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Cortesia do leitor João Filipe Rodrigues. Interrogo-me sobre o número de olhos que verão estas lonas e placas até estarem efectivamente produzidas.
Pede-me o leitor António Neves que tente arranjar uma explicação tecnológica para este artefacto, encontrável numa das saídas de peões para o exterior de um parque de estacionamento automóvel da cidade de Aveiro. Ora. apesar de necessitar de uma fotografia com um plano mais abrangente, diria que, pelas marcas na parede e pela falta de remate nas peças visíveis no plano superior, existe uma infiltração que estará a afectar equipamento (ou equipamentos) que possam estar no plano inferior (não visíveis). Na tentativa de limitar danos, e visando concentrar o fluxo de líquidos, a montagem do funil na placa, permite desviar a água (ou whatever) e fazê-la cair num só ponto. Confesso que eu, jovem emgenheiro em potencial porém sem o canudo (que neste caso faria literalmente muita falta), estou muito mais curioso com a placa propriamente dita do que com a solução (existe uma em Lisboa, numa estação de Metro, bastante mais elaborada que esta). Não são muitas as palavras da língua portuguesa que terminam em "bal", pelo que se me afigura curioso e digno de reflexão pensar no que é que uma placa que teoricamente poderia dizer "Setúbal", está a fazer em Aveiro... Também me preocupa o araminho. Se é verdade que estabiliza o conjunto, uma pendência de alguns graus para o exterior da parede, proporcionaria maior eficácia na recolha e canalização da água.
Estragamantens é uma localidade do Concelho de Tavira, Distrito de Faro. Esta imagem foi obtida no Blog "A Causa foi modificada".
O leitor Hugo Caldeira confirma e comprova. O Homem-aranha está de férias em Quiaios e foi detectado pelas câmaras da Brisa. (Ou isso ou montou um show porno via Webcam...)

Vá... Há-de haver uma boa razão... Eu sei que sim, e também sei que os meus leitores, pessoas cuja inteligência já não me espanta, desenvolverão decerto várias teorias, todas plausíveis e demonstráveis, sobre este aviso. Ou isso ou então um dos meus leitores madeirenses vai ao parque de estacionamento do Edifício Oudinot no Funchal e tenta perceber se os utilizadores, em caso de emergência, atravessam a parede ou são uns verdadeiros ases na marcha-atrás... Imagem enviada pelo leitor Jorge Laranjo
Azia é uma aldeia da Freguesia de Rogil no Concelho de Aljezur. Imagem enviada por Paula Pico
Ontem foi dia de subir ao palco e trabalhar num dos meus projectos pessoais que bastas vezes se cruzam com algumas das alamedas profissionais. A gravação "live" do Podcast "Praia das Maçãs" que ontem ocorreu na Praia do Tamariz no Estoril tendo como anfitriã a operadora Optimus, na presença de uma atenta e conhecedora plateia, foi, como não podia eu esperar outra coisa, uma noite bem passada na companhia dos meus colegas de Podcast, Vasco Casquilho e Nuno Luz e secundada por um trio de convidados de luxo: Bruno Nogueira, Pedro Ribeiro e José Alberto Carvalho e inúmeros amigos. Alguns deles que optaram por locais menos arenosos, como foi o caso de Luís Mestre que me dirigiu um email que deveras apreciei, ilustrado pela belíssima imagem que podem apreciar acima: "Foi uma pena não verem esta lua brutal, sobretudo sentados numa mesa com uma bejeca fresquinha e umas ameijoas á maneira ;-))))))"


A Optimus e o Podcast Praia das Maçãs querem convidá-lo para o lançamento do iPhone 4, que este ano decorrerá no Estoril em pleno areal da praia do Tamariz. O Podcast Praia das Maçãs será gravado ao vivo numa emissão espectacular e cheia de supresas que se inciará às vinte e duas horas e terminará à meia noite. Convidados especiais, entrevistas, dicas, aplicações e todo o arsenal de loucuras tecnológicas a que o Praia das Maçãs já nos habituou. E como não podia deixar de ser, a Optimus e o Podcast Praia das Maçãs vão proporcionar a centenas de concorrentes a possibilidade de levar um iPhone 4 para casa, proporcionando às pessoas que formarem a tradicional fila na recepção do evento, a chance de participar numa imensa Caça ao Tesouro numa vasta área delimitada no areal onde os mais rápidos em cada série poderão desenterrar uma preciosidade que valerá um iPhone 4. Optimus - De que é que precisas?
