31 dezembro 2009

O meia orelha

Senhor de si mesmo e de um lendário mau feitio que já atravessava gerações, M. de alcunha "O meia orelha" nunca deixava ninguém sem resposta. Num certo dia cinza chumbo, em que de sachola ao ombro a caminho da horta de que zelava, se cruzou com um vizinho com quem tinha péssimas relações de convivência, foi por este alertado em tom jocoso: "M., vais regar para quê se está aqui está a chover?", terá ouvido "Vou regar sim senhor, que eu cá não preciso de favores de ninguém..."

Tempus fugit

É provavelmente a melhor altura para pedir publicamente desculpa a todas as avós e avôs deste mundo por todas as minhas ironias e palavras mais ou menos sarcásticas a propósito de todas as figuras ridículas que já os vi fazer com os seus netos. Sim, é possível ficar horas a fio contemplando um recém-nascido que apenas dorme. Sim, é perfeitamente possível admirar cada trejeito de boca de dez réis de gente como se estivéssemos hipnotizados por um qualquer hipnotizador. Sim, é perfeitamente possível dizer "O menino espirrou" como se o homem tivesse chegado a Marte. Disse-me há poucos minutos a Maria João Homem Cardoso que a viagem ainda agora começou. É possível, acredito. É um estado de alma que roça o êxtase. Desculpem-me, sim? Vou ali olhar para ele mais umas horas.

Na foto: O meu avô, Joaquim Nunes, o meu primo Rui Antunes (à esquerda em baixo) e eu próprio. (Verão 1975) Fotografia de minha ilustre e querida tia, Maria de Lourdes Antunes

