30 Abril 2010

Margem Sul State of Mind

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29 Abril 2010

Thoughts on Flash

Uma nota pertinente e importantíssima de Steve Jobs em relação ao uso do Flash em parte importante da linha de produtos Apple. Providenciarei, mais tarde, a respectiva tradução.
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28 Abril 2010

A origem das expressões

"Muita merda!", é uma expressão bastante conhecida dos meios artísticos que é utilizada como forma de expressar sucesso e felicidade a um profissional de espectáculo. Diz-se mesmo que é mau hábito desejar "sorte", por ter efeito contrário ao pretendido. Apesar de existirem várias versões para a origem desta expressão, a mais encontrada nas minhas referências prende-se com o facto de nos Séculos XVI e XVII a maioria dos frequentadores de salas de espectáculo pertencer a uma classe social que se deslocava em carruagens puxadas por cavalos. De facto, parece razoável pensar-se que quanto maior fosse a assistência, mais carruagens circulariam na rua do teatro, gerando assim uma maior quantidade de excrementos de animal nas ruas. Uma maior assistência proporcionaria aos actores maiores receitas, sendo assim instituído o hábito de desejar "Muita merda" a um artista que se prepare para entrar em cena.
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O caçador de pérolas

..."acerio, ela veio cá"
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Ouvi dizer

Ouvi dizer que o meu optometrista vai fazer uma Pós-graduação.
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E pensava eu que tinha reuniões longas...

Imagem Expresso, enviada por Duarte Vaz Pinto
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27 Abril 2010

O caçador de pérolas

..."é excelente, já o tanho há dois anos."
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O caçador de pérolas

"...pois tais valores devem-se a facturas imitidas anteriormente."
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A Stuff mente? (Decida você mesmo)

É possível que uma publicação faça um artigo de "review" de um equipamento sem o ter testado? Duvidamos que seja. É possível apontar um "defeito" de forma leviana e mal intencionada, dando a sensação de que o equipamento não foi testado? Não tenho dúvida nenhuma.

Mas a questão inicial, que se aplica a esta situação é: "A Stuff mente?" De que outra forma se justifica que a afirmação produzida, a de, recordo, "o ecrã é tão brilhante que ler será cansativo"? Como é que, tendo utilizado (deduzo eu, por ventura ingenuamente) um iPad para esta "review" possa ter escapado ao arguto olhar jornalístico o comando de controlo de brilho (que, recordo, leva o brilho de 0 a 100%)?


Que para o Editorialista, que é simultaneamente o Director da publicação, o iPad seja designado como uma "coisa", (uma das mais brilhantes "coisas" que Cupertino já produziu e à qual dedica várias páginas da publicação), isso já é algo que não discuto embora registe a deselegência. Limito-me a observar factos. E os factos dizem-me que, o comercial que a Stuff me enviou para me vender publicidade de uma determinada marca, me ofereceu um exemplar da revista Stuff onde estas admiráveis afirmações são produzidas.
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III ENEMC (My mistake)

Como até os mais distraídos perceberam, decorreu no passado fim de semana o III Encontro Nacional de Estudantes de Marketing e Comunicação. Não é segredo que fui um dos oradores e às dez e meia da manhã, (sort of), subi ao palco do auditório para falar de Apple e de alguns dos aspectos de marketing cuja experiência acumulei ao longo de alguns anos. Não gosto de fazer palestras durante a manhã. Não é uma mania, sempre achei que o discurso e as ideias fluem melhor noutros horários, e nem sequer me posso queixar porque fui eu mesmo quem escolheu o horário de participação. Não é só uma questão de fluência e frescura de raciocínio (quem acha que falar em conferências é uma questão de scripts decorados pode ir andando que mais tarde ou mais cedo terá um lindo enterro...) vai um pouco para lá disso.