Por muito distraído que eu possa estar a andar, e não me faltam infelizmente razões para isso, há coisas que um tipo vê, ainda que acidentalmente, que me fazem espernear de raiva. É o caso desta imagem que há dias me apareceu nos ecrãs de TV e que me fez perguntar como é possível que isto aconteça. Como é possível, eu sei, é culpa de sucessivas vagas de ensino falido que produzem cada vez mais lotes de gente que não tem nem bases nem cultura geral para conseguir escrever meia dúzia de linhas. Sim, mais do que vocabulário e regras ortográficas (das quais o "bistori" é apenas parco exemplo), a restante pérola é bem o espelho de alguém que escreve sobre uma matéria que lhe é completamente alheia, que denota uma absoluta falta de cultura geral. E pode o leitor interrogar-se sobre esta minha sanha particular, que me bastará dizer-lhe que cada vez mais se escreve como soa a própria fala. Venham sucessivos ministros da Educação dizer que está tudo bem, venham altos responsáveis facilitar cada vez mais o estudo e avaliação. Venham. Que chegará o dia em que ninguém conseguirá ler o que escrevem.TVI, imagem enviada por André Carvalho
O Blog "Reflexões de um cão com pulgas" foi convidado a participar no encontro com bloggers que a candidatura de Fernando Nobre à Presidência da República vai levar a efeito no dia 4 de Outubro. O autor deste blog decidiu participar e questionar o candidato Fernando Nobre e vai permitir aos seus leitores envolverem-se neste processo, levando uma das questões que for levantada. Das perguntas que optarem por deixar na caixa de comentários deste artigo, escolherei uma (reservando-me o direito de optar por não escolher nenhuma se a qualidade das mesmas for considerada insuficiente) e será colocada no encontro promovido pelo candidato Fernando Nobre. Podem endereçar perguntas até ao dia 20 de Setembro.
O leitor Paulo Rocha, pessoa atenta que foi ao LIDL de Santa Clara em Coimbra, escreveu-me partilhando a imagem acima. Julga ele ter descoberto uns chips pequeninos, que pesam apenas um grama. Poderão ser os famosos microchips de que tanto se fala. A sessenta e nove cêntimos cada unidade, dá um preço por Quilograma de 690 Euros, preço razoável para microchips ainda por cima de chocolate...
"Devíamos falar...", a frase ficou-me na cabeça sem que eu a tivesse dito a alguém, acordei assim, com ela na cabeça, a frase, aqui e ali entrecortada de vírgulas que lhe dão a pose correcta. Não havendo concidências, devíamos falar foi a frase em que ontem toda a tarde matutei porque a queria dizer a um dos meus muitos patrões, mas hesitei, encolhi-me, acabei por dizê-la a outras pessoas nem sempre às certas, que é uma coisa que sucede muito quando não sabemos se temos a certeza de querer continuar a acarretar com pesos durante semanas a fio. Ainda estou a pensar nisto. Até porque continuo a querer proferir a frase à pessoa certa, sem que matem o mensageiro, coisa vulgar e vista demasiadas vezes. Mas agora vai ter de esperar. Quinze dias, mais precisamente.
Eu não sei muito mais do que vocês (mas estou certo de que virei a saber...), mas a ideia agrada-me, até porque conheço o local. Mais informações, aqui (brevemente).