30 dezembro 2009

O caçador de pérolas

Boas Festas e Feliz Ano Novo

Tiveram a amabilidade de me escrever desejando Boas Festas os seguintes leitores/clientes: (Em actualização permanente):
José António Baptista, Pedro Mónica, Luís Feiteira, Nicolau Pais, José Ferreira Lamarosa, Octávia Lopes da Silva. Gabriela Seruca (Servisoft), Maria Alexandra Pinto, Cesário Ribeiro, Nuno Miguel Seabra, Miguel Gouveia, Luísa Pacheco, Luís Filipe (Destak), Rui Grazina, Jorge Viana e Couto, João Rosa (Monceau Fleurs), Pedro Guimarães, Rafael Reis, Displax, Amílcar Messias, Teresa Soares, Ponto Sagres, Ana Almeida (Sucre), José Manuel Mendes da Silva, Maria Helena Melo, António Godinho, Marco Barreto, Joana Neto, Vanessa Silva. Álvaro Amorim, Prof. Carvalho Rodrigues, Paulo Prudêncio. Mabília Martins, Luísa Macedo, Tânia Figueira (Up Ideia), Rui Antunes (Alvo), Reto Scherraus, Pedro Pinto de Sousa (Citrino), Grupo Aktiv, Ana Virtuoso, Marc Vico (Covertec), Otário, Susana Machado (SLM Design). Grupo LIDEL, Diego Sousa (Academic Productions), Sónia Andrade (Jornal Metro), USB Portugal, Ana Isabel Leal. Manuel Estevens, Casa de Belgais, Issuu, Ricardo Ferreira (Teste Final), RB-Link, António Figueiredo, Agostinho Fonseca Cardoso, Nuno Almeida, Paulo Guedes, António Carmo Reis, Luís Farinha, Carlos A. Nunes, Carlos Pinto (SoudDream), BizPlan, Vasco Figueiredo (MatchScore), Luís Aires (LA Digital), Ricardo Abreu, Joana Fernandes (TV Amadora), Editorial Bolina, João Vasconcelos Costa, Cristina Gomes, Francisco Vaz da Silva, Rosa Sardo (Terranova), Herbert Neto, Alexandre Brito (RTPN), Luís Amaral, Pedro Aldeia Pereira. José Reis, Pedro Ponciano, Bernardo Amaral, Manuel Cerqueira (Assoft), José António Silva (MacService), Marcelo Ribeiro, Maria da Graça Samagaio, Élcio Chiquinato, Mbit, João Fanha (Gateway), Tiago Sousa, Alexandre Matos (and Bilhas family), Francisco Abadia (Magnelusa), Carlos Carvalho, António Neves, Pedro Barata Feyo, Fernando Mateus, Ana Ferreira, Pedro Dias, José Luís Meleiro, Cláudio Alves, Paulo Alexandre Neves, Daniel Santos, Eduardo Cintra Torres, Vítor Nunes, Jhiad Bou Samra, Nelson Gonçalves (Contacto Visual), António Godinho, André Oliveira, Rui Grazina, Manuel Aguiar, Brinde & Companhia, TinteirosWeb, Sport Lisboa e Benfica, Ana Castro (Cofina), Eva Gonçalves, Luís Relvas, João Raul, Pedro Fernandes (Edigma), Zefcolor, Isabel Cutileiro, Nuno Espadinha, Marcel Schmitz, Jorge Figueiredo (Grafinelas), José Monteiro Gil, Mário Brás (IADE), FCA Editora, Paulo Lousinha, Aurélio Moreira, Mónica Veira da Silva, Topfrio, António Serra, José António Salcedo, To Design, João Luís Cardeira, Ok Teleseguros, Teresa Santana, Paulo Pereira, Raul Semedo, Artec, Vítor Silva (Infor), Henrique Costa, Marco Paulo Brito (Tou Aqui Tou Aí), Armando Vilas Boas, Pedro Caldas, Glorioso SLB, Elsa Rebelo, Peter Zakharov, Francisco Fatela, Rui Miguel Cunha (Magazine Reportagem), João Moura Pires, Fátima Caçador, Simão Cerveira Cardoso, Sofia Leal, Nuno Norte (Acxiom), Ricardo Gomes (HP), Paulo Marques, Joaquim Narciso (Hiperclima), Van Dog, Margarida Marcelino, Maria Margarida Pinto, Pedro Ribeiro (Rádio Comercial), João Pedro Moreira (Malagueta), Tomás Corte (Budget), Luís Pereira de Sousa, António Lopes Pires, Pedro Louçano, Rogério Bravo, Cláudio Vieira Alves, Carlos Medeiros, Jorge Roque, Paula Pico (and the whole Lopes family!), Bernardo Amaral, André Freitas, António José Ferreira, António Duarte Mil-Homens, José Gabriel (Insight). João Paulo Cortinhas, Jorge Facerías (Edifier), Carlos Maio, Manuela Magno, Mário Furtado, Inês do Carmo, Eduardo Paes Mamede, Hugo Travanca, Helena Rocha, João Madruga, Jorge Laranjo, Francisco Moita, Luís e Margarida, Carlos Salema, João Ales Capela, Victor Afonso, António Azaruja, Carlos Pereira, Maria Conceição Marques, Jaime Fernandes, Medesign, RHPro, João Agostinho (Miolo Digital); Marco Neiva, Inoventos, Câmara Municipal da Moita, MDI Multimédia, Vítor Monteiro, Inês Pereira de Matos, Arménio Sousa, Joana Simões, Jorge Pereira, Fernando Curado Matos, Aurélio Marote, Junta de Freguesia de Gaio-Rosário, Mário Martins, Mónica Silva (Oficina dos Neurónios), Cristina Sampaio, Edmar Rodrigues (Revista BIT), José António Rocha, Nuno de Almeida (Leadership), Cristina Correia (Chegay), Carlos Santos (Homydesign), Sérgio Rodrigues, Carlos Rosa (Estradas de Portugal), Teresa Allen, Luís Calçada (Caltec), Fernando Marques (Apple Portugal), José Gomes Ferreira, Daniela Sousa, Espaço VOL, Brian Akaka (Appular), Pedro Coutinho, Gustavo Alves, Paulo Adriano Vieira Lousinha, Mário Oliveira, Ricardo Oliveira, Carlos Pereira, Susana Santa Clara, Rita Loureiro, Rick Wintheiser, João Picado, Carlos Correia. Miguel Pedro Araújo, Fernando Gandra, Claudio Lima, Adosinda Fernandes, Francisco Soares, Filomena Padrão, Neschen, Gabriel Fraga, Bruno Barradinhas (Controlinveste), Mário de Sá Pereira, Jónatas Ferreira, Dinis Correia, Bruno Azevedo, Katia Drummond, José Manuel Costa Alves, João Carlos Pereira, José Canelas, Paulo Ribeiro, Ricardo Bernardo, Pedro Moreira, Luís Mestre, Lousinha Arquitectos. IPEFI, Bruno Amaral, ZWAME, Mila Simões de Abreu, Augusto Borges, Gouarte, Ivo Santos, Paulo Portela, Paperator Publishers, Luís Filipe Vieira (Sport Lisboa e Benfica), Rui Neves (Targus, Cathy Blackman (Imagine Publishing), Agostinho de Carvalho, José Rua, Óscar Sarabando, José Carlos Barbosa, Cesário Ribeiro, José Manuel Rua, João Goulão, João Ricardo Machado, Jorge Ramalho Silva Ferreira, Nuno Maya e Carole Purnelle (O Cubo), Rogério Monteiro, João Pereira Bastos, Gilles Madalena, Valter Gouveia, João Mariano, António Melo Rosa, José São João, O Praticante, Luís Oliveira, João Vasconcelos Costa, Álvaro Amorim (e família), Maria Leonor Tomé, Instituto Português de Fotografia, José António Moreira, Guilherme Mesquitela (Edit), Pedro Ferreira, Susana Melo Rosa, António Bento, Daniel Melo Rosa, José António Campos, Vanda Gandum, Conceição Vargas, Mónica Lopes, Miguel Pedro Araújo, Patrícia Lopes Cardoso Bessa, Emanuel Silva, Cláudio Gonzalez Jorge, José Manuel Costa Alves, José Ferreira-Lamarosa, João Curiti, Celmiro Espírito Santo, Paulo Duarte, João Fanha (Gateway). Elsa Escaja, Luís Urbano, Jorge Pimentel, Sónia Oliveira, José Manuel Oliveira

Todos os anos destaco um Postal de Natal que um dos meus clientes ou amigos me enviam, destaque esse conquistado pela originalidade do trabalho. Este ano, é o caso do Postal da Petra e do Pedro Barreto (Made on a Mac, silly you!).

