido, estendi a mão ao Toni, devolvendo-lhe a meia, acto espúrio e irreflectido, não pela devolução, não por mais nada, mas sim porque quando estiquei o braço tentando ingenuamente reparar o meu erro, nesse preciso momento um galfarro gordo e suado ma roubou da mão, a meia encarnada suja e suada, saque de cuja glória só pudera ser corsário durante uma fracção temporal."

Hoje caça o leitor


Diário de Notícias.

13 janeiro 2013

Queres um logo? Eu dou-te um logo


Não é a primeira vez que vejo isto suceder, não vai com toda a certeza ser a última. Alguém, numa redacção recebe a incumbência de ilustrar uma notícia e começa pela maneira mais simples, a de ir pesquisar à Web por um logótipo. É exactamente o que sucedeu neste caso, que aliás não é virgem nas páginas deste blog. No caso, a notícia de uma pessoa que em má hora sofreu um acidente e foi levada em estado crítico para o SAP de uma determinada localidade. Quer dizer, o corpo da notícia diz que o acidentado foi levado para um Serviço de Atendimento Permanente, mas a avaliar pelo logótipo, levaram o homem para uma multinacional de informática, onde uma equipa de consultores lhe deverá ter feito um orçamento de implementação que o deverá ter morto de susto...

Esta preciosidade é do Correio da Manhã e foi enviada pelo leitor Duarte Vaz Pinto.

12 janeiro 2013

Beg your pardon?

Expresso. Imagem enviada por Pedro Rosário

11 janeiro 2013

Primeiros oradores WFC

World Failurist Congress (III)

World Failurist Congress (II)

World Failurist Congress (Comunicação)

World Failurist Congress (first ever!)


Abracei a ideia deste Congresso desde a primeira abordagem da organização. Fartinho da conversa temática de "Entrepreneurs", "Alavancagem" e outro vocabulário similar em eventos variados, é absolutamente refrescante haver quem queira falar dos seus falhanços. Dos erros. De tudo o que correu mal e que convenientemente fica de fora da maior parte dos eventos onde só nos contam histórias que terminaram bem. Por falar em erros, este cartaz tem um. Ainda assim vai ser publicado. É o primeiro espectacular falhanço deste evento. Existirão mais. Muitos mais. Mas é isso mesmo que se pretende.

E estejam atentos à lista de oradores. A organização vai falhar alguns, mas os que sobrarem errarão condignamente. Mais informação na página Facebook do evento, no site falhado ou no Twitter

09 janeiro 2013

Time travel


Jornal i. Imagem enviada pelo leitor Ricardo Batista

Arrábida da Serra ao Mar

Imperdível. E deve ser a ficha técnica em que alguma vez reconheci mais nomes de amigos e conhecidos.

08 janeiro 2013

Adobe CS2 Grátis

Depois não digam que eu não avisei: A Adobe decidiu oferecer o seu obsoleto CS2 de forma inteiramente legal. Não é má política e uma boa oportunidade para quem quer começar a dominar a ferramenta.

Esclarecimento: De facto esta "abertura" corresponde à saída de cena dos servidores de activação. Do ponto de vista legal, o CS2 disponibilizado destina-se a reinstalações de utilizadores que já o tivesse legalmente adquirido.

07 janeiro 2013

E eventualmente em "dólas"


Funchal. Imagem de Ana Ferreira

Assim fica explicadinho

Diário de Notícias do Funchal. Imagem da leitora Ana Ferreira

Pá: É fácil!


04 janeiro 2013

Why you should not buy from Fanzter




All things considered, we all buy iOS Apps. That's right, we, the platform users once less favoured by the Gods of Software, very well known as the "weird computer users" are now a very shiny milk cow to a lot (and I mean a lot) of software developers. Yeah, we buy apps by the dozen and everybody seems happy about it. Yeah, we pay a few bucks (once, cents) and we play or work or simply trash the hell out of software. Yeah, we're iOS users and we feel like Kings of the World.

But, then, once in a while, there comes a bump on our merry software road. You buy an App, you are pretty fond of it and one day, out of the blue, the company disappears or, more commonly is bought by another company. That's exactly what happened to me and one of my iPhone Apps. The culprit's name is Summizer, a Twitter trend search code that was sold by a software developer once named Mustache. Years rolled by, a lot of work was produced using it, God I wonder what other piece of compiled bits and bytes could be more productive to my goals. I loved it (I still do even if it is no longer working) since the dawn of iOS6.