A interacção com a plateia jovem (que a um Sábado de manhã tem fortíssimas hipóteses de ainda estar semi-adormecida...) pode não ser imediata, dizia que que a interacção se quer imediata e que uma recepção mais morna ou mesmo fria pode comprometer o arranque de uma palestra. Centrei-me nos aspectos que poderiam cativar a assistência. Ao contrário do que se possa pensar e conheço muito profissional que não partilha da mesma opinião, dos desastres de palco (sim, já tive alguns e entre eles alguns que foram épicos), retira-se muitíssimo material para estudo posterior e com o tempo aprendemos a usar alguns desses exemplos negativos e a exorcizá-los de forma definitiva. Ali o importante, mais do que "vender o meu peixe" (coisa que como sabeis, acabo sempre por fazer...) era transmitir experiências e mesmo que por vezes o tenha feito de uma forma algo dura ou violenta, mostrar que nem sempre a teoria condiz com a prática quando estamos sob fogo na vida profissional real. Dois momentos que considero chave nesta palestra (são de facto três, mas um é menor a bem dizer...): Apesar de a plateia e o ambiente não serem hostis (que las hay, las hay...), houve um ponto chave no período de Q&A (Perguntas e Respostas). Há uma consideração vinda da plateia que referencia negativamente o produto em foco. Ao palestrante cabe decidir numa fracção se ignora o comentário e segue "strictly as planned" ou o contrapõe e parte para uma "briga" de resultados imprevisíveis. Tomei a minha opção, mas deixem-me (antes de explicar qual) quais os pressupostos. A um orador sob fogo da plateia cabe equacionar se a) Acredita firmemente no argumentário que defende B) Se o produto lhe dá confiança para partir com ele para a "guerra". Nem sempre os pontos coincidem e se for o caso, cabe ao orador defender-se e escolher um plano de fuga de uma situação negativa. (Podem sempre usar o argumento de que não há tempo, ou de que será preferível discutir o assunto no aftermath da sessão). Se não acredita firmemente e não tem experiência do assunto que defende em palco, proteja-se, os resultados podem ser devastadores se você perder a confiança da plateia. Por isso mesmo, quando um dos participantes do encontro se referiu ao produto (Numa pergunta retórica, na qual não vislumbrei maldade) como um "tijolo tecnológico", tomei a minha decisão. Guerra com ele. Exemplos práticos de como fazer, de como produzir, de como tentar reduzir a pó a referência negativa. E só decidi partir para o confronto directo porque já tinha tomado o pulso da plateia. Sabia, por experiência, que se se contarem aliados na assistência no período de Q&A, tudo será mais fácil. Sim, deveria ter, qual treinador de futebol, interrompido ali a sessão e ter explicado o que se deve ou não fazer numa sessão de confronto. My mistake! Também eu, deslumbrado com a oportunidade de "ver sangue", me entusiasmei com o despique e parti para a luta verbal. Do ponto de vista pedagógico perdeu-se ali mesmo uma boa oportunidade de ensinar os participantes a contornar uma dificuldade que não estava no script. (Para quem esteja agora a ler isto e tenha participado na sessão, é uma boa nota para tirar...). O segundo momento é um faits-divers mas é algo que tenho testado intensamente ao longo das últimas conferências que tenho proferido. Estou a fazer uma "cura" de multimedia e invisto cada vez mais no conteúdo oral e menos nos aspectos gráficos. E faço-o porque passei a entender nas minhas próprias formações um desinvestimento na área da pirotecnia de slides e num enriquecimento da matéria a comunicar. Desde Coimbra há uns meses que tenho experimentado receitas nesta área e os resultados têm sido entusiasmantes. Já nas Jornadas de Marketing do ISCAP, nesta mesma semana tinha produzido bons resultados e foi repetida a experiência. Proporciona um ambiente mais informal, é mais cativante da atenção da plateia, mas não é recomendável a quem não domine na íntegra a capacidade de comunicar e raciocinar em simultâneo. Se não tem material gráfico de apoio, o perigo da "branca" é maior, e a fluidez pode ser comprometida. Tenha isto em atenção...

Apontei, nos minutos que reservei à auto-análise desta palestra, uma ou duas falhas que devem ser focadas e corrigidas em sessões futuras: No período de Q&A um dos assistentes dirigiu-se-me em língua inglesa e pediu explicitamente (por provável cortesia para com a restante plateia) que respondesse em português. Ignorei o pedido e respondi na mesma língua em que fui interpelado. Não viria nenhum mal ao mundo por esse facto, não se tivesse dado o caso de a resposta se ter alongado bem mais do que era suposto. (Nota pedagógica: Se você não avaliou os conhecimentos linguísticos da plateia durante o "warm-up" da sessão, é um risco desnecessário que pode perfeitamente dispensar (Veio-me à memória uma sessão em Albufeira que foi conduzida smultaneamente em inglês, português e francês. Apesar de ser fluente nas três línguas, foi um pesadelo que dificilmente voltarei a repetir, se sobretudo estiver sóbrio...). A segunda falha, também no período Q&A, deveu-se a uma percepção por ventura incorrecta da própria pergunta (Targets e segmentações de mercado), que foi respondida com alguma brutalidade. Recordo-me de ter usado a frase "Show me the money!" para justificar as apetências do mercado mass-consuming. Teria hoje respondido de outra maneira, talvez de forma mais delicada. Não sendo relevantes estas questões, são ainda assim parte do meu balanço.