28 dezembro 2009

O que justo e o que não o é

No âmbito das minhas funções profissionais tenho em determinadas alturas a responsabilidade de lançar algumas promoções, que de tão atractivas em termos de oportunidade, geram tempestades de interessados para meia dúzia de produtos. Habituei-me a designar estas operações pelo petit nom de "Sete cães a meio osso". Sendo um tipo a quem ainda sobra uma résteazinha de responsabilidade e justiça, optei por estabelecer o método mais justo e salomónico que se pode ter nestas ocasiões. "First come, first served", o cliente é contactado pela exacta ordem de manifestação de interesse, é-lhe reservado o produto em questão e tem dois dias para levantar o mesmo. Parece simples, é simples, mas a sociedade encarregou~se de me demonstrar que o conceito de "estou mesmo muito interessado e vou aí amanhã levantar" não passa de uma enorme mentira. As pessoas que ontem estavam "muito interessadas e vêm amanhã levantar", não vêm, estão-se nas tintas para a responsabilidade que assumiram, gerando a jusante uma carga de trabalho adicional ao tipo que julgou estar a ser salomónico e justo. É tudo um enorme "bullshit". O conceito de palavra "já era" e isto começa a ser banal. E não é um caso, são dezenas deles. É por isso normal que eu acabe por modificar o método de atribuição de produtos em promoção e favoreça clientes em quem confie, ao invés de respeitar escrupulosamente a ordem de chegada dos pedidos. Pode ser um método aciganado. Tenho a certeza de que o é. Mas nem eu perco tempo e tenho o triplo do trabalho nem os chicos-espertos da reserva "eu quero que vocês se lixem" levem a deles avante...

Toponímia privada

Em Alfama, mas fora das listagens da toponímia lisboeta. Digo eu, que percebo da coisa.

Tangerine Dream

Plantei hoje uma tangerineira. Feito o luto de uma frondosa cerejeira que se suicidou por excesso de solidão (é a minha teoria) e cumprido há poucos dias a empreitada de arrancar da terra um enorme tronco que parecia não querer dela sair mesmo depois de bem morto, visitei hoje o mercado local à procura de uma árvore para plantar na cova aberta, Podia ter sido há meses, há semanas, há dias. Não foi, foi hoje. Cumpri todos os requisitos do silvicultor enquanto jovem. Apalpei o dia e certifiquei-me de que não ia fazer um frio de rachar, não usei estrume, adubo ou outros aditivos que me sairam caros em experiências passadas. Era o dia perfeito. Acondicionei-a na terra, usei a mais direita escora que era possível arranjar. Informei-me de todos os procedimentos e no final sacudi das mãos a terra, mirei a obra e fui à minha vida. Faltavam dois minutos para a meia-noite quando começou a trovejar violentamente e eu garanto-vos que ouvi a voz do meu já desaparecido avô, homem para quem as árvores não tinham segredos, e a quem muitas vezes ouvi dizer que árvores plantadas em dias de trovoada são árvores boas para queimar na lareira...

27 dezembro 2009

Junta de Freguesia de Gaio-Rosário

"A Junta de Freguesia do Gaio-Rosário vai realizar a sua reunião pública mensal no dia 29 de Dezembro, pelas 16:00h, na sede da Junta de Freguesia. Convida-se a população a participar, colocando questões relacionadas com a freguesia, no período reservado à intervenção do público."
Efectivamente eu devo ser um bocado lerdo... Só isso justificará que o costumeiro blá-blá da democracia participativa colida frontalmente com o singelo facto de dia 29 de Dezembro ser uma Terça Feira e esta reunião "pública" ter início às 16 horas, hora a que todos nós, os suecos, sabemos ser do domínio dos nossos tempos livres. Será que estou a exagerar? Nem por sombras, principalmente depois de escutar da parte de responsáveis vários do poder local alguns queixumes sobre a fraca participação das populações nas reuniões públicas quando estas são realizadas a horas mais convenientes. Pode muito bem ser uma experiência sociológica...

Nota: Um dos defeitos da simplicidade das comunicações é que por vezes se deixa espaço à divagação por parte dos receptores dessas mesmas comunicações, por falta de mais elementos. Tivesse a generalidade dos nossos órgão democráticos a rapidez de esclarecimento que teve o Presidente da Junta de Freguesia de Gaio-Rosário e teríamos processos de comunicação bastante mais céleres e acima de tudo, mais actuais. (Existe nos comentários deste post um esclarecimento que em abono da verdade urge ler.)

23 dezembro 2009

Tomás, sê bem-vindo!

..."A terra tremeu ontem
não mais do que anteontem
pressenti-o
o ventre de que falo
como um rio transbordou
e o tremor que anunciava
era fogo e era lava
era a terra que abalava
no que sou

Depois de entre os escombros
ergueram-se dois ombros
num murmúrio
e o sol, como é costume,
foi um augúrio de bonança
sãos e salvos, felizmente
e como o riso vem ao ventre
assim veio de repente uma criança"...

Sérgio Godinho (Espalhem a notícia)

Évora

Simples e belo. Parabéns, Câmara Municipal de Évora.

22 dezembro 2009

Feliz Natal! (Agora a sério)

Receitas de brioches

21 dezembro 2009

Vês como gostas de ópera?

20 dezembro 2009

Feliz Natal!