We all know the bottlenecks of a major Operating System release. Things should be tested, things will stop working, users will get (really) pissed of by the nuisances. That's life, and a user's life is pretty full of these moments. Summizer was just one of those less happy stories. It just stopped working regarding vertical scroll, seems no big deal but in fact it was, as it prevented me to continue to hold a few consecutive watchdog searches on that huge information yard named Twitter.

Users will try to get in touch to the developer, been there, done that, just to know that the company has been sold. In this particular, Summizer the App, continued to exist, maintaining the very same name, under the authority of a new owner named Fanzter. Pretty cool, hum? Let's get things running and use a Fanzter support ticket in order to let them know that there are problems with their software.

As a matter of fact, they were quite aware of it. Swift answer "Please hold for an iOS6 update, it will solve the problem" and they did, a couple of weeks longer than expected. Yeah, I am gonna ride it again, baby!. Things are never so simple. The day I've got an email from Fanzter saying that the update was available, it did not showed up on my devices. Took me a couple of hours to clear that out, I was pretty sure I had bought it (yeah, legally!) but as I use a pair of iTunes Store accounts and I am constantly switching from the US Store to the Portuguese counterpart, perhaps it was my fault. It was not. Another link on the Fanzter support chain "Hey guys, I have no update showing up, I did bought this app, how can we solve this?".

It seems they will not solve this. Fanzter's answer is frustrating.

"Hello Pedro,
It appears you may have purchased Summizer when it was offered by Mustache Inc. It was purchased by Fanzter and rewritten and updated for newer iOS devices, and released as a new app. The original Summizer is not supported by Fanzter. Please check out the current app!"

No guys, I will not check the current app. Yes guys, you answered me questions about the earlier Summizer version. I bought the Summizer App before you brought the Mustache company. When you bought it, you bought the customer base, their products and their activity. I am sorry if you regret that but it's not my fault. You maintained the name of it for a reason, it keeps beeing named Summizer, right? Does the same thing than it did before, right?". That's not my fault. I am not angry about the value, I am angry about the lack of atitude towards customers. After all, if you do this with a cents app, what should I expect in the future?

You are about to lose a customer.

Worst than that you are about to lose a customer's trust.

03 janeiro 2013

Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias

O Curso de Mestrado em Engenharia Informática e Sistemas de Informação da Universidade Lusófona endereçou-me um convite que muito me honra, o de ser orador no âmbito de uma das cadeiras do respectivo Curso. Assim, no dia 9 de Janeiro, estarei na Lusófona onde me juntarei a uma lista de enorme calibre à qual estou ufano de pertencer, na companhia de algumas estrelas das TI nacionais.

02 janeiro 2013

One day

How to date a PR professional

Não é necessariamente uma coisa boa, mas que é TÃO verdade...

Não fui eu que inventei

"Mudei o pin do meu iPad e agora não me lembro dele. Tentei tantas vezes que o iPad agora está bloqueado e não consigo aceder. Lembrei-me de ligar para aí para saber se têm forma de o saber junto da Apple".

É isto o "Consumer Market"? Eu passo...

Renovação automática da Carta de Condução

De cinco em cinco anos, aproximadamente, vem um conjunto de iluminados (nenhuma graçola incluída), estabelecer novas regras para os encartados e respectivas renovações dos títulos que nos permitem (a uns melhor de que a outros) conduzir as nossas banheiras. Todos os condutores deste santo país sabem, (uns mais do que os outros) a enorme confusão que foi o último pacote de alterações, sobretudo na caducidade de cartas de condução de pessoas acima dos 50 anos. Ontem, as mentes legislativas fizeram entrar em vigor um novo pacotinho mais ou menos imbecil. E pergunto: Para que serve uma Renovação automática de Carta? Para me fazer perder tempo? Para preencher um papel inócuo que conterá informação que a entidade responsável pela emissão dos títulos até já tem? Para me sacar uma nota? Não seria preferível, mais produtivo e honesto mandarem-me um envelope RSF onde a malta metia os Euros e devolvia ao remetente? Sem me fazerem perder tempo com parvoíces? Bem basta o tempo que perderei quando aos quarenta e nove e meio eu tiver de pedir a um médico amigo que ateste por sua honra que eu não estou balhelhas, que mexo as pernas e os braços e mais um ou outro apêndice. Médico que não me examinará (nem a outros milhares de portugueses), mas que receberá o respectivo honorário. É a Economia, estúpido!