Um último ponto sobre a pedagogia, no capítulo "Má imprensa", tema que levantou algum interesse dos participantes. Dei alguns conselhos sobre a matéria, mas não exemplifiquei em detalhe. Surgiu-me hoje, no decorrer do meu dia de trabalho a possibilidade de o fazer, e se tiverem a paciência necessária para ler o meu próximo post neste mesmo blog, poderão, quem sabe aprender alguma coisa.

Já tive oportunidade de me dirigir à Comissão Organizadora do III ENEMC e felicitá-los pelo evento. Renovo essas felicitações e do mesmo modo quero saudar o Prof. Luís Veríssimo (Projecto Manhattan), o orador que me antecedeu pela colaboração prestada durante a sessão.
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Vandalismo urbano



Tenho de confessar que me ri, imediatamente antes de me zangar. Anteontem Lisboa acordou (ainda) mais vandalizada. Mesmo que tenha achado graça à mensagem (que achei...), não perdoo a utilização do suporte. Chega de sujar as peças do nosso património. Isto causa-me uma tristeza imensa... Fotografias de Madalena Mota
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Coisas que me agastam

Porque é que ninguém prende a Marginal?
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Do riso

Ricardo Araújo Pereira e a questão de Deus (3) from Pastoral da Cultura on Vimeo.

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Cartas

Ouvi dizer que os Coríntios se queixaram de S.Paulo por causa do SPAM...
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26 Abril 2010

Onde estavas no 24 de Abril? (III ENEMC)

Tenho bastante a dizer sobre a minha participação no III Encontro Nacional de Estudantes de Marketing e Comunicação, mas não é oportuno neste momento, pelo que para já, ficam as primeiras reacções no Facebook.
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O caçador de pérolas

Estou cansadinho de vos dizer, o verdadeiro caçador de pérolas é o Terra Ruim, que hoje me brindou com esta magnífica peça. Queiram por favor observar que isto das protecções tem muito que se lhe diga. Porque há protecções diferentes para operários e para engenheiros. Sim! Que os operários suam e os engenheiros transpiram... Mas ambos têm uma particularidade que despertou o meu interesse. São ambos "alcochoados" e isso, como sabemos, não tem preço. É das coisas sem preço que alimentamos o espírito.
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Dá-me uma gotinha d'água...

Para o caso de um dia destes ir dar uma voltinha espacial, ou mesmo para épocas de seca. Não perca este negócio, está quase nova. (Não sei se pode pagar às pinguinhas...). Link enviado por A.R. Ray
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Lado B (Bruno Nogueira)




Aquela jovem que está à direita do Senhor do Bolo no ecrã de um garboso iPad é a mãe do meu neto. Pumbas! Bai busqu'álas!
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25 Abril 2010

Oh Ilda!

Minas de S- Domingos (Mértola). Imagem enviada por Matt.
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At your Service

"Na altura, o que era preciso resolver-se, resolvia-se. No matter how."
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24 Abril 2010

25 de Abril, SEMPRE!

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Coisas que me agastam

Alguém me explica o que é que aquele relógio de cozinha faz na nave principal de uma das mais belas igrejas do país? Refiro-me à Igreja dos Clérigos no Porto. E perdoem-me se por mero acaso aquilo for uma obra de arte. Parece mesmo um relógio de cozinha...
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O caçador de pérolas

Imagem enviada por Patrícia Lousinha
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23 Abril 2010

Who let the dogs out?




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Olha! Não agiram em conformidade...

São oito e trinta e cinco da manhã e ninguém agiu em conformidade. Que engraçado...
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22 Abril 2010

Act accordingly

Uma das frases que mais ouvi este ano e que mais me vai custar esquecer, é "Agir em conformidade". É uma expressão bonita, melodiosa até, e por norma é acompanhadas de um sorriso sardónico e de um enorme barrote com pregos. É algo que se escuta amiúde e que tem origem nas cordas vocais de agentes de mercado com quem tenho profundíssimas diferenças religiosas (por norma acham que são Deus mas eu tendo a discordar...). Se fazes algo com que esses seres ditos superiores não concordem, lá tens de "agir em conformidade". É o caso de pequenas brigas comerciais. Se uma grande companhia dá ordens para que sejam banidas das páginas Web as referências a um dado equipamento e essas indicações são infringidas aqui ou ali, lá vem a frase "Agir em conformidade". Eu, ser pequenino e quase insignificante neste contexto, que já não tenho idade nem paciência para me cansar com estas coisas, piso aqui e ali, apalpo mais adiante e acabo, por via do barrote com pregos, por agir em conformidade. Mas hoje vou sentar-me no sofá e ver outros agir em conformidade. Ou não.
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Onde estavas no 24 de Abril?