19 dezembro 2009

Informática para todos

Site Worten, enviado por Diogo

Blogs Empresariais

Se esta mulher, provavelmente a pessoa portuguesa com mais experiência em blogs, tivesse escrito este texto dois dias mais cedo, tinha-me poupado um trabalhão do caraças... (Se pensou ou pensa abrir um blog empresarial e não sabe se o deve ou não fazer, este texto foi feito para si. E queira aceitar o meu conselho de leitura triplicada do ponto número sete).

iPhone: A vida real

Sou conhecido por ter uma relativa obsessão por capas de iPhone e pela protecção que as mesmas conferem ao telefone. "Ah mas ter um iPhone com capa é como sexo com preservativos" e mais não sei o quê, é o que costumo ouvir como resposta às minhas censuras sempre que vejo um iPhone desprotegido. Figure this!: A. que mora na Rua Passos Manuel, saiu hoje de casa a bordo do seu automóvel rumo ao Hospital de S.José. À saída de casa, e enquanto colocava os seus pertences no banco traseiro, pousou o telefone no tejadilho da viatura e aí se esqueceu dele. Tomem nota: Rua Passos Manuel, Gomes Freire, Campo Santana, Campo dos Mártires da Pátria (quando é que mudam o nome desta rua para Campo dos Sportinguistas?), Instituto de Medicina Legal e Hospital de S.José. Pretty neat, hum? Pois bem, o telefone fez todo este percurso no tejadilho e lá se manteve galhardamente até meio da manhã, quando o proprietário se lembrou de ir à procura dele. Ensopado, é certo, mas nada que uma excelente intervenção de um não menos excelente técnico cujo nome não devo dizer mas que se chama Pedro Montez não devolvesse à vida ao final da tarde. Continuem a tomar nota: ArtWizz SeeJacket Silicone.

18 dezembro 2009

FormSpring.Me

Andava há dias à espreita de uma oportunidade para testar o serviço e mesmo sem ter aberto a página do mesmo já antevia no conceito um enorme potencial. Acabo de o confirmar. Uma ferramenta utilíssima para gestão de questões e respectivas respostas, integrável em blogs e redes sociais. Sendo eu adepto do "free flow" da informação, mestre na arte de replicar a informação dada individualmente a grandes grupos de pessoas, era certo e sabido (pelo menos por mim) que lhe daria uso. O FormSpring está em testes nesta página (Ver barra do lado direito logo abaixo da publicidade incial). Também pode ser usado directamente nesta outra página. Se quiserem perguntar, façam o favor, que eu talvez responda. Se quiserem ter o trabalho de ver o material já publicado, é por aqui.

16 dezembro 2009

Praia das Maçãs - Season 1 Episode 16

Semana terrível para ir à Praia! Com a maioria dos podcasters certificadamente constipados - porém sem ser (ainda) o H1N1, arriscámos ainda assim abrir o toldo. Vasco Casquilho que toda a semana treinou o seu novo pigarrear que comprou num bazar em Marrocos, Nuno Luz que foi comprar gadgets à América e Pedro Aniceto que para variar não foi a lado nenhum, levaram a efeito (em enfermarias separadas) mais uma edição do Podcast Praia das Maçãs. Notícias frescas, conversa fluida. Mac, iPhone, o evento Codebits e uma extensa entrevista com Celso Martinho, um dos fundadores do SAPO e o "pai" do Codebits, um dos mais interessantes eventos tecnológicos portugueses e onde os Mac estão cada vez mais representados. Seja bem-vindo ao Podcast Praia das Maçãs, o podcast tecnológico português de matéria Apple mais ouvido de sempre e o único onde se diz bem da concorrência e menos bem do Sporting.

Luso Assistência (Finlog)


Aqui está uma coisa que se não vê todos os dias e que tenho o maior dos prazeres em salientar. Tenho um carro de serviço em que a gestão de frota é feita por uma empresa do Grupo Sonae (Finlog). Anos a fio de gestão de manutenção, apenas manutenção mecânica, sem quase nada a assinalar que não fossem bons serviços. Por vezes pensamos que é difícil elevar a fasquia, sobretudo quando estamos satisfeitos com o modo como as coisas são feitas e não vemos como se pode ser ainda mais eficaz. Mas mostraram-me que é possível e quero partilhar isto convosco. Hoje é Quarta Feira e como os mais atentos sabem na passada Segunda tive um acidente de viação pela hora de almoço. Quando regressei ao escritório e digitalizei a Declaração Amigável de Acidente para enviar à Companhia de Seguros, optei por me informar dos procedimentos requeridos junto da Gestora de Frota. "Envie-nos a participação que já lhe dizemos alguma coisa". Plim! Lá vai mail, nem dez minutos depois a profissional Mónica Lopes responde-me perguntando onde quero ir fazer a peritagem do veículo. Dez minutos, senhores! Escolhi a oficina, marquei hora (Entre as 8,30 e as 9 horas de hoje, Quarta Feira). "Terá veículo de cortesia durante a peritagem". Achei peculiar, apesar de já ter beneficiado de viaturas de cortesia nas mais variadas ocasiões, era a primeira vez que tal me sucedia durante uma peritagem. Simpático. Mas o dia de hoje estava condenado às complicações de trânsito. Apesar de ter saído de casa com alguma antecipação, a confusão gerada na Ponte 25 de Abril prometia atrapalhar-me os planos. Às nove horas estava ainda relativamente longe de cruzar a portagem. Enquanto eu pensava em telefonar à oficina, alertando-os para o meu atraso, o meu telefone toca. Era a Mónica, perguntando-me se eu estava atrasado mas se ia conseguir chegar ao destino. (Na altura twittei isto de dentro do carro e foram inúmeras as pessoas que me perguntaram que espécie de serviço era este. Recordo que se chamam Luso Assistência). Agradeço-lhe a atenção e informo-a que estarei nas Amoreiras em aproximadamente trinta minutos. Não será verdade. Mais um acidente a meio do tabuleiro da 25 de Abril, mais umas ruas cortadas por lamacentas obras no Arco do Carvalhão e só consigo entrar pelo portão da oficina às nove e quarenta e cinco. Mas cheguei. Entrego o carro e pergunto dos timings da peritagem. "Damos-lhe o carro hoje, aliás o perito deve estar a chegar...". Decido prescindir da viatura de cortesia. É por pouco tempo e tenho transportes públicos ali à mão que me levarão de regresso à empresa. É isso mesmo que faço, atravesso a rua e decido aguardar por um autocarro que me levará ao Saldanha. Faltam doze minutos para o próximo autocarro, segundo o que leio no painel indicativo. O meu telefone toca, é da oficina, indicando-me que o perito está nas instalações, que já concluiu o processo e que posso passar a recuperar a minha viatura. Atravesso a rua de novo, sorridente e quase incrédulo com esta sucessão de acontecimentos. A caminho do escritório, enquanto atravesso o túnel do Marquês (aquele que rendeu ontem ao empreiteiro a bagatela de dezoito milhões de euros adicionais - o Zé faz falta!) e o meu iPhone apita com um email da Mónica Lopes. "Como sabe a sua peritagem já foi feita. Quer marcar a reparação para dia 28 deste mês?". Não respondo de imediato, preciso de consultar a minha fiel agenda de papel. Troco com a Mónica mais umas mensagens de correio electrónico e cumprimento-a pela eficácia. Fica a devida nota e o meu agradecimento público por algo que em vez de se tornar um pesadelo se transformou num encanto.

Já depois de ter escrito este texto, continuei maravilhado com ainda mais detalhes e atenção na conclusão deste processo. Um grande Viva! a equipas destas.

Como ir de Repente a Kagar

Imagine o leitor que num determinado dia tem de ir de Repente a Kagar. Basta assim imprimir o mapinha e guardá-lo para qualquer emergência.

Pescas

Se os negociadores portugueses não tivessem conseguido recuperar em Bruxelas a quota de carapau a opinião pública faria um enorme escabeche...

15 dezembro 2009

Welcome to Israel

"A senhora desculpe mas tivemos de disparar sobre o seu MacBook..."

A origem das expressões

Escreve-me o leitor João Pires, enviando-me uma imagem de uma busca Google, busca que incidia no termo "Dicionário". A peculiaridade da imagem, que a esta hora já os mais argutos leitores lobrigaram, é a expressão "Significado de caralho". Usado vulgarmente no calão da língua portuguesa, a expressão "caralho" assume um carácter extraordinariamente multi-facetado, pois acaba por ser um palavrão genérico utilizado nas mais diversas situações e usos. Todos nós, e não preciso de o exemplificar, conhecemos expressões diversas com o uso da palavra. Dizer "O Reflexões de um cão com pulgas é um blog do caralho" além de ser um exemplo prático desse uso desabrido (e que não deixa de ser verdade) serve-me assim de rampa de lançamento para o significado e origem desta expressão vernacular portuguesa que tanta gente procura, ao ponto de figurar entre as questões mais comuns de dicionários online, bem como de diversos Fora (plural latino de Forum) linguísticos. O termo "caralho" provirá da designação popular dada pela marinharia medieval e subsequente ao cesto da gávea das embarcações portuguesas. O cesto da gávea, situado perto do ponto mais alto do mastro principal de naus e caravelas, local de maior visibilidade a bordo de um navio e ao mesmo tempo um dos mais ingratos postos que um marinheiro poderia ocupar a bordo de uma embarcação. Desprovido de abrigo das inclemências atmosféricas, fossem elas elas sol, chuva, frio ou vento, o lugar tomado no "caralho" era muitíssimas vezes provido de marinheiros em pena disciplinar. "Ir para o caralho", ou tomar posto no cesto da gávea era assim mal visto e pouco pretendido, sinónimo de castigo ou provação. Local de castigo e ao mesmo tempo de enorme responsabilidade, tendo em vista a segurança da embarcação face à aproximação de navios inimigos ou em navegações de descoberta, a possibilidade de avistamento de terra. A expressão ganhou hoje um uso quase universal no que a sentimentos e estados de alma diz respeito. É bem provável que depois deste post a minha reputação no Google, quase imaculada até hoje, tenha ido precisamente para o caralho... (Esta explicação da origem da expressão não é consensual. Se alguns oficiais de Marinha consultados para este efeito me forneceram esta origem, alguns historiadores navais e docentes da matéria náutica não concordam com a mesma).