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21 Abril 2010

O caçador de pérolas

Diário do Sul, imagem enviada por António Bento
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10ª Jornadas de Marketing ISCAP

Há lá coisa mais gratificante do que ter uma larga plateia "agarrada" durante uma hora? E teres um Q&A quase tão longo como a Conferência em si mesma?
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20 Abril 2010

Ninguém pára o Benfica!

(Nem mesmo um problema de hardware da fotógrafa do Melhor Clube do Mundo...)
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19 Abril 2010

Planeamento estratégico

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Guidelines


Se tivesse sido outro o autor de uma composição de exposição como esta, não daria nem cinco minutos a que tivesse no meu email uma velada ameaça caso não agisse em conformidade...
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18 Abril 2010

O vulcãozinho

Como estais estafados de saber, anda por aí cinza vulcânica a dar cabo da paciência dos viajantes. O vulcãozinho islandês dá pelo singelo nome de Eyjafjallajökull, coisa bonita de se tentar dizer sem duas distensões na língua. Mas este blog presta serviço público e ajudará os seus leitores na correcta pronúncia.
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17 Abril 2010

O dia em que o Metro tremeu!

Rezará a História que num dado dia, a uma dada hora, dois cidadãos de Lisboa puseram as mãos nos comandos de uma ML99, a sexta geração de material circulante do Metropolitano de Lisboa e partiram para o desconhecido, sendo que o desconhecido é algo que ficava a 1000 metros de distância. Sim! Nós tínhamos preferido acelerar linha Amarela abaixo e tentar, quem sabe, levar o Metro até Cacilhas (To infinity and beyond!), mas cedo se verificou que era missão impossível. Pedro Aniceto e João Correia (a.k.a. Botinhas) deram ainda assim o seu melhor e não deslustraram a reputação de dúzias de gerações de maquinistas numa impressionante demonstração da arte de bem cavalgar toda a sela. Primeiro João Correia, e atente-se no seu ar profissional de quem conduz composições de Metropolitano (com passageiros!) no intervalo de colocar satélites no espaço. Depois eu mesmo, com ar de quem percebe tanto do assunto como o João, mas em menos...

Uma belíssima visita às Oficinas do Metropolitano de Lisboa, mais a mais dispondo do tempo, paciência e sabedoria de um dos nossos anfitriões, Amílcar Messias de seu nome, a quem agradeço uma vez mais a infinita paciência para responder às questões mais inteligentes (as minhas) ou às menos felizes (hint! hint!). Uma chamada de atenção para a exemplar recuperação da ML7, a pioneira geração de material circulante do Metropolitano, com uma composição em depósito museológico que fará os mais nostálgicos reviver outros tempos. Foi a minha primeira memória como passageiro e fará muita gente reviver o passado.
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Oh simple things

Há muitos, muitos anos fui ao Circo. Deve ter sido a única vez que em criança me proporcionaram um espectáculo destes. Não o lamento. Provavelmente foi por isso mesmo que a vida me compensou com a visão periódica de palhaços. Não me recordo de muito, salvo que era no Coliseu e que havia um palhaço que fazia truques de ilusionismo. Um palhaço rico. Invejei-o durante anos. Não por ser palhaço, não por ser rico. E foi provavelmente por isso que periodicamente encontro palhaços, dos ricos, a fazer truques de ilusionismo. Adiante. O palhaço rico pegava numa folha de papel de jornal e fazia um cartucho enorme. Pegava num jarro de vidro cheio de água e despejava-a para dentro do cartucho e para espanto dos presentes desenrolava a folha e de dentro dela nem uma gota de água. Voltava a enrolar o cartucho e a água reaparecia (magia!) e era devolvida ao jarro de vidro transparente. Aquele truque e a sua mecânica perseguiram-me durante anos. Mais do que uma vez a minha mãe se zangou comigo por eu usar o seu jarro de vidro de servir àgua à mesa, porque eu achava, ingenuamente, que ele era peça preponderante do embuste. Mais do que uma vez fui obrigado a secar o chão do meu quarto, eterno palco de experiências de todo o género, da água que teimava em não desaparecer de dentro da folha de jornal. Com os anos, acalmei. Conheci ainda mais palhaços, ricos e pobres, e gente que vive de ilusão. Um dia, já bem mais crescido pude trabalhar com um mágico. Conheci-lhe segredos, desvendei truques e manhas. Li-lhe a arte. Certa tarde, ao vê-lo ensaiar um número similar ao da folha de jornal e do jarro da água, recordei-me de tudo. De tudo. Dos anos de canseira em busca da verdade. E perguntei-lhe. Perguntei-lhe como, propus-me saber tudo sobre aquela ilusão irritante que permanece em mim como uma cicatriz no cérebro. E ele, naturalmente, explicou-me. Foi pena. Depois de saber como, a ilusão desapareceu. Nunca mais houve magia, encanto ou mistério. É por isso que nunca mais perguntarei como. Prefiro não saber. O nosso encantamento das coisas que não sabemos como se fazem é muito mais saboroso do que a verdade. Palhaços!
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16 Abril 2010

Filosofia de estrada

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15 Abril 2010

Divórcios

Dois amigos que se reencontram depois de muitos anos de afastamento, aproveitam para colocar em dia as novidades de cada um. "Eu casei, divorciei-me e já fizemos a divisão de bens". "E os miúdos?", perguntou ele. "O juiz decidiu que ficariam com aquele que recebesse mais bens". "Ah! Entendo. Ficaram com a mãe?". "Não, pá! Ficaram com o advogado!"
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14 Abril 2010

Sete pontinhos, Senhor Jesus!

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Lado B (Bruno Nogueira)

O dono do "Senhor do Bolo" vai ter no ar um talk-show no próximo Domingo, na RTP1, por volta das 23:00 Horas. Força, Bruno, "muita merda".
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Here we go again! (iPhone)

Perdeu um iPhone 3GS? Sabe de quem tenha perdido um? Peça à pessoa em questão que me contacte, enviando IMEI ou Serial Number do equipamento. Pode ser (novamente) o seu dia de sorte...
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Havemos de ir ao Vianna

Faz tempo que não bebo um café no Vianna em Braga. Mais precisamente na esplanada que, da última vez que o visitei, estava sob as arcadas do edifício. Agora parece que lhe mudaram o local e passou a ser uma esplanada sobre as arcadas. Um alerta de Jorge Laranjo
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13 Abril 2010

Revenge is a bitch!

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O caçador de pérolas

A Bola. Imagem enviada por Luís Palma
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12 Abril 2010

Isso mesmo!

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11 Abril 2010

Os camisas vermelhas

Não será novidade para ninguém, mas na Tailândia existe um protesto social anti-governamental de um grupo oposicionista que é denominado "Movimento dos Camisas Vermelhas". Manifestantes vestidos dessa cor, têm protestado com mais ou menos veemência frente a símbolos do poder tailandês, sobretudo em Banguecoque, capital do país. O fotojornalista Julian Abram Wainwright captou imagens de um desses protestos, no momento em que os manifestantes rezavam em homenagem às vítimas que infelizmente já se contam, resultantes dos confrontos com a polícia... É uma belíssima camisa vermelha a que o senhor veste! Imagem do SOL, enviada por Ricardo Martins
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Oh simple things

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10 Abril 2010

Havia uma Deusa no meu banco (Revisto)

Texto publicado em Dezembro de 2008

Dez por cento dos rascunhos gerados por este teclado, textos que anseiam um dia crescer e tornar-se em posts são apagados sem retorno ou jazem para sempre no limbo dos meus Drafts do Blogger. Porque me arrependo e se for verdade que só se salva quem se arrepende, eu cá estou safo por mim e por mais três; porque chego a um ponto em que me embaracei tanto na narrativa que não há volta a dar, ou porque perco a vontade de o concluir por qualquer outra razão. A minha pasta de rascunhos é uma espécie de vala comum da inspiração, um Purgatório onde as almas dos textos que nunca foram e dificilmente serão, vagueiam em apagadas tristezas. Uma das principais razões que levam um número razoável de prosas ao supremo sacrifício leminguístico da rocha Tarpeia é a incapacidade de transmitir fielmente ao leitor algumas emoções e/ou sentimentos. Há parágrafos que são como bifes nervosos, mesmo cortados em pequenos pedaços, sendo moídos e mastigados por diversas vezes. vão perdendo a forma original sem nunca melhorarem, quanto mais embrulhados mais enjoam, a escrita e a leitura torna-se penosa até ao golpe de misericórdia, o dedo médio que se abate sobre o Delete, o criador que esmigalha a obra, brincar aos Deuses com as teclas tem sempre incluída esta massagem ao ego.