14 dezembro 2009

Hell froze over

É uma estratégia boa, eu provavelmente espalharia aquecedores... Expresso Online. Imagem enviada por Marcos Osório

Merry Fucking Xmas to you too!

Silent Monks - Haendel Hallelujah

A prova que a criatividade não tem limites mesmo nas coisas mais simples. Um grupo de estudantes, auto intitulado "Silent Monks" consegue levar à cena um coral de Haendel sem que os monges tenham de emitir um único som. E fazem-no com brilhantismo.

Eu conto com o Continente

Roubado no Tropelias da Marau

13 dezembro 2009

Tortas de Azeitão

Os tempos são de crise, até os tempos publicitários do futebol. Há que aproveitar cada espacinho, mesmo que incomum ou desajustado. E temo até que esta acção publicitária nos equipamentos do Vitória de Setúbal funcione de forma contrária ao pretendido. Eu pelo menos vou lembrar-me disto de cada vez que me apetecer parar no Cego para um café e uma Torta... (Agradeço ao leitor Paulo Santos o "empurrão" para a elaboração desta entrada, que já andava a marinar há algum tempo, mas para a qual me faltava a imagem)

Sapateiro de Évora

Imagem enviada por Manuel Mota

Divertir-se num Domingo chato?

Strip-tease

Isto é material do bom! Não será para todos, mas confio na inteligência dos leitores deste blog.

Pilhas de graça

"Partiquemos" então

12 dezembro 2009

E se estamos numa de Covers...

Oh simple things

11 dezembro 2009

Perdeu-se

Roubado no Farinha Amparo

Você abusou, tirou partido de mim, abusão

Público Online, imagem enviada por André Neves

Alberta, está tudo acabado entre nós...

Alberta Marques Fernandes é melhor arranjares um ponta de lança da Tailândia! Público Online, enviada por Rui Gama

Ao que isto chegou...

Público Online, imagem enviada por Pedro Monteiro

Van Dog

Teorias de conspiração

E de repente o autor deste Blog é considerado na lista dos 21 bloggers mais influentes da blogoesfera portuguesa. Uma descrição de quatro linhas onde é possível ficar a saber que sou um "fanático" Apple e onde a palavra"portuguesa" ganha uma nova grafia. E continuo sem saber onde está a minha influência. Mas sei que Pacheco Pereira me persegue.

10 dezembro 2009

O caçador de pérolas

Imagem do menu de um restaurante em Moscavide, enviada por Ricardo Faria

Almas quentinhas

..."Quando da apresentação do XXXXXXXX na XXXXX aqui no XXXXXXXX, passou uma reportagem na TV, e o meu pai, agora com 78 anos, reconheceu-o logo. Ainda não sabe ligar um computador, mas ainda se lembra bem de uma acção de demonstração que o Pedro fez há bastantes anos aqui em XXXXXXX e de como o fez sentir capaz de até ele conseguir aprender a editar um filme e editar um DVD — nunca chegou a tal, mas o Pedro bem conseguiu passar uma sensação de 'empowerment' que ainda hoje retém e foi deveras positiva."...

Voice Talkers

Tem a sua graça que eu ande à procura de uma "voz" e neste vídeo tenha uma camioneta delas... Roubado no Socialíssimo.

09 dezembro 2009

Hoje a Vodka, amanhã o Bushmills

- Vai um drink?
- Sim pá, duas linhas se fizeres o favor...

Ninguém escreve ao Coronel

Exmos. Srs,

No passado dia 24 de Novembro tive oportunidade de vos enviar um email, cujo teor encontrarão abaixo.

Exmos. Srs,
Venho pelo presente email pedir-vos autorização expressa para a gravação de imagens vídeo na rede pública do Metropolitano de Lisboa no âmbito da concepção do genérico vídeo do Podcast "Campo Grande" um projecto amador de videocast sobre turismo em Lisboa.

Mais informo que não pretendo filmar pessoas, mas apenas algumas chegadas e partidas de composições em cais bem como alguma sinaletica da estação "Campo Grande", que dará nome ao videocast e que a tomada de imagens não ocupará mais de alguns minutos sendo efectuada, caso a autorização seja concedida, com câmara manual sem qualquer ocupação de espaço.

Na eventualidade da concessão de autorização, presumo que seja necessário o >levantamento de alguma credencial, pelo que peço que me informem como e quais os passos necessários à respectiva concessão.

Com os melhores cumprimentos
Pedro Aniceto


Como até à presente data e decorrido todo este tempo não recebi qualquer comunicação da parte de V.Exas no sentido de obter qualquer sinal ou manifestação de vida no sentido de pelo menos de terem a gentileza de acusar a recepção do pedido através de uma resposta automática, informo que tal pedido deixou de ter cabimento por terem sido por mim esgotados todos os timings razoáveis para a utilização das imagens no referido videocast, tendo eu optado por outra localização e outro operador de transportes, que atempadamente me respondeu.

Não posso contudo deixar de manifestar o meu desagrado pelo comportamento indigno de uma Empresa que se diz "certificada" e que por ventura se rege por parâmetros de Qualidade nas suas relações com o público, esse ser que é, eventualmente a razão da vossa existência, e em cuja Missão se pode ler a dado passo: "a promoção conjunta do Transporte Colectivo".

Creiam-me, caros Srs. agradecido pelo vosso silêncio, ficando na expectativa de que alguém, algures, em qualquer data, possa eventualmente vir a ler esta mensagem.

Pedro Aniceto

Truz truz 2.0

As empresas concebem esquemas de interacção com clientes. Criam formulários dando a hipótese de o interessado num contacto poder ser alcançado usando email, telefone, até morada postal. Os clientes usam-nas a seu bel-prazer. Há quem prefira sempre uma forma diferenciada. Como o caso de quem apenas pretende que lhe telefonem, coisa que a empresa faz com naturalidade. Pega-se no telefone e o destinatário não atende. É normal. Sucede. O que não é normal é que de seguida o telefone chamador receba uma SMS como esta. Nunca sei como proceder nestes casos, dá-me vontade de me esquecer do meu lado profissional e responder.
"É a Dita Von Teese, pá!"

Intel chips were set free

Este anúncio tinha-me escapado. Que pena...

Nunca tive tantas certezas

... de que o futuro da imprensa passa pela Apple.

Aprender até morrer

Alguma vez passou pela incómoda situação de ter uma garrafa de vinho rolhada e não ter à mão um saca-rolhas? É provável que sim. Aprenda aqui como se tira a rolha de uma garrafa utilizando um sapato.

07 dezembro 2009

Júnior (1993 - 2009)

Adiei o mais que pude a decisão, mas chegou o dia em que era imperioso e justo libertar-te. Choro por ti meu amigo de quatro patas o que não chorarei nunca por alguns seres humanos. Talvez seja cruel, mas não deixará de ser uma verdade imutável. O cão que deu origem ao nome deste Blog partiu hoje para outra dimensão. Ao som da minha voz e nos meus braços. Fica uma tristeza muito grande.

Adeus Júnior e obrigado.

O Autofocus explicado aos leigos

Via Conversas do Bruno

06 dezembro 2009

Grandes momentos da humanidade

É a primeira vez que acho um piercing uma coisa interessante...

O fogo que arde sem se ver

Sou um grande adepto de grelhados, é publicamente sabido que no decorrer das minhas poucas actividades gastronómicas "twitto" muitas vezes da frente do meu grelhador, mais por inabilidade culinária nas outras frente mais elaboradas da gastronomia do que por qualquer outra razão. Está dito! Habituado desde muito cedo a lidar com lareiras e fornos, arte que refinei mais tarde com a minha experiência escotista, a arte de acender fogo em qualquer condição atmosférica não me coloca obstáculos ou dificuldade. Dotado de uma paciência proverbial (que também já foi maior...), aprendi desde há muito a técnica da ventilação do carvão, que basicamente consiste em criar uma chaminé no empilhamento dos blocos de carvão ou madeira, aproveitando o sopro do vento dominante para que seja ele, em vez dos meus pulmões ou do uso do abanador, que venha por mim a alimentar de oxigénio a pilha combustível. Se o carvão for de feição, isto é, regular e empilhável, uma pequena fornalha hexagonal providenciará abrigo ao material de ignição, outrora simples caruma de pinheiro ou, mais recentemente, as tradicionais acendalhas que muito particularmente detesto pelo odor a petróleo que exalam. Mas esta técnica da chaminé exige tempo, coisa que nem sempre abunda mesmo em matéria de slow-food. É por isso que existem técnicas e pequenos truques que permitem a ventilação, mesmo que se despeje o carvão a monte. Esta é uma delas. Ora essa! De nada.

A imagem é bastante óbvia, mas se ainda assim subsistirem dúvidas, para fazer o "poço" embrulhe algumas folhas de papel de jornal à volta da garrafa, despeje o carvão, retire a garrafa mantendo o papel no centro do combustivel. Pegue fogo a uma tira de papel e deposite a fonte de ignição no centro da cavidade. Bons petiscos.

Oh simple things

Imagem David Fonseca, via @paulapico

O caçador de pérolas

Imagem Vítor Costa

Oh simple things

Como é que se explicam estas coisas? No ano passado fiquei francamente apaixonado por este anúncio da John Lewis e este ano, um atento leitor de nome Nuno Lima alertou-me para a existência de um outro, com o mesmo tema, da mesma empresa. Não é superior, acho eu, mas há ali momentos sublimes em certas expressões das crianças, momentos ténues e fugazes mas que representam o espírito da coisa. Assombroso.

Microsoft Surface

Faz tempo que andava para experimentar em detalhe o Microsoft Surface. Vê-lo em Feiras e eventos de tecnologia é uma coisa, sentar-me com tempo e sem pressão de outros visitantes ansiosos para me tomar o lugar é outra. Aconteceu hoje, durante a etapa final do Codebits 2009 poder calma e tranquilamente levar a efeito um teste profundo da usabilidade da tecnologia com base no poderoso manancial de aplicações instaladas na unidade que tive ao meu dispor. A primeira impressão foi mera confirmação do que já tinha testado noutras situações. A fluidez gráfica é ferozmente afectada e está a anos-luz do que o Marketing da Microsoft mostra, isto é, em situações que exijam maneabilidade rápida detectam-se falhas de fluidez. Não seriam propriamente defeitos tão graves assim, mas sempre que o sistema se "engasga" (e fá-lo com frequência) vem-nos imediatamente à ideia a comparação com a fluidez e capacidade de resposta do iPhone. Aplicações que requeiram rapidez de manuseamento são penalizadas e a comparação com o telefone é absolutamente inevitável. Houve no entanto algumas aplicações que me impressionaram positivamente. Uma aplicação de desenho e pintura (cujo nome não retive mas que não é relevante para o caso) que embora não seja um portento de Computer Aided Design me permite diagramar com precisão e boa resposta. Eu não sou propriamente um portento em matéria de desenho, mas não me safo mal no skecth, ferramenta que uso constantemente para basear apresentações e projectos. Apesar da boa impressão a aplicação revelou-me uma falha básica de tecnologia (aquilo que é para mim uma falha básica, para outros poderá ser uma "feature"...). A mesa reconhece qualquer tipo de toque com qualquer material que contacte a superfície e isso percebi-o quando o meu magnífico sketch (não estava mais ninguém a ver pelo que terão de acreditar em mim) ficou "manchado" pelos movimentos da manga do blusão que tinha vestido e que foram sendo aceites na lateral da imponente superfície de trabalho. O meu iPhone ignora toques de materiais acidentais! (O ponto de exclamação da última frase não foi acidental...). A cereja no topo do bolo mediano da usabilidade veio do Press Reader. Devo confessar que já tinha ouvido boas críticas e mesmo na véspera, a jornalista do Público Isabel Coutinho já me tinha instado precisamente a fazer a experiência de leitura de jornais nesta aplicação. Portentosa! Nitidez, escalabilidade gráfica (sem grandes necessidades de rotação), nós os ceguinhos agradecemos a possibilidade. Ainda que num registo breve, fica aqui um exemplo real (e não do Marketing) desse momento. (Esta experiência só veio acicatar ainda mais a minha vontade pessoal de ter um "Mega iPhone" para a leitura documental.

O caçador de pérolas

Obras em Mirandela, imagem enviada por André Novo

05 dezembro 2009

Britain's got talent

Big surprises come in small packages.

Menos com menos dava mais

Havia (e não deve ter sido saneado...) um elemento chamado "opositor"... Imagem La Redoute enviada por sua Eminência o Arcebispo de Cantuária.

04 dezembro 2009

Escorega Tabs

Loja Brinka em Guimarães, enviada por Luís Silva

Deste que se assassina

Imagem Expresso Online, enviado pelo leitor Bilhas

03 dezembro 2009

O "dézaine" é que nos "indentifica"


Eu cá ficava deveras aborrecido se uma empresa me ajudasse a mudar a minha "indentidade"... E há múltiplas pérolas de acentuação, que o leitor, querendo, tomará como passatempo. Sugestão de Bruno Clérigo.

Codebits 2009


Três dias. Non-stop. O que na prática quer dizer que, querendo (e há muito boa gente a querer) os seiscentos participantes do Codebits 2009 poderão estar três dias sem parar imersos em tecnologia sem colocar os pés na rua. E entre estas seiscentas almas está o melhor da criatividade tecnológica portuguesa da Web envolvida num concurso de programação e criatividade que interromperão se, e quando quiserem para assistir às mais de 40 palestras e workshops das mais diversas temáticas. Sentados no espaço da Cordoaria Nacional, num ambiente de "fellow-geeks", com condições técnicas capazes de fazer corar de vergonha alguns eventos internacionais. Speakers nacionais e internacionais verdadeiramente interessantes. Hardware e Software das mais diversas origens. Quer comer? A organização fornece gratuitamente. Quer beber? Idem. Quer divertir-se nas muitas consolas e arcades do recinto? Faça favor! Quer dormir numa rede em área própria para o efeito? Pois muito bem, escolha uma. Parceiros tecnológicos que, por uma vez, não estão ali presentes no espaço para lhe vender seja o que for. Estão ali para falar com aqueles que serão os seus futuros e mais que prováveis clientes e veiculadores dessa mesma tecnologia. Mas há bastante mais! Palcos à disposição de quem queira mostrar ao mundo o que quer que ande a fazer ou a pensar. Networking. Muito networking. Animação e convívio. Um concerto rock.

Sendo um evento "fechado", ao qual só se acede por candidatura, e foram muitas centenas os pedidos recusados pela organização desde que as operações foram encerradas há meses, sinto-me deveras privilegiado por terem aceite a minha presença. Hoje, perante uma amostra real das escolhas do mercado, consolidei a minha opinião de que o mercado efectivamente não está a mudar, REALMENTE já mudou. É absolutamente fantástico (e moralmente compensador) perceber que há múltiplas mesas de desenvolvedores em que a Apple é maioritária. E nem sempre no hardware (eu sabia que este dia haveria de chegar...). O Codebits 2009 é um evento organizado pela Sapo mas é verdadeiramente ecuménico... A prova disso é que hoje durante a tarde levei a efeito uma operação de Marketing deveras discreta (ou nem por isso) para a qual pedi autorização, que me foi concedida de imediato.

Anicetos de todo o mundo, uni-vos!

01 dezembro 2009

O caçador de pérolas

Conclusão: Os "adrogados" rejeitaram o "ornamento"... CM Online, imagem enviada pelo leitor Nuno Saraiva

O caçador de pérolas