Este intróito serviu para duas coisas: a) Comprometer-me com a própria escrita, fazendo-me hesitar no esquecimento a que poderei votar as linhas que se seguem b) Aumentar as expectativas do leitor até um ponto em que não consigo alcançá-las, vulgo "estás a arranjar lenha para te queimar, sarna para te coçar, curto pano para manga tão comprida, fraco pavio para demasiada dinamite". Parece-me derrotada a estratégia e ainda nem montei o cavalo nem alinhei os exércitos.

Voltemos à vaca tépida: Como é que se passa a palavras o efeito que uma mulher bonita, anónima, que nunca vimos, mesmo que em sonhos, mesmo que nesses sonhos, provoca num homem? É difícil, bastante difícil. Os mais simplistas diriam "está ali uma gaja boa", era um facto, estava mesmo, com papas e bolos se enganam os tolos, o dito não é meu, é de um trolha que hoje ouvi conversar com o empreiteiro. Talvez o tenha pedido emprestado a alguém, afinal era um trolha e não se pode construir um post com tão fraca matéria, mais a mais ninguém me daria crédito, mesmo que a gaja fosse efectivamente muito boa e tivesse provocado no trolha uma sensação que estou agora em palpos de aranha para descrever num post, coisa que o empreiteiro faria com outra arte, quem sabe um "está ali uma gaja mesmo boa", o que parecendo que não é uma outra forma de expressar o mesmíssimo sentimento, mas com um pedacinho mais de entusiasmo narrativo.

Penso que já perceberam onde quero chegar: Há instintos básicos que todos temos, aumentos de temperatura que todos sentimos mas que se tornam por vezes um inferno de descrever, mais a mais se nos atrevermos a dar à obra um certo estilo que vá além da forma básica da ideia. A verdade é que estou há imenso tempo a pensar na melhor maneira de vos dizer que hoje encontrei uma mulher lindíssima e não consigo deixar de pensar que era uma gaja mesmo muito boa...

Avancemos: Quando entrei na gelada agência da sede do meu banco, por detrás do balcão deslizava uma Deusa, parece que estou a ver o trolha a salivar, eu mesmo pareço estar a salivar mas mentalmente, estou apenas e por delicadeza com o leitor a ser um nadinha mais discreto, o trolha nem estava lá, se bem se recordam estava a falar com o empreiteiro a grande distância dali, apenas o pedi emprestado, a ele e ao dito, para exemplificar um pensamento. Uma Deusa, repito, a deslizar por detrás de um balcão de uma agência bancária, dir-se-ia que deslizava, não lhe vi os pés e duvido que os bancos admitam funcionários que se desloquem descalços por detrás dos balcões, ainda que sejam Deuses, mesmo que sejam a própria sede da instituição, demos-lhe algum crédito, ao próprio banco ou ao narrador.

Lá fora chovia, lá está mais uma expressão roubada, mas não era de noite nem eu estou sentando à máquina de escrever, lembro-me de ter sacudido alguma água do casaco quando a vi, se bem que uma coisa não esteja com esta última relacionada. Um vestido cingido a realçar as curvas do corpo que se deixavam ver, um despido fingido a realçar as curvas que nem se viam, há momentos em que todos, mesmo todos, temos um trolha dentro de nós.

Disse ao que ia. Ela sorriu nem sei porquê, talvez cortesia profissional, era um pedido difícil e implicava a abertura de um cofre, cá para mim e para os meus botões pensei bem que podia o cofre demorar-se o dia inteiro a abrir, por quem sois. Pois abriu-se-lhe mais depressa o decote que o cofre, cá está, uma frase que precisa mesmo de ser requalificada apesar de ser verdade, ninguém pode escrever assim a cru desta maneira, poder pode, dever não devo, se os olhos também comem, dizem, é feio interromper aos mortais a refeição, deixa-me tirar-lhe os olhos do peito semi descoberto, não tarda estou a salivar e não é só mentalmente. Faço conversa de ocasião, estou ali eu encostado ao mármore gelado do balcão, um festim visual à minha frente e estou propositadamente a esquecer-me do senhor Neves que devia ser um gerente, mas que para aqui não é chamado a não ser quando ela lhe pediu que fosse abrir o preguiçoso do cofre e fê-lo, juro, com voz de Jessica Rabbit com o cio. Coisa capaz de derreter as e o Neves.

Fazemos conversa mole, ocorre-me um trocadilho básico mas resisto-lhe, mesmo quando ele, o trocadilho, me sorri, o descarado, tão provocador quanto ele, o decote, o deslizar, as formas e tudo o mais que não retive. Digo-lhe com sinceridade que aquele banco, a sede não esqueçamos, não parece um banco, três pessoas apenas e tanto mármore. Voltou à cena a voz de Jessica, com menos cio, queixando-se do frio, oh céus, agora sou eu que sorrio, pergunto-lhe pelos clientes, a Deusa faz um beicinho em jeito de espera que logo bebes, basta abrirem-se as comportas clientelares e será um ver se te avias, um fartar vilanagem. Estamos nisto e no abre-te cofre quando as portas se abriram num jorro de clientela, ela a dizer-me em tom mavioso "está a ver? está a ver?" e eu a pensar que não faço outra coisa há mais de vinte minutos, não lho disse, escrevo-o agora que ainda vai perfeitamente a tempo. Da particularidade da clientela não guardei grande pormenor, nunca guardo, não tenho grande habilidade para jogos de memória. Há um senhor africano com ar de administrador, fato de belo corte perlado de gotas de água que lá fora continua a tombar que Deus a dá, fosse a água deste banco e teria um custo certamente. quanto mais não fosse uma comissão pela mudança de gasoso para liquído. Há dois yuppies que entraram a conversar mas estão agora calados, pudera, os homens alinham-se ordenadamente e vão perdendo as capacidades vocais assim que começam a perceber o que vêem, talvez mais ainda quando realizam o que não conseguem ver. Há mais três homens, não são relevantes, se exceptuarmos o ar de basbaques que todos temos ali, fila de pirilau, de seis dos ditos legítimos se a natureza das coisas simples não tiver sido abastardada.

É nesta fase que o senhor Neves já voltou das catacumbas, presumo que tenha fechado o cofre não vá dar-lhe alguma corrente de ar e se apercebe que tem uma resma de clientes à espera, não me parece embora, 'tás doido?, que nenhum deles queira reclamar a avaliar pelo ar satisfeito que ostentam. Quando Neves se senta na caixa ao lado da Deusa e diz "Podem passar pela ordem da fila..." é vê-los esticar o pescoço e observar os varandins, disfarçar baixinho o assobio que não se ouve. Eu por mim estou despachado, aqui me avio, benza-os Deus, guardo os meus pertences e um último sorriso dela. Importante que não me esqueça das notas que fui buscar, coisa que me envergonharia mas que nesta altura sabemos ser já muito compreensível.

Quando saio, a força da chuva que tomba obriga-me a permanecer debaixo de uma reentrância da fachada. O senhor africano com ar e fato de administrador, atravessou a porta rotativa, piscou-me o olho e sussurrou-me "Mas é que está ali uma gaja muito boa, pá!". Eu, sacudi algumas gotas de água do fato de macaco, e fui-me embora sem apagar o post que nesta altura ainda não estava escrito mas já tinha sido condenado a nunca ver a luz do dia.
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09 Abril 2010

James Hetfield, muito prazer!

Wikipedia, imagem enviada por Carlos Amaral
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08 Abril 2010

E pur si muove

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Pretexto para comprar um iPhone?

Pré-declaração de Acidente Automóvel AXA France.
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Vocês lá saberão, eu cá não compro!

Eu vou repetir a descrição do produto no caso do leitor ver mal ou se tiver esquecido de clicar na imagem para a ver maior... "Projetado para colocar o controle Nunchuk pau em um confortável e natural na bunda". Isso! Eu cá nem jogo Wii... Site Pixmania. Imagem (preciosa) enviada por Vítor Ribeiro
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Pixels, by Patrick Jean

Notável.
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Super Bock Super Blog Awards

A notícia chegou quase distraida e breve, num tweet da organização: "Parabéns! És o vencedor do Super Blog Awards!" e quando, para ganhar tempo e distância perguntei a quem estava comigo o que deveria fazer, me respondeu "Bom, podes comprar um enorme balde de tremoços...", percebi que não era caso para menos... Estou, evidentemente, satisfeito. Muito satisfeito mesmo. E é da praxe que agradeça. Que agradeça ao cão que tinha pulgas que deu nome a esta página, onde quer que ele esteja porque já não lhe posso fazer uma festa e oferecer um osso. É suposto que agradeça aos leitores, principalmente a todos quantos votaram em mim, permitindo-me ter chegado à fase final que seria submetida ao júri. Que agradeça também ao júri, que me preferiu entre os oitenta blogs finalistas. Que agradeça à organização e consequentemente à Unicer por esta iniciativa, ainda não perfeita é certo e por vezes zurzida de críticas por parte daqueles que nada ou pouco fazendo, se arrogam a donos da presidência da rede. Obrigado aos autores dos blogs que me ajudaram no apelo ao voto nas Pulgas. Obrigado a todos.

Tal como tinha prometido, faremos oportunamente uma festarola. Já tenho um local, uma belíssima praia, num cenário não menos perfeito à beira Tejo, esse mesmo Tejo ao pé do qual tantas vezes me sento para escrever alguns dos meus posts. Darei detalhes e explicarei como e quando irá acontecer.

Nos últimos trinta e muitos dias, período durante o qual o processo de votação pública do Super Blog Awards decorreu, tive oportunidade de conhecer muitos dos mais de mil e seiscentos blogs adversários, blogs esses cuja existência, na sua maioria, desconhecia por completo. Para eles vai também uma palavra de apreço, por terem decidido ir a concurso. Desse grande lote, foi apurado um conjunto de finalistas que foram submetidos à apreciação do júri deste concurso e que eu mesmo, escrutinei em detalhe. Para aferir das minhas possibilidades. Para conhecer melhor a concorrência. Alguns deles fazem hoje parte das minhas leituras periódicas. Eu sei, por experiência própria, o trabalho que por vezes dá alimentar estas nossas páginas, sei o que custa por vezes pegar numa página em branco e enchê-la de modo a darmo-nos por satisfeitos. É por isso mesmo que quero cumprimentar cada um dos seus autores e agradecer a "companhia" que me fizeram durante esta viagem. Eu sei, não concorremos ao Pulitzer, mas que diabo, faremos a festa tal e qual ele tivesse sido conquistado. E todos eles serão convidados a participar, porque também todos eles estão de parabéns. Vamo-nos lendo por aqui, no Twitter ou no Facebook.

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O caçador de pérolas

Diário de Notícias da Madeira, imagem enviada por Ana Ferreira
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07 Abril 2010

Oh simple things

Publicidade NH Hotels, colocada nos encostos de cabeça das cadeiras de avião da companhia aérea Iberia
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Sabia que V.Exa é uma besta?

Mas não é uma besta qualquer, repare!. É a chamada besta iluminada. Qualquer pessoa com deficiência cognitiva similar à de um peixe dourado saberá que uma lâmpada fundida, ou cujo filamento se fundiu por qualquer razão, deixa de poder produzir luz, por força da falta de incandescência desse mesmo filamento que outrora foi uno mas que agora é dividido. Deixa por isso de ser condutor, aquele que conduz, neste caso a corrente eléctrica através do mesmo. Vá, agora uma pausa para deixar arrefecer o cérebro à beira da fusão desse ser brilhante (enquanto não fundir...) que é o copy deste maravilhoso catálogo (Agriloja). E se a culpa não foi do Copy, foi de quem adaptou, ou traduziu tão maravilhoso exemplo da publicidade imbecil...

Ah e não me venha com a tanga de que é uma lâmpada economizadora e que a parte electrónica da mesma, o excitador do gás, vai continuar a tentar fazê-lo até à eternidade. Só se for em casa do autor do texto! Eu não tenho o hábito de ir acender lâmpadas que já sei que estão fundidas. Fundidas, certo? As economizadoras não têm filamento. Oh não, aí vamos nós outra vez...

Esta maravilhosa obra de arte publicitária chegou até este blog por via da amabilidade de cedência de imagem do Uma hoje
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A ANA tem um aeroporto

Recebi, depois de trinta e cinco dias de paciente espera e de um post mais ácido (resulta quase sempre...), resposta da empresa ANA Aeroportos SA. Se pensavam que podiam ir às pinhas ao Pinhal da ANA, façam o obséquio de retirar o corcel da pluviosidade. Ainda assim daqui a uns anos eu pedirei mais imagens, mas fico para já semi-satisfeito com a resposta ao meu pedido inicial. Abaixo transcrevo a resposta de Sofia Monteiro da Rocha do ASCMCA-Ambiente (Whatever ASMCA means...) do Aeroporto Sá Carneiro, Porto.

"Exmo. Senhor,

É com muito agrado que recebemos o seu e-mail manifestando interesse por uma das iniciativas ambientais desenvolvidas no Aeroporto do Porto, pela qual também sentimos especial apreço.

Relativamente às suas solicitações, informamos que, no âmbito das comemorações do Dia da Floresta Autóctone, já foram plantados mais de 400 pinheiros mansos. As árvores foram plantadas em áreas restritas, localizadas no interior do perímetro do Aeroporto (Lado Ar), e que não são visíveis a partir do exterior. Por questões de segurança, conforme deve compreender, tratam-se de uma áreas de acesso condicionado, pelo que não são visitáveis. No entanto, temos todo o gosto em enviar-lhe algumas fotos que testemunham a última plantação.

Com os melhores cumprimentos,

Sofia Monteiro da Rocha
